Costa norte da Califórnia de carro: veja 20 lugares que valem a parada

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Quer explorar a Costa Norte da Califórnia? Veja neste post 20 dicas de paradas incríveis com mapa. Prepare-se para se apaixonar pelas paisagens incríveis e pouquíssimo exploradas da Costa Norte da Califórnia! Vamos nessa?

Costa norte da Califórnia de carro: veja 20 lugares que valem a parada

A Highway 1 é um verdadeiro clássico da Califórnia. Se você ainda não teve a oportunidade de passar por ela, com certeza já viu em filmes, séries ou fotos. A rodovia que emoldura o litoral californiano certamente não é famosa à toa: as praias paradisíacas e super bem preservadas que surgem a cada curva fazem do trajeto algo tão inesquecível quanto os destinos propriamente ditos.

O trajeto mais popular da Highway 1 é o trecho que conecta San Francisco a Los Angeles passando por cidades como Carmel, Monterey,  Santa Cruz, Santa Bárbara, Los Angeles

Mas optei ir para o Norte porque tinha poucos dias – mais precisamente, cinco – e porque era alta temporada, o que é sinônimo de muita gente viajando. Enquanto a maioria estaria indo para o sul, eu estaria fugindo do burburinho, em uma viagem rumo ao norte conhecendo o máximo de lugares que coubessem nesse curto espaço de tempo.

Paisagens maravilhosas e praticamente desertas!

Além disso eu tive excelentes recomendações sobre essa região. São paisagens magníficas, em lugares praticamente desertos! Então basicamente é isso: se você quer ver gente e ter um pouco de badalação, vá para o sul. Agora, se quer entrar em contato com a natureza em seu estado mais puro e curtir o silêncio que compõe esse cenário, norte!

A estrada, por si só, é um show. Até cervo eu vi atravessando a rodovia – e por mais de uma vez. O que prova que por mais que o homem tenha chegado até ali, o lugar ainda é deles – dos animais, das plantas, das rochas e do imenso e bravo Pacífico.

Escolhi aqui 20 coisas bacanas que fiz nessa viagem e recomendo. Não quer dizer que entre uma dica e outra não tenha outros pontos para você parar. Acredite – tem muita coisa para fazer no caminho! A Mari fez um roteiro super completo nesse post aqui(que me ajudou bastante, por sinal!)

O que é legal é estar com o olhar atento e parar onde você tiver vontade. Mesmo se tiver poucos dias, é legal tentar não se impor tantas regras para poder apreciar o que essa viagem tem de melhor – o próprio caminho! Bora?

Costa Norte da Califórnia no mapa:

Veja todas as nossas dicas de paradas pela Costa norte da Califórnia no mapa.

1. Muir Woods

A primeira parada é um lugar bem pertinho de São Francisco, o parque Muir Woods. Para chegar nele, você terá que passar pela Golden Gate de carro, o que já é uma experiência e tanto! A ponte que é a cara de São Francisco é ainda mais impactante de perto.

E em alguns minutos você estará no parque, que considero um um excelente ponto de partida para essa viagem. Ele vai te dar um pequeno “gostinho” do que você vai encontrar rumo ao norte. As sequóias gigantes (redwoods) são uma das marcas registradas dessa região e você vai encontrá-las em boa parte dos parques nacionais.

As sequóias gigantes do Muir Woods | Imagem: Danielle Barg

Para mim, sempre é impactante chegar perto dessas árvores, porque elas nos faz sentir pequenos e insignificantes serzinhos em meio a uma majestosa e imponente floresta.

Se você gosta de fazer trilha, o local oferece três opções diferentes – das menos complexas às mais puxadinhas. E se quiser saber mais sobre o parque, a Mari explica detalhadamente tudo o que você pode ver por lá nesse post aqui!

A entrada é gratuita para menores de 15 anos, e $10 para maiores de 16 anos

2. Muir Beach Overlook

A próxima parada é o Muir Beach Overlook, um mirante de tirar o fôlego que fica pertinho do parque. Dá só uma olhada na vista!

Vale a pena cada degrauzinho para curtir a vista da Muir Beach | Imagem: Danielle Barg

Tem uma escada meio comprida para chegar até o ponto de observação, mas você verá que vale a pena a caminhada! Uma dica importante: leve uma jaqueta, porque venta muiiiiito nesse lugar!

3. Praia de Bolinas

Passamos por Stinson Beach e seguimos rumo ao norte, parando em algumas cidadezinhas só para sentir o clima das ruas, ver as casas e começar a entender um pouco mais a “vibe” da região.

Foi quando entramos em umas ruas super estreitas e acabamos nos perdendo um pouco. A sensação era de que estávamos em um bairro fechado para “não-locais”, e, um pouco ressabiados, seguimos em frente. Até que nos deparamos com essa paisagem aqui:

E quando a gente erra o caminho e dá de cara com isso? | Imagem: Danielle Barg

Não sabíamos que lugar era aquele, e, quando olhamos no Google, vimos que era a praia de Bolinas. Tem um lago super bonito que parece emoldurado com as casinhas em volta e o oceano logo ao lado.

 Viu só? Se perder também tem sua graça!

4. Point Reyes Lighthouse

O farol de Point Reyes é outra daquelas paradas com paisagens de cair o queixo. Vai exigir um pouco de força nas pernocas, porque tem uma escada beeeem comprida com muitos degraus, mas é uma delícia andar, andar, andar e chegar em um lugar lindo! Dá sempre aquela sensação de “valeu a pena”.

Farol de Point Reys: a caminhada vale ou não vale? | Imagem: Danielle Barg

Todo mundo fica de olho no oceano para ver se dá a sorte de encontrar uma baleia (dizem que às vezes elas dão as caras por ali) ou algum outro bicho. Eu não vi, mas, ainda assim, fiquei encantada com a imensidão do mar batendo nas rochas. É muito lindo!

E, de quebra, lá em cima também é um ótimo lugar para fazer fotos, apesar da ventania! Um pano de fundo desses! Good news: a entrada aqui é gratuita!

Veja mais detalhes sobre o passeio de Point Reyes neste post.

Aquele ótimo lugar pra gente fazer a foto que vai pro perfil do FB e do Insta! | Imagem: Danielle Barg

5. Valley Ford Hotel

O Valley Ford é um hotel estilo “boutique” que foi nossa primeira parada para dormir. Escolhi destacá-lo porque, apesar de não ter muito luxo, o local esbajava charme. 

O Valley Ford Hotel é um charme | Imagem: Danielle Barg

O curioso é que você praticamente não tem contato nenhum com os funcionários. O próprio check-in é feito de forma pouco usual – eles deixam a chave no restaurante/bar que fica na entrada, dentro de um envelope com o seu nome.

Mas mesmo não tendo nenhum ser humano me atendendo por ali, tudo funcionou muito bem. O quarto era super acolhedor, cama boa e quarto super quietinho. Uma ressalva especial também para este bar que foi nossa “recepção”. Gostei muito do atendimento e os pratos eram deliciosos. 

Fora que é um conforto a mais saber que você pode contar com um prato de comida gostoso a um lance de escada do seu quarto – às vezes o que a gente precisa é só de um lugar perto para se alimentar e voltar logo para o quarto e recarregar as energias!

Comida deliciosa do bar/restaurante que fica no térreo do Valley Ford Hotel | Imagem: Danielle Barg

6. Estero Cafe

Atravessando a rua onde fica o Valley Ford Hotel, você vai encontrar o Estero Café. Olhando de fora, você pode pensar que não passa de um café de beira de estrada, mas me surpreendi positivamente ao entrar.

Café de “beira de estrada” tem seu valor! | Imagem: Danielle Barg

Clima acolhedor, serviço bom e aquele “café da manhã dos campeões” que me garantiu uma boa energia para boas horas de caminhada!

Eggs Benedict do Estero Cafe: desjejum dos campeões | Imagem: Danielle Barg

7. Carmet Beach

Essa é apenas uma das paradas que fizemos na estrada. São muitas, e todas muito bem sinalizadas. Geralmente você vai encontrar algo muito parecido com isso aqui: um “bolsão” que sai da estrada com vagas para os turistas estacionarem, e um amplo espaço para se deliciar com a vista. Dá para perder uns bons minutos olhando as fortes ondas quebrando nas pedras.

Sendo assim, não necessariamente precisa parar na Carmet Beach – pare nos pontos que achar mais legais e onde estiver mais propício.

Uma coisa que vale destacar é que achei a Highway 1 uma estrada bem tranquila, então, não tivemos nenhum problema para parar em nenhuma das vezes.O fato de estar dirigindo rumo ao norte, em direção oposta à costa, exige uma conversão a cada parada. Mas nenhum mistério quanto a isso, como eu disse, é super bem sinalizado e é fácil ver de longe as paradas para diminuir a velocidade e se preparar para entrar.

Você vai encontrar mil motivos para parar na Highway 1. Uma delas é a Carmet Beach! | Imagem: Danielle Barg

8. Duncans Point

Essa é outra parada que vale a pena e que me deixou de boca aberta pelo contraste de cores. A vegetação da Califórnia é muito específica, com cores que vão do laranja ao roxo. Tudo isso combinado com a diversidade de tons de azul do oceano…aí já viu, né? Haja espaço no celular para tanta foto!

A vegetação do litoral californiano é uma atração à parte: muitas cores! | Imagem: Danielle Barg

9. Goat Rock Beach

Cheguei na Goat Rock Beach com o tempo bem fechado, mas o local consegue manter sua beleza mesmo sem sol! Vale a pena estacionar e caminhar na praia de ponta a ponta. Não é muito extensa, então o grau de dificuldade é relativamente baixo.

O rio e o mar em Goat Rock Beach | Imagem: Danielle Barg

Subindo você vai encontrar um riozinho que quase esbarra no oceano (acho linda essa combinação de rio e mar!). Descendo, uma infinidade de pedras que tornam o aspecto da praia ainda mais selvagem.

Isso sem falar das aves: elas fazem um verdadeiro balé na beira do mar. É uma farra só!

10. Point Arena Fish Pier

Eu fiquei em um hotel que ficava praticamente do lado deste píer, então, incluí-lo no roteiro foi uma grata surpresa. Se você estiver na região no horário do pôr-do-sol, não pense duas vezes e desvie o caminho para passar por lá! Por uma dessas belas coincidências da vida, chegamos por lá exatamente no fim do dia, e olha que presente que ganhamos.

Pôr-do-sol em Point Arena | Imagem: Danielle Barg

Dá para passar um bom tempo ali meditando, olhando o mar e observando o poder da natureza. Dá gosto também ver os corajosos surfistas enfrentando aquelas ondas – como se não bastasse o monte de pedra e a água gelada. Surfar é mesmo para os fortes! Respeito muito essa galera. 

11. Point Arena Lighthouse

O farol de Point Arena foi construído em 1870, mas foi destruído em 1906, quando um dos maiores terremotos da história da Califórnia atingiram a região. Por ficar bem próximo da falha de San Andreas, a destruição foi grande. Mas ele foi reerguido e, desde 1908, figura como o farol mais alto do litoral californiano.

Na entrada, você encontra um pequeno museuzinho e, se curte interessa história, poderá aproveitar as informações do tour guiado. Para mim, a graça mesmo foi subir! As escadas em formato de caracol levam até o topo do farol e, de lá, você vai conseguir ver o oceano em toda sua amplitude.  

Bora subir no farol mais alto do litoral californiano? | Imagem: Danielle Barg

O valor da entrada, sem o tour, é de $5 para adultos e $1 para crianças de 5 a 11 anos. Menores de cinco anos não pagam. Com o tour: $7.50 para adultos, e, para as crianças não muda nada.

Lá de cima a vista é linda! | Imagem: Danielle Barg

12. Van Damme State Park

O Van Damme State Park é desses que tem uma natureza beeem selvagem, com trilhas repletas de árvores e plantas de todos os tipos. Fiz a trilha mais curta, que é bem plana. Levei mais ou menos de uma hora para ir e voltar.

Tava um pouco vazio e deserto? Tava sim. Mas eu adorei! | Imagem: Danielle Barg

Fomos em um dia bem frio e estava bem vazio, foi uma oportunidade incrível para entrar em contato com a natureza. É um silêncio absurdo, do tipo que a gente só consegue ouvir no meio do mato mesmo. Só se ouve o barulho da água, porque tem um riozinho que corta boa parte da trilha.

Olhando assim parece um matagal sem fim, mas esse parque tem uma energia incrível | Imagem: Danielle Barg

Pelo que vi no site dá para acampar nesse parque, então, se você é da turma do camping, aqui tem mais informações

A entrada é gratuita, mas o estacionamento é pago. Não encontrei o valor no site mas pelo que me lembro é algo em torno de $10.

13. Mendocino

Mendocino é uma cidadezinha minúscula, porém, muito turística. As ruas são tranquilas, mas cheias de identidade, com suas casinhas de madeira pintadas em tons claros.

Mendocino: pequena e quieta, porém, cheia de personalidade | Imagem: Danielle Barg

Gostei muito também da criatividade do comércio local. Se você tiver um tempo, vale a pena entrar nas lojinhas e conferir os chocolates feitos na região, bijuterias, jóias e outros cacarecos. Também dei uma parada na Gallery Bookshop e gastei uns bons minutos ali fuçando nas prateleiras.

Entrar nas lojinhas locais garante boas surpresas | Imagem: Danielle Barg

14. Mendocino Headlands State Park

O Mendocino State Park é um lugar para encostar o carro e sair andando até cansar, apesar de eu achar difícil enjoar de olhar para as incontáveis falésias que compõem a região. O oceano é feito de um incrível degradê de tons de azul, que, mesmo nos dias menos ensolarados, brilha!

Vale reservar um tempinho para andar no Mendocino State Park e se encantar com as falésias | Imagem: Danielle Barg

A cada curva, uma surpresa. O difícil é parar de tirar foto!

15. Glass Beach

Ouvi falar muito da Glass Beach, e talvez por isso tenha criado uma expectativa tão alta. Não foi a praia mais bonita que eu vi, mas certamente vale passar por ali. Como a Mari explica nesse post, por muito tempo o local foi totalmente negligenciado pelas indústrias da região, que usavam a praia como um verdadeiro depósito.

Pegamos um pôr-do-sol em Glass Beach | Imagem: Danielle Barg

Os dejetos de vidro foram desgastados pelo oceano com o tempo e hoje o que se vê é uma infinidade de pedrinhas coloridas de todos os tamanhos, que deixaram a praia com um aspecto bem diferenciado. Não é louco perceber que a natureza conseguiu transformar uma falha humana em algo lindo? 

As famosas pedrinhas de vidro da Glass Beach | Imagem: Danielle Barg

16. Cucina Verona

Agora falando um pouco de comida, tenho três dicas apetitosas em Fort Bragg. Um deles é o italiano Cucina Verona

A comida não é extraordinária, mas o serviço é bem bom, a cerveja é gelada e o menu é bem extenso. Tem pizza, burguers, risotos, saladas, sandubas e inúmeras opções com peixes e frutos do mar.

Carne de porco recheada da Cucina Verona | Imagem: Danielle Barg

17. Silvers at the Wharf

A outra dica é o Silvers at the Wharf, um restaurante bem tradicional que fica em um píer, o que confere aquele clima delicioso de “restaurante de praia”. Durante o dia a vista deve ser bem bonita, porém, fui para o jantar.

Silvers at the Wharf é opção de restaurante para quem se hospeda em Fort Bragg | Imagem: Danielle Barg

Estava bem lotado, a impressão que deu é que boa parte dos moradores locais curtem comer por ali. Mas apesar da “muvuca”, a espera não demorou mais do que 20 minutos, e pude aguardar no bar tomando uma cerveja.

Pedi um prato com bacalhau que estava absolutamente delicioso. Se você não é fã de peixes ou frutos do mar, fique tranquilo que também encontrará opções de hambúrgueres, massas, pratos com frango, carne e muitas outras alternativas.

Pratos com peixes e frutos do mar são as estrelas da casa | Imagem: Danielle Barg

18. Brunch no EggHeads

Minha dica para um brunch gostoso é o brunch no EggHeads, um restaurante pequenininho mas bem tradicional e acolhedor. Pedi eggs benedict com batatas que realmente serviram como um almoço!

Lugarzinho charmoso para um bom café da manhã: EggHeads | Imagem: Danielle Barg

Se você pedir o café de coador (que não tem muito a ver com o brasileiro, mas tem seu valor), vai poder tomar à vontade: sempre que as garçonetes avistam as xícaras vazias já se prontificam a completar sem você nem mesmo pedir. Isso é uma coisa bem americana mesmo. 

Eggs Benedict do EggHeads | Imagem: Danielle Barg

É possível que você se depare com uma filinha, mas acho que vale a pena!

19. Historic RedWood

Se você for ao EggHeads, aproveite para atravessar a rua e ver a Historic RedWood que fica na praça bem em frente. Ali, você consegue ver as camadas de uma sequóia milenar, e a quantidade de anos e de história que tem uma árvore desse porte.

Olha o tamanho dessa sequóia! | Imagem: Danielle Barg

20. Rockfeller Forest

Finalizo minhas dicas com a incrível Rockfeller Forest, que tem entrada gratuita e fica no Humboldt State Park. Devo avisar que é bem difícil encontrar a entradinha do estacionamento e nem mesmo o Waze nos salvou. Tivemos que perguntar para alguns dos poucos turistas que estavam andando por ali e passar umas três vezes, com o olhar beeeem atento, para encontrar o local.

A gente é tão pequeno diante da natureza! | Imagem: Danielle Barg

Confesso que nessa hora eu já estava até com medo de fazer a trilha: “se foi difícil achar o lugar de parar o carro, não tenho dúvida vou me perder a pé nessa floresta!”, pensei. Mas como todos os parques que visitei nessa viagem, esse também tem trilhas muito bem orientadas. É só seguir o caminho “aberto pelo homem” que não tem erro. Você vai fazer um círculo e voltar para o lugar de onde partiu. Além disso, a maior parte é plana e o nível de dificuldade é bem baixo. A sensação de andar no meio das árvores é incrível. Não tenho dúvida que valeu a pena todo o empenho para encontrar o estacionamento!

Se você gosta de passeios que envolvem a natureza, o norte da Califórnia é o paraíso! E fechar o passeio com a Rockfeller Forest foi super especial. Recomendo! 

A Rockfeller Forest é super imponente | Imagem: Danielle Barg

E aí, curtiu nossas dicas de paradas pela Costa Norte da Califórnia?

Alguém aí já fez esta viagem e tem mais dicas?


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