Austrália: Uluru e Olgas em Ayres Rock

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Nosso dia começou com uma pontualidade britânica e a 4:45 da manhã saímos para assistir o nascer do sol no Uluru ( ou Ayres Rock, o misterioso monólito avermelhado do deserto Australiano). Como a pedra muda de cor conforme a luz do dia, o nascer e o pôr do sol – desde de que ocorram – são espetáculos MARAVILHOSOS.

Para que os turistas aproveitem bem estes momentos, foram construídas algumas plataformas de observação do sol ao redor do Uluru. Foi numa dessas plataformas que esperamos o tímido nascer do sol daquele dia, tão ou mais fraco do que o pôr do sol do dia anterior.

O céu até deu o ar da graça e nos mostrou algumas bonitas cores, e aos poucos o dia começou a clarear e o Uluru começou a aparecer, mas sem tantas cores e nem muito  glamour. Ele apenas apareceu.

PRÓXIMA PARADA > KATA TJUTA

Dalí partimos para a segunda parada do dia a Kata Tjuta (Os Olgas, como chamam os ingleses) outra forma formação rochosa super peculiar do deserto Australiano, mas com a composição bem diferente da do Uluru, a Kata Tjuta é um grande bolo tortuoso feito de Areia, basalto e granito.

Achei engraçado saber que muitos viajantes que vão até lá desconhecem completamente a existência das Olgas, (nome inglês da Kata Tjuta)  e que muitos saem de lá até mais impressionados do que eles saem com o Uluru. E quer saber, eu de verdade não sei opinar qual dos dois é meu preferido, enquanto o Uluru me atrai muito por sua incrível coloração a Kata Tjuta, tem formas tão diferentes que eu passaria dias olhando para elas. O mais legal é que  cada ângulo de visão, as Olgas parecem algo completamente diferente… quer ver:

Do miradouro, a parte principal parece uma versão arredondada da pedra do Baú

Do outro lado ela parece pontas dos dedos de uma mão gordinha

Paramos em um mirador há alguma distancia das olgas que nos permitiu ter uma visão completa do que visitaríamos… LINDO.

E pouco depois chegamos a Walpa George, que é considerado um refugio do deserto tanto para as plantas quanto para os animais, e é lá que faríamos nossa caminhada.

A caminhada pela Kata Tjuta é bem bonita e bem diferente do que havíamos visto no Uluru, o chão é lotado de pedras de todos os tamanhos, e dá para ver bem a mistureba na composição. O caminho passa por pequenas pontes e trilhas até chegar a junção de duas das grandes pedras que formam parte da Kata Tjuta. Tudo que posso dizer é que vale bem a pena.

De volta ao hotel tivemos algum tempo – não muito – para arrumar nossas coisas, almoçar e fazer check out. A tarde faríamos uma longa viagem até as proximidades do Wattarrka National Park  – Kings Canyon.

Veja também:

Tudo o que você precisa saber para programar sua visita ao deserto Australiano: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/04/24/tudo-que-voce-precisa-saber-para-planejar-uma-visita-ao-uluru/

Tours pelo deserto Australiano: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/04/30/tours-pelo-deserto-australiano/

Kings Canion: uma das mais lindas caminhadas do deserto: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/05/15/kings-canyon-a-maravilhosa-rim-walk/

Paisagens do deserto Australiano: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/05/08/paisagens-do-deserto-australiano/

Alice Springs: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/05/15/alice-springs/

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mari vidigal

Viajante incansável, daquele tipo que no meio de uma viagem já está pensando na próxima, na próxima e na próxima. Apaixonada por fotografia, natureza e vinhos

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