Aproveitando o tempo entre uma conexão e outra – Amsterdã e Bangkok

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Texto e Imagens: KAREN ROZENBAUM

O vôo foi assim:SP > Amsterdã, Amsterdã > Bangkok, Bangkok > Luang Prabang, no Laos. 10 horas + 11 horas + umas 2h e pouco só de trechos aéreos. E, considerando as horas de espera, de conexão de um vôo para o outro, deu um total de….dois dias de viagem para chegar em um dos destinos mais especiais que já conheci. Bem vindos à ÁSIA!

Mas antes de começar a falar sobre ela, quero descrever algumas experiências que valeram à pena no decorrer do percurso e que recomendo:

1. Mini-pancakes no aeroporto de Amsterdã:

Como tínhamos cerca de duas horas até o próximo vôo, resolvemos parar para comer mini-pancakes. O mais legal foi o lugar: um café-restaurante no meio do aeroporto com xícaras enormes como se fossem as mesas, bancos e cadeiras gigantescas, daquelas que passavam na TV Cultura quando éramos crianças, lembram?

2. China Airlines, a companhia aérea mais incrível de todos os tempos: Primeiro, porque o avião tinha dois andares. Eu parecia uma criança feliz descobrindo o piso superior. Segundo, porque os assentos eram roxos e as paredes decoradas com ilustrações chinesas. Achei o máximo! Terceiro, pelo atendimento. Todos muito atenciosos, como minha TV não estava funcionando, eles até me colocaram na classe executiva!

3. Visita aos 3 Templos em Bangkok:

Ao chegar na Tailândia, tínhamos quase 8 horas até pegar o vôo para Luang Prabang. O centro da cidade ficava há uns 40min do aeroporto, então resolvemos ir até lá para conhecer um pouco da cidade.

Nos recomendaram visitar os 3 templos – Wat Phra Kaew (“Wat” significa “Templo” em tailandês) que ficam no complexo do Grand Palace. Vale à pena. São imensos. Ultra-decorados. Repare na minúcia dos detalhes:

*Alerta: não pegue um táxi dessas companhias de turismo do aeroporto, pelo menos para nós saiu caríssimo…sugiro pedir para ligar o taxímetro ou então se informar sobre algum outro meio de transporte antes.

Pegamos uma guia simpática. Apesar de não entender muito bem o sotaque dela, fiquei com algumas informações na cabeça que achei um tanto quanto curiosas:

Guardiões espirituais: o local é rodeado por 4 guardiões enormes. Eles “protegem” espiritualmente os templos e as pessoas que vinham/ vem rezar.

– Histórias desenhadas: a maneira de os budistas contarem as histórias e lendas era através das pinturas nas paredes. Não apenas nesses, mas em grande parte dos palácios por toda a Indochina, há ilustrações super detalhadas.

– Números da sorte:

1, refere-se ao Buda e, por tanto, é um número sagrado;

2, à “bíblia” budista;

3, aos Monks (monges);

4, Nada é visto ou construído com o número 4 – este dá azar e é referência à morte. Finalmente,

5, é o número da boa sorte

– O melhor amigo do homem aqui é o macaco: animais como o leão, o macaco, a cobra tem significado simbólico.

Este post faz parte do projeto

M U L T I R Ã O  D E  I D E I A S

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http://ideiasnamala.wordpress.com/mutirao-de-ideias/

Outros Posts de Karen Rozenbaum:

– DIÁRIO DE VIAGEM DA KAREN: O que vem a seguir http://ideiasnamala.wordpress.com/2012/04/08/diario-de-viagem-da-karen-o-que-vem-a-seguir/

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mari vidigal

Viajante incansável, daquele tipo que no meio de uma viagem já está pensando na próxima, na próxima e na próxima. Apaixonada por fotografia, natureza e vinhos

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