Roma Fiumicino: do aeroporto ao centro

Ontem a noite tava batendo um papo com amigos, nossa discussão era sobre como chegar do aeroporto ao centro nas grandes capitais européias. A grande maioria da mesa concordava que a melhor alternativa era pegar o transporte publico disponível fosse metro, trem ou ônibus. Com um taxi, alem de pagar consideravelmente mais, você corre o risco de dar uma volta indesejada na cidade e pegar bem mais do que deveria só porque o motorista espertinho resolveu te enrolar.

E… na Itália ou na Espanha, eu diriaque as chances de você ser enrolado são bem altas… portanto, fuja do taxi.

Em Roma Fiumicino…

Você tem duas opções bem convenientes:

- Pegar um trem que custa 14 euros e chega na estação central de Roma (Termine) em 30 minutos.

Ou

- Pegar um ônibus que custa 8 euros e chega na estação central de Roma (Termine) em 60 minutos

Resolvi que testar as duas possibilidades e dividir com vocês minhas opiniões sobre cada uma delas. Vim para Roma de trem e voltei para o aeroporto de busão.

Achei a viagem de ônibus mais bonita que a viagem de trem, especialmente em um dia ensolarado e azul. Mas a meia hora a mais de duração pode ser um empecilho para que chega na cidade muito tarde da noite.

Em termos de conveniência, é praticamente igual. As duas viagens saem do mesmo lugar e chegam no mesmo lugar. No aeroporto há plaquinhas que indicam onde pegar o trem e onde pegar o ônibus, assim que achar os lugares não deve ser um grande empecilho.

Enfim, acho que duas possibilidades são bem boas, para quem quer chegar rápido e não se importa em pagar um alguns euros a mais o trem é a pedida. Para quem não se importa com uma viagem um pouco mais longa e gosta da ideia de economizar 7 euros, opte pelo ônibus.

 

Veja também:

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Roma, um passeio pelas ruas e fontes Romanas: http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/01/15/um-passeio-pelas-ruas-e-fontes-romanas/

Roma antiga, um banho de cultura: http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/01/11/roma-antiga-um-banho-de-cultura/

Roma: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/11/30/roma/

Tivoli – Parada obrigatória: http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/01/08/tivoli-parada-obrigatoria-e-pertinho-de-roma/

Seja bem vindo a Kioto Eki – estação de Kioto

“Kyoto, Kyoto desu”  anuncia o condutor de trem, uma placa indica que você esta no lugar certo, é hora de pegar as coisas e descer do trem depressa antes que o trem parta para o próximo destino.


Quem desembarca em Kioto pela primeira vez encontra uma estação de trem moderníssima, um prédio prateado com andares e andares de escadas rolantes, uma surpresa para quem espera encontrar apenas templos e tesouros milenares.

Como muita gente vem para Kioto apenas para passar um dia, no andar térreo da estação há dezenas de lockers para todos os possíveis tamanhos de mala. O preço varia conforme o tamanho da mala, mas um bem grande custa 600 yens por dia. Caso este seja seu caso, recomendo que você se livre da sua mala o mais rápido possível para curtir seu dia ao máximo.

 De volta a estação, o prédio vale um passeio. Sugiro que você comece pela porta principal, de costas para a Kyoto Tower (torre de Kioto) há escadas rolantes para dois grandes prédios com fileiras de escadas rolantes para cada um deles. A sua esquerda esta o hotel Granvia e a direita a loja de departamento ISetan. Quem quer pegar um trem local (JR ou Kintetsu) ou trem bala (Shinkansen) deve subir apenas um lance de escadas, virar a esquerda e seguir placas. Para quem esta passeando, olhe para cima e veja a quantidade de lances de escadas rolantes. Nosso target é o ultimo deles, assim que acabarmos com as escadas rolantes subiremos escadas normais até chegarmos ao terraço. Durante a subida, de quando em quando olhe para trás para curtir os detalhes arquitetônicos do prédio, que são geniais.

 O terraço tem uma vista da cidade de Kioto, do lado direito esta a torre de Kioto e um templo enorme chamado Higashi Honganji, uma amostra de como a cidade cresceu e os templos foram ficando apertadinhos no meio das casas. Quando cansar da vista, desça de escada normal até o décimo andar ( a rolante desde direto sem parar no décimo) este é um piso de restaurantes de comida rápida e relativamente baratos, mas agora não é hora de comer é hora de visitar, por isso atravesse os corredores até chegar em uma passarela de vidro, o “Ski Tour” essa passarela de vidro atravessa todo o complexo…na verdade são duas passarelas, caminhe pela primeira passarela e assim que ela acabar, entre na segunda que tem mirantes para a cidade e para a Kioto Tower (Torre de Kyoto).

Sky tour | Uma mega passarela no centro da estação

Passarela do Sky tour 

Mirante com vista para a Torre de Kioto 

A segunda passarela acaba no topo do Hotel Granvia, na frente de um pátio que é usada para celebrar casamentos. Termine o passeio descendo as escadas e retornando ao ponto de inicio, a entrada da estação.

Parte externa da estação

Para quem tem tempo sobrando, tenho ainda duas sugestões de passeio. No subsolo da Isetan há um supermercado super bacana. O primeiro subsolo é composto por milhares de lojas de doces,bolos e biscoitos, as mini vitrines são maravilhosas e dão água na boca. Acho que vale a pena olhar com calma e conhecer um pouco do capricho japonês com comida. O andar de baixo é um supermercado comum, só que um supermercado comum no Japão, o que significa muitas diferenças para nós brasileiros, aproveite para descobrir algumas maluquices japas, e porque não provar umas novidades?

Bolinhos japas: para não entende a lingua, a brincadeira aqui é provar um sem saber o sabor.

Falando em capricho, veja só que linda essa torta natalina

Biscoitos salgados… hummm

E para quem não quer provar nada diferente, também tem opção…

Olha só esse pãozinho folheado de coração

A segunda sugestão é visitar o setor de quimonos e artigos japoneses da Isetan que é bem interessante e terminar com uma refeição no andar de restaurantes, tem várias opções gostosas de sushi a tempurá, de italiano a francês para todos os bolsos.

Sobrou tempo? Dê um pulinho no templo Higashi Honganji que fica bem pertinho da estação e é um dos maiores de Kioto. Para chegar lá é só sair pela entrada principal sentido torre de Kioto e caminhar algumas centenas de metros. A entrada é grátis!!!

Veja também:

Uji: a cidade do chá – lindíssima e pertinho de Kioto: http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/01/19/uji-visitando-uma-das-mais-tradicionais-casa-de-cha-do-japao-e-o-templo-estampado-na-moeda/

Em casa do Outro lado do mundo – Um relato de intercambio no Japão: http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/01/17/em-casa-do-outro-lado-do-mundo/

Japão:  http://ideiasnamala.wordpress.com/2010/11/01/japao/

Conheça os encantos de Miyajima, uma das ilhas mais lindas do Japão: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/10/21/miyajima-desvendando-um-dos-lugares-mais-fotografados-de-japao/

Hiroshima: uma cidade que aprendeu a fazer a paz da maneira mais difícil: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/10/14/hiroshima-passeio-e-reflexao/

Primavera no Japão | As lindas flores de cerejeira: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/09/25/primavera-na-japao-e-as-flores-de-cerejeira/

Tóquio |conheça o cruzamento mais lotado do planeta: http://ideiasnamala.wordpress.com/2010/11/06/shibuya-o-cruzamento-mais-lotado-do-planeta/

Tóquio| Os jardins do palacio Imperial: http://ideiasnamala.wordpress.com/2010/12/19/jardins-do-palacio-imperial/

Uji: visitando uma das mais tradicionais casa de chá do Japão e o templo estampado na moeda

Uji é uma cidadezinha graciosa ao sul de Kioto, suas ruas estreitas  estão lotadas de lojinhas, restaurantes e principalmente casas de chá. Uji é famosa pelo chá verde de alta qualidade e é casa do templo Byodoin que esta estampado na moeda de 10 Yens.

Uma das muitas casas de chá de Uji

Durante meu intercâmbio no Japão, há alguns anos atrás, fiquei muito amiga da família Nakamura, que há 200 anos é dona da casa de chá Nakamura, e é claro que não poderia deixar de visitá-los e apresenta-los ao meu pai.
De Fushimi, onde mora minha família de intercâmbio até Uji, são cerca de 30 minutos de trem JR, havia combinado de encontrar-los as 14:00, mas antes disso dei uma passadinha no templo Byodoin.
Entre a estação de JR e o templo é preciso caminhar uns 15 minutinhos por ruas pequeninas. Chegando na ponte de Uji, que também é um cartão postal da cidade e vale umas fotos, há uma pequena bifurcação. A rua da esquerda nos levou direto até a entrada do templo. Como estávamos um pouco corridos, não tivemos tempo de xeretar as lojinhas, mas minha lembrança de alguns anos atrás é que Uji é um ótimo lugar para comprar lembrancinhas.

Ponte de Uji

Não é atoa que o Byodoin esta estampado na moeda. O templo é lindo, um jardim japonês maravilhoso com um lago no centro, o templo fica no meio do lago e para entrar é preciso atravessar uma pequena japonesa vermelha. Quem atravessa a ponte (para entrar é preciso comprar uma segunda entrada) tem a chance de reparar nas pedras que compõem as margens do lago de diferentes tamanhos formando quase que um degrade. O reflexo do templo no lago é muito bonito.

 Em volta do lago há muitas arvores, o jardim é muito caprichado e muito decorado. Como estamos no inicio do inverno, ainda tivemos a chance de encontrar algumas arvores de Mapple com as folhas lindamente coloridas.

Entrando no templo, há um enorme pavilhão onde um Buda grande descansa. Ao lado do Buda, há pequenas e lindas estátuas. Cada uma tem um detalhe especial, seja um instrumento musical, seja uma lanterna. Todas as estátuas são diferentes.

 E quase que me esqueço do meu detalhe preferido. No alto do templo repousam duas maravilhosas Fênix de Bronze. Um detalhe que pode passar desapercebido para muitos. No entanto, a simbologia por trás dessa ave que nunca morre protegendo o telhado de um templo de mais de 1000 anos de idade me chamou muita atenção desde minha primeira visita.

 O ingresso do templo dá direito a visitar o museu onde estão expostas as peças originais do templo. Exceto o grande Buda, todas as outras peças expostas fora do museu são replicas, isso por causa da conservação delas. Dentro do museu elas ficam expostas a muito pouca luz e por isso estão em ótimo estado. Aproveitamos para olhar os pequenos detalhes de pertinho. Reparei na textura dos sinos, nos instrumentos que as estátuas pequenas carregam e quando cheguei na fênix, perdi uns minutos olhando como a cauda esta pregada… bem interessante.
Saindo de lá caminhamos até a casa de chá dos Nakamura, o real motivo da minha ida até Uji. A casa de chá é muito bacana. Na entrada esta estampado o símbolo da família, usado desde de tempos ancestrais. Reza a lenda que o primeiro Nakamura era uma bravo Samurai e dai vem o emblema da família.

A casa em si é bem antiga, toda de tatami. Na entrada há uma loja de produtos Nakamura – feitos de chá vede – ali o fogo fica sempre acesso, durante o inverno os clientes são convidados a tomar um pequenino copo de chá quente e no verão, chá gelado.
Saindo da loja há um pátio com um jardim japonês, alguns pinheiros estão plantados de modo a formar um barco. Nos fundos do jardim há uma casa de chá.

 Os Nakamura, como sempre muito receptivos nos convidaram a tomar algo. Escolhi um sorvete de creme acompanhado de frutas e bolo de chá que é uma verdadeira iguaria (juro que não sou mega fã de chá, muito pelo contrário, só tomo quando realmente preciso, o que no Japão ocorre bem mais freqüentemente que no Brasil, mas o bolo vale a pena) e meu pai escolheu um sorvete de chá verde com frutas (segundo ele um pouco amargo demais ), mas como o sorvete vem servido numa taça de bambo, não deixa de ser uma experiência diferente.
Terminada a sobremesa, resolvi abusar uma pouco da hospitalidade e perguntei se eles não poderiam nos servir um pouco do chá usado nas cerimonias do chá. Queria que meu pai experimentasse um pouco do chá verde, amargo espumante e cremoso servido há seis gerações pelos Nakamura. Eles prontamente atenderam o pedido, e de forma mais linda do que esperávamos.

Detalhe na casa dos Nakamura

Fomos convidados a entrar na casa da Avó Nakamura ( ela é a atual dona da casa de chá) que nos recebeu com sorriso no rosto e nos guiou pelos lindos aposentos de tatami, fomos convidados a visitar as pequenas casinhas onde se realiza a cerimonia do chá de verdade, ela nos explicou que a porta da casa é muito baixinha para que antigamente os Samurais não entrassem portando espada. A casa é um pouco escura, chão de Tatami onde é servido o chá e teto de palha. Durante a cerimonia todos os detalhes fazem a diferença, desde a cerâmica usada para servir o chá aos utensílios de preparação, um ritual muito lindo. Ao redor da pequena casinha há um mini jardim, como a simplicidade é um fator importante o jardim é composto de pedras, bambo, plantas e água.


De volta a casa, a avó pessoalmente nos preparou o chá.

Ela preparou exatamente da maneira como prepararia durante a cerimonia, usando todos os apetrechos necessários. Antes do chá comemos um pequeno doce. Como o chá é bem amargo a função do doce é preparar o paladar para receber o chá, que é servido bem quente. Os doces de cerimonia do chá costumam ser muito bonitos, esse amarelinho que comemos, era um doce de ovo, muito parecido com nossos fios de ovos.


Antes de tomar o chá, há toda uma etiqueta. Ao receber a cumbuca, você segura com as duas mãos, levanta a cumbuca, agradece e depois gira a tigela meia volta no sentido horário e aí sim bebe. Ao terminar de beber, você volta a girar a tigela meia volta, mas dessa vez no sentido anti horário.
Depois de tomar duas rodadas de chá, visitamos o pequeno templinho em um dos quartos da casa, no Japão este tipo de templo em casa é bem comum. O bacana é que no templo dos Nakamura estão expostas fotos de seis gerações da família. Nosso amigo nos explicou que todas as manhãs ele acende incenso toca o sininho e oferece um pouco de arroz e frutas a seus antepassados, aí ele reza uma oração e só depois disso sai para trabalhar.
É, acho que a experiência do chá acabou sendo bem mais profunda do que imaginávamos e além de rever amigos queridos ganhei mais um importante aula de cultura japonesa.

 Quem for para Uji, não deixe de dar uma passada na casa de Chá Nakamura, o lugar é bem bacana, acho que vocês vão gostar. O chá verde japonês é bem diferente do chá Brasileiro, mas a experiência é tão cultural que vale a pena.
Há também um corner Nakamura que fica dentro da estação de Kioto, uma boa para quem quer experimentar um chá sem precisar ir até Uji.

Localize-se

Templo Byodoin

http://www.pref.kyoto.jp/visitkyoto/en/theme/sites/shrines/w_heritage/08/

http://www.sacred-destinations.com/japan/kyoto-byodoin.htm

Estação de JR: Uji

Entrada: 600 Yens (Templo + Museu) | Entrada no Hall do Buda (300 Yens)

Aberto das 08:30 as 17:30

Casa de Chá Tokichi Nakamura

http://www.tokichi.jp/english/about/index.php

10, Ichiban Uji , Uji-shi, Kyoto
TEL: (81) 774-22-7800

Veja também:

Seja bem vindo a Kioto: http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/01/23/seja-bem-vindo-a-kioto-eki-estacao-de-kioto/

Em casa do Outro lado do mundo – Um relato de intercambio no Japão: http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/01/17/em-casa-do-outro-lado-do-mundo/

Japão:  http://ideiasnamala.wordpress.com/2010/11/01/japao/

Conheça os encantos de Miyajima, uma das ilhas mais lindas do Japão: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/10/21/miyajima-desvendando-um-dos-lugares-mais-fotografados-de-japao/

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Tóquio |conheça o cruzamento mais lotado do planeta: http://ideiasnamala.wordpress.com/2010/11/06/shibuya-o-cruzamento-mais-lotado-do-planeta/

Tóquio| Os jardins do palacio Imperial: http://ideiasnamala.wordpress.com/2010/12/19/jardins-do-palacio-imperial/

Em casa do outro lado do mundo

Há alguns anos atras, ainda nos tempos de colegial da escola, tive a chance de fazer um intercâmbio um pouco diferente. Enquanto o pessoal da minha classe optava por países mais comuns como Estados Unidos e Austrália, eu escolhi ir para o Japão.
Sempre que ouço a pergunta “por que Japão?”, respondo com outra pergunta, mas porque não Japão? O fato é que nós Brasileiros não descendentes de Japoneses sabemos muito pouco sobre esse pequeno arquipélago do outro lado do mundo. Sabemos dos vulcões, terremotos e tsunamis. Sabemos da quantidade enorme de pessoas que disputam uma vaga no metro em horário de pico, que se alimentam de peixe crú, bebem chá verde e que sei lá, tem o estranho costume de andar por aí vestindo kimono e sandalias de dedo…
E foi assim que achando que sabia um pouco e sabendo muito menos do que achava fui parar no Japão onde fui incrivelmente bem recebida por pessoas maravilhosas que não perderam uma oportunidade de me ensinar tudo o que podiam e sabiam. E quer saber, eu não podia ter escolhido melhor.
Meu intercâmbio foi um intensivão de aprendizado, assim que deixei a barreira da língua para trás enfrentei uma serie de barreiras culturais, que ao mesmo tempo que são dificies, são lindas. Recebi convites diversos, de festival de dança a jogo de baseball, de aula de taiko (tambores japoneses) a cerimonia do chá, de treino de arco e flecha (kyudo) a aula de caligrafia. Feliz da vida aceitei a todos os convites sem nem pensar duas vezes, fosse para varrer templo as 5:00 da matina, fosse para carregar as sacolas de compra de supermercado da minha tia mais velha eu topava todas.
Família foi uma das partes mais importantes do meu intercâmbio, desde o inicio me senti muito bem acolhida e aos poucos fui conquistando meu espaço até me tornar um membro da família. E como mãe é mãe em todo o lugar do mundo, ela carinhosamente se engajou em me ensinar tudo o que podia e sabia, não só sobre a cultura Japonesa, mas também sobre a vida. Meu deu broncas quando precisei e elogios quando mereci.

Hoje, de quando em quando, me sinto na total responsabilidade de ligar para o Japão e contar como estou e saber como elas estão (minha família japonesa é um verdadeiro clube da luluzinha: mãe, tia e Irmã.)
Hoje quase 8 anos depois do intercâmbio, essa mesma família me recebe com o mesmo entusiasmo e dedicação. É a segunda vez que os visito depois do meu intercâmbio e pela segunda vez sinto essa sensação de estar em casa a quilômetros e quilômetros de distancia. Dessa vez trouxe meu pai Brasileiro para conhecê-las, misturar um monte de japinhas pequenas com meu pai, uma grandalhão com mais de 100 quilos que não fala uma palavra de japonês foi uma experiencia antropológica genial. Nossos jantares estão forrados de comida gostosa, de lembranças boas e de novidades. É muito bom reencontrar pessoas queridas, melhor ainda estar em casa.

É por isso que sempre digo, intercambio é uma experiencia única, seja para onde for, quem tiver esta oportunidade abrace com carinho e viva um dos melhores anos da sua vida!

Veja também:

Japão:  http://ideiasnamala.wordpress.com/2010/11/01/japao/

Conheça os encantos de Miyajima, uma das ilhas mais lindas do Japão: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/10/21/miyajima-desvendando-um-dos-lugares-mais-fotografados-de-japao/

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Primavera no Japão | As lindas flores de cerejeira: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/09/25/primavera-na-japao-e-as-flores-de-cerejeira/

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Um passeio pelas ruas e fontes Romanas

Essa é uma sugestão de passeio bem gostoso para quem gosta de caminhar e quer conhecer o centro de Roma e suas famosas fontes.
Comece a caminhada pela estação central de Roma, a Termine em frente a Piazza del Cinquecento (olhando de frente para a estação) vire a esquerda na Via Cavour até chegar a primeira parada do dia, a bonita igreja Santa Maria Maggiore. Pela própria fachada já da para ver como a igreja foi sendo reformada ao longo dos séculos. A parte de dentro também é bem bonita e merece uma visita.
Saindo de lá, contorne a igreja e siga reto pela via Agostino Depretis e dali continue caminhando sempre reto. A rua vai mudar de nome algumas vezes. Primeiro ela se transforma na Via delle Quattro Fontane, o porque dessa mudança fica bem claro quando você passar pelo cruzamento das quatro fontes, uma fonte em cada lado do cruzamento. Sensacional!

Um pouco a diante a rua muda de nome uma terceira vez e passa a se chamar Via Sistina. Mas nesse meio tempo você passará por uma série de casarões com detalhes arquitetônicos bem interessantes.

Só mais alguns quarteirões e você chegará na Igreja Trinità dei Monti, com uma vista panorâmica para toda a cidade de Roma e a famosa escadaria Espanhola, como é conhecida a Scalinata Trinità dei Monti.

Desça as escadas até chegar na Piazza de Spagna (Praça de Espanha) onde há uma pequenina fonte em forma de barco.

Nossa próxima parada será a Fontana de Trevi, e para chegar lá você pode entrar em uma das ruas que saem da Piazza de Spagna, a Via Condotti é uma boa opção. Siga por ela até chegar a uma grande avenida chamada Via del Corso, essa é uma das principais ruas de Roma. Nela e em suas travessas estão as lojas mais chiques da cidade, para que gosta de umas comprinhas, tai um belo lugar para babar pelas vitrines.
Siga caminhando pela Via del Corso alguns quarteirões, depois de passar pela Piazza de Collona e namorar o lindo obelisco branco repleto de relevos (a galeria em frente o obelisco e do mesmo lado da rua que você está caminhando, vale uma parada. Nem quem seja só para fotos).

Passado o obelisco, viire a terceira esquerda na Via delle muratte que te levará direto e reto a linda Fontana de Trevi. (Fonte de Trevi)
Uau!!! O mais impressionante é que a fonte não esta no centro de uma praça como outras fontes romanas, mas apertada entre muitas construções.

Repare na beleza das esculturas, no som de água que contrasta com o barulho dos turistas. A Fontana de Trevi é um desses lugares que preciso visitar todas as vezes que vou a Roma e mais de uma vez. E chegando lá você entenderá o porque.

Quando estiver pronto para seguir adiante com o passeio, volte pela mesma rua que você chegou. Atravesse a Via del Corso, a ruazinha na sua frente se chama Via di Pietra e ela te levará direto ao Templo Adriano, um conjunto de colunas Romanas de encher os olhos.

Continue seguindo em frente e qualquer uma das ruas te levará ao Pantheon, onde estão enterrados grandes Romanos, como por exemplo Vittorio Emanuelle. Esse é outro lugar especial e que merece algum tempo de dedicação. Começando pela pracinha onde esta o Pantheon, rodeada por casinhas antigas. No centro há um obelisco egípcio rodeado por uma fonte. Com sorte você encontrará algum artista de rua fazendo uma bela serenata em Italiano.

Olhe agora para o prédio do Pantheon, as paredes antigas, as colunas romanas, só que do lado de dentro o prédio é completamente diferente, a coloração marrom do lado externo dá espaço a uma estrutura de mármore, com muitos detalhes coloridos. Ornamentada com muitos anjos e alguns quadros.

Mas sem duvida nenhuma, o detalhe mais especial do Pantheon é o teto com o centro aberto. E o mais magico é pode chover o quanto for que a água não entra no prédio.

Saindo do Pantheon, continue caminhando reto e as ruas te levarão a Piazza Navonna, uma das mais lindas e animadas praças de Roma. Um ótimo lugar para visitar com crianças pois fica repleto de barraquinhas com jogos infantis. Há também barracas que vendem pinturas e outras lembrancinhas.

E para nós brasileiros, ainda há mais um detalhe, ali esta a embaixada Brasileira.

Repare na fonte central, acho ela tão linda quanto a Fontana de Trevi. Atrás da fonte há uma igreja muito bonita com o teto todo decorado com afrescos. Vale mega a pena entrar.

Terminado o passeio aproveite para comer algo em um dos muitos lugares da região. Para comer bem e barato, minha sugestão é que você se afaste algumas ruas da Praça Navona e aí comece a procurar um lugar. Outra praça que também é turística mas tem muitas opções de Restaurantes é a Piazza Campo de Fiore, que fica algumas ruas para baixo da Piazza Navona, um quarteirão após cruzar a Corso Vittorio Emanuele.

Veja também:

Roma antiga, um banho de cultura: http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/01/11/roma-antiga-um-banho-de-cultura/

Roma: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/11/30/roma/

Tivoli – Parada obrigatória: http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/01/08/tivoli-parada-obrigatoria-e-pertinho-de-roma/

Roma antiga, um banho de cultura

Muito mais do que um símbolo ou um monumento impressionante o Coliseu é um banho de história, praticamente uma entidade romana e que apesar da fama turística, tem muito a contar.Historias e lendas que vão bem além de seus sei lá quantos mil anos de existência se revelam timidamente em cada detalhe, cada pedregulho, cada degrau.

O passeio começa com uma íngreme escadaria, são dois lances de escada caprichados com altos degraus. Mas prometo que o esforço será recompensado com a vista completa do recinto. Uma espécie de oval repleto de pequenas galerias… Simplesmente impressionante.

 Sugiro que você complete toda a circunferencia com bastante calma, atravessando e contemplando os arcos e aproveitando a vista de cada uma das muitas varandas. De quando em quando, de uma espiadela na vista para o Palatino e para o pomposo arco de Constantino.

 Do lado de dentro repare nos sinais que o lugar de oferece, nos restos de colunas. Imagine que surreal quando todo o coliseu era rodeado por imponentes colunas e por estatuas. Há muitos restos de estatuas e muitas texturas bacanas por lá.

 Terminado o lado de cima, desça a escadas e veja as galerias mais de perto curta um pouquinho as varandas inferiores e se despeça do Colisseu em estilo: com muitas fotos.

Do lado de fora curta um pouco o ambiente mega turístico do lugar… gladiadores romanos pousam para fotos com turistas, as barracas de lembrancinhas e sorvetes mais caras da cidade e no fundo o Arco de Constantino.

 O ingresso de entrada ao Colisseu também te da o direito de entrar no que é a minha parte preferida de Roma, as ruínas Romanas incluindo o Fórum Romano e o Palatino. O ingresso vale por até 48 horas, mas só te da direito a entrar uma vez em cada lugar.

Sugiro que você comece a explorar as ruínas romanas pelo Palatino e deixe o fórum romano para o final, isso porque há duas saídas perto do fórum romano e esse mini planejamento vai deixar sua vida mais fácil.

 Caso você goste de história, tai o lugar certo para você levar e ler seu guia de Roma. Cada casa, casa construção tem uma explicação bacana e com um guia na mão, fica bem mais fácil de entender.
Ah, esse é um passeio bem longo. Prepare-se para gastar pelo menos uma manhã ou tarde inteira entre as ruínas e o Coliseu. Claro que tudo isso depende do tamanho do seu interesse. Mas pessoalmente acho tão fantástico que não me imagino fazendo o percurso de maneira mais rápida. Ah, e alem de andar uma distancia considerável subindo e descendo, vale lembrar que o solo é bem irregular, com muitas pedras e buracos eu se fosse você iria de tênis.

Templo Rômulo

 Entre as muitas ruínas, sugiro que você de uma atenção especial ao Estádio do Palatino, o Templo das virgens vestais, o templo de Rômulo e o templo de Saturno. É claro que é tudo lindo e que seu gosto pode ser completamente diferente do meu em relação as preferencias, mas deixo aqui um cheirinho do que eu mais gostei.

Estadio do Palatino

Templo das Virgens Vestais

Templo de Saturno

Localize-se:
Coliseu, Palatino e Fórum Romano:

http://www.rome.info/colosseum/
metro: colosseu
Entrada: 12 euros – valido por 48 horas
Desconto para membros da união européia menores de 25 anos ou maiores de 65.

Veja também:

Roma: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/11/30/roma/

Um passeio pelas ruas e fontes romanas: http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/01/15/um-passeio-pelas-ruas-e-fontes-romanas/

Tivoli – Parada obrigatória: http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/01/08/tivoli-parada-obrigatoria-e-pertinho-de-roma/

Tivoli: parada obrigatória e pertinho de Roma

É difícil passar alguns dias em Roma e não se encantar com as ruínas, com as fontes, com as ruas, com a comida… ah, Roma. Entretanto, a ideia deste post é te confundir um pouco  e mostrar algumas ótimas razões para você dedicar pelo menos um dia do seu roteiro para fugir de Roma e descobrir que bem pertinho de Roma há um outro belo paraíso a ser explorado… Tivoli.
Tivoli fica a pouco menos de 30 km de Roma e é bem acessível tanto de carro, quanto de ônibus. Chegando lá, existem algumas opções de passeio, minha sugestão é que você escolha umas duas ou no máximo três paradas, sendo que a Villa d’Este é imperdível.  Para decidir que passeio tem mais a sua cara, passe no escritório de turismo da cidade, que fica do lado da parada do ônibus e pegue um mapinha grátis. Abaixo vou contar um pouco sobre os dois passeios que escolhi e que gostei muito: Villa d’Este e Villa Adriana.

Villa d’Este

Construída pelo cardinal Ippolito d’Este  e projetada por Pirro Ligorio em 1550. A vila é um verdadeiro festival de fontes e águas que vem direto do rio Aniene por meio de canos subterrâneos que atravessam as ruas da cidade medieval.
O passeio começa com uma visita ao antigo palácio cujas paredes estão repletas de pinturas eo teto coberto de afrescos coloridos. Da para ver que o tempo eo o flash de turistas descuidados castigaram um pouco as cores das paredes que estão consideravelmente mais pálidas que o teto, mas nem assim deixaram de ser muito belos. a quantidade de detalhes e de cores é incrível.

Depois de visitar alguns aposentos, um turista atento percebe que o silencio do palácio é quebrado por um forte e delicioso cantos das águas caindo. Mais alguns passos e uma porta te leva ao jardim. Do alto do jardim a intensidade do som aumenta, o verde dos ciprestes se mistura com o amarelado do outono formando um lindo cenário.


Descendo cuidadosamente os muitos lances de escada você terá muitas opções de caminho, cada um deles te levará a pelo menos uma fonte diferente.

 O jardim também merece um destaque, e fica especialmente bonito na primavera e no outono. Aproveite para caminhar devagarzinho e desvendar cada um dos detalhes escondidos na fonte do Órgão, que a cada duas horas abre suas Portinhas para um mundo musical.

 Aproveite para desvendar as diferentes faces das 100 fontes, para curtir a grandiosidade da Fonte de Neptuno, se ver refletido em meio a natureza no espelho d’água, descobrir os encantos da Fonte dos dragões e da Fonte de Rometta ou pequena Roma, com alusões a Tiberina, a Romulo e Remo e a coluna de Trajano.

Fonte de Netuno

100 fontes

Fonte de Rometta

Separe pelo menos uma manhã ou uma tarde inteira para curtir esse espetáculo. Afinal, quem viajou uma hora para chegar aqui, não pode ter pressa.

A Villa d’Este fica na Piazza de Trento e a entrada custa 8 euros.
Aberto de Terça a domingo das 09:00 até uma hora antes do por do sol.

Villa Adriana

 Considerada pela magnitude de sua arquitetura um mais importantes resquícios de Roma ancestral, a Vila Adriana esta localizada aos pés da cidade de Tivoli, a seis quilômetros do centro (onde ficam a Villa d’Este, a Villa Gregoriana e outros locais de importância histórica.)
Para quem gosta de história e de ruínas eu diria que é uma parada e tanto. O lugar é enooorme e o que sobrou dos prédio é incrível.

Teatro Marítimo 

Pessoalmente fiquei encantada com o Teatro Marítimo e com os resto do antigo palácio como a biblioteca e o salão do filosofo.

Ah, como o lugar tá bem mal sinalizado, esse é o tipo do passeio que merece um audio guia.

A Villa Adriana fica na Via di Villa Adriana e a entrada custa 8 euros.
Aberto das 09:00 até uma hora e meia antes do por do sol.

Como chegar a Tivoli
Pegue a linha B (azul) do metro sentido Rebibbia e desça na penúltima estação: Monte Mammolo. Ainda no subsolo, numa espécie de café bar, compre seu bilhete para Tivoli da Companhia de ônibus Cotral por dois euros. (Se quiser ganhar uns minutinhos na volta, você já pode comprar o bilhete de volta.)
Suba as escadas rolantes para o térreo e procure a plataforma de Tivoli. Os ônibus saem de 15 em 15 minutos.
A viagem leva cerca de uma hora e Vila D’este é uma das ultimas paradas.

Para chegar a Villa Adriana:
Pegue o ônibus número 4 sentido Roma. E esteja preparado para caminhar um km entre o ponto de ônibus e a entrada da Villa Adriana. E na volta mais um km entre a Villa Adriana e o ponto de ônibus.

Veja também:

Roma: http://ideiasnamala.wordpress.com/2011/11/30/roma/

Roma Antiga: http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/01/11/roma-antiga-um-banho-de-cultura/

Stonehenge & Salisbury: Mito e beleza

Stonehenge…

O misterioso e atraente círculo de pedras pré históricas, é um dos sítios arqueológicos mais importantes da Inglaterra e uma boa opção de bate e volta para quem tem muitos dias em Londres ou já conhece bem a cidade e esta buscando algo diferente.
A viagem entre Londres e Salisbury leva uma hora e vinte minutos e tem trem de meia em meia hora. Chegando em Salisbury você precisa pegar um ônibus até o Stonehenge, são cerca de 35 minutos de viagem. Ou seja, são quase duas horas de viagem na ida e mais duas na volta. Para quem está em um grupo grande, e encarra dirigir na mão inglesa. Alugar um carro é uma ótima pedida!

Mas para quem vai de ônibus…
Na ida o ônibus de turismo passa por dentro da cidade de Salisbury, que é uma gracinha, e vai comentando alguns pontos de interesse.


Chegando no Stonehenge, os visitantes recebem audio guias (tem em inglês, espanhol, francês,  japonês… Mas nada de português) que contam um pouco do pouco que se sabe sobre as misteriosas pedras e do lugar onde elas estão colocadas. O passeio em torno das pedras é super agradável e dura cerca de uma hora.
Uma das coisas que me impressionou foi saber que varias das pedras que não estão mais ali foram retiradas para construir casas ou outras coisas e que antigamente era comum os visitantes alugarem picaretas para picar um pedacinho de pedra e levar para casa parte do Stonehenge… Que turismo mais egoísta, não?! Hoje as pedras ficam protegidas por um cordão e nenhum visitante pode chegar muito perto ou toca-las. E ainda sim, não tão de perto, é uma estrutura impressionante. Surreal pensar em como esses pedregulhos imensos foram empilhadas sem ajuda de nenhum equipamento especial há cerca de 5000 anos atrás. E porque será que eles foram colocados lá?

O Stonehenge vive cercado por uma pacata vizinhança de Dolis, branquinhas e fofinhas. É meio estranho pensar que um lugar tão turístico não tenha sido mais explorado e não esteja cercado de lojas e restaurantes. Há uma unica loja, uma lanchonete e muitas mesinhas de pic nic ao lado do circulo de pedras e da multidão de ovelhas. Adorei o clima inspirador interiorano… bééééééhhhhh!

Outro visitante do Stonenhenge

Depois de uma volta completa em torno do círculo de pedras, e de ouvir bastante história, chegou a hora de pegar o ônibus de volta para Salisbury. No caminho de volta, quem quiser pode fazer uma parada em um outro sítio arqueológico, o Old Sarum, que são as ruínas de um castelo medieval, no entanto o frio tava bravo e o próximo ônibus só passaria dali a uma hora, e assim acabei desistindo da idéia.

 Chegando em Salisbury recomendo que você desça na parada market place, e de lá caminhe um pouco pela cidade passando e parando na Catedral de Salisbury, que é simplesmente incrível. Sem exagero uma das catedrais mais lindas que já visitei. Por dentro e por fora.

Patio – um pouco antes de chegar na catedral

 A torre da catedral é uma das mais altas da Inglaterra e é super bonita. Entrando na catedral, são vários os pontos de destaque. A fonte de batismo, que reflete as luzes da igreja de forma quase magica, o teto, as estatuas e  o altar. E quase na saída, há uma sala a parte que mostra uma das dos quatro originais da carta magna. Saí da igreja muito bem impressionada.

 E para encerrar o passeio, vale a pena caminhar entre a catedral e a estação de trem, o caminho é bem lindinho e passa por casas fofas, parques e pontes.

Detalhes da Viagem:

Como chegar & quanto custa chegar no Stonehenge:
O conjunto de pedras fica cidadezinha de Amesbury, para chegar lá é preciso pegar um trem em Waterloo até Salisbury – o trem de ida e volta custa 32,80 pounds em baixa temporada -  e de lá um ônibus turístico ( Stonehenge Tour) até o Stonehenge – mais 18,00 pounds, inclui entrada no Stonehenge.
O ônibus do  Stonehenge Tour é vermelho, bem chamativo e sai da porta da estação de trem. Não tem como errar. O bilhete do ônibus te da direito a ir e voltar entre a cidade de Salisbury eo Stonehenge parando no Old Sarum de maneira ilimitada durante todo o dia, tudo bem que não acho que ninguém vai querer fazer isso mais do que uma vez, mas vai que né… rs

Horários:
Atenção a pegadinha: de outubro a março ( primavera, outono e inverno) os ônibus do Stonehenge Tour passam de uma em uma hora, e como tem trem de Londres de meia em meia hora, se não chegar em hora cheia (10:00, 11:00 ~ 14:00) você corre o risco de ficar dentro do ônibus esperando meia hora. No verão tem ônibus de meia em meia hora casadinho com a chegada de trem de Londres. No inverno o ultimo trem sai da estação as 14:00 nas outras estações as 16:00. De qualquer forma vale a pena checar certinho no site.
Veja os detalhes de horário do Stonehenge Tour no: www.thestonehengetour.info
Veja os horário de trem em Lodres e Salisbury no: www.nationalrail.co.uk

Catedral de Salisbury 
http://www.salisburycathedral.org.uk/
Aberto das 09:00 as 17:00
A doação sugerida para a entrada é de 5 pounds, mas você pode doar quanto quiser. Eu doei 2 pounds, porque era o que eu tinha no bolso. Em dias bonitos existe um tour que sobe a torre. Não fiz, mas acho que pela altura da bichinha, deve valer a pena.