Costa Rica: dicas e roteiro de 14 dias passando pelos melhores lugares do país

Pura vida! A Costa Rica pode ser o destino dos sonhos de muitos surfistas ao redor do mundo, mas se você adora praia e natureza, pode colocar o destino na sua lista de viagens. Com muitos parques nacionais incríveis, praias de tirar o fôlego e vulcões surpreendentes, a Costa Rica vai te brilhar os olhos!

As florestas tropicais – com muitos bichos preguiças – e litoral no Oceano Pacífico e no Caribe, o destino pede uma viagem de carro passando por paisagens muito diferentes. E foi isso que fizemos! Alugamos um carro e viajamos pelo país por duas semanas (e já desejo mais). Conhecemos algumas das principais cidades da Costa Rica comoPuerto Viejo, La Fortuna, Tamarindo, Santa Teresa, Manual Antonio e San José.

Aqui, você vai encontrar tudo o que precisa saber para planejar a sua viagem para a Costa Rica: quando ir? Que moeda levar? Quantos dias ficar? E, claro, um roteiro hiper detalhado e dicas de quem conheceu o país de ponta a ponta. Vamos nessa?

Para melhorar a sua navegação, preparamos um menu clicável abaixo. Se você deseja saber alguma informação específica, basta clicar no item e ir direto ao ponto!

Planejando sua viagem para a Costa Rica

Quais documentos são necessários para viajar para a Costa Rica?

“Brasileiros precisam de visto para entrar na Costa Rica?” É a primeira pergunta de quem sonha em conhecer esse destino lindo, e a resposta é NÃO. Para entrar na Costa Rica brasileiros apenas passaporte válido, e o certificado internacional da vacina da febre amarela.

Costa Rica e a Covid-19

A Costa Rica tem políticas contra a pandemia do coronavírus bem restritas e está sempre atualizando os requisitos de entrada no país por conta disso – você pode se informar no site oficial do país, o Visit Costa Rica.

Por ora, é necessário preencher um formulário online, o Passe de Salud, 48 horas antes de embarcar, e ter comprovante do esquema vacinal completo contra o Covid-19. A Costa Rica não requer seguro viagem obrigatório, exceto para os não vacinados (que aí precisam de uma cobertura bem alta), mas eu se fosse você, não viajaria sem um bom seguro viagem.

Mas, vale lembrar também, que a Costa Rica emitiu um decreto de que a partir do dia 8 de janeiro de 2022 todos os estabelecimentos comerciais (e isso inclui hotéis, restaurante e parques nacionais) irão exigir comprovante do esquema vacinal completo.

Rio Celeste

Rio Celeste, no Parque Nacional Vulcão Tenório

Que moeda levar?

A moeda oficial da Costa Rica é o colón costa-riquenho (R$1 vale cerca de 112 colones), mas os preços e toda a economia do país é muito dolarizada. Isso significa também que o dólar é amplamente aceito em qualquer estabelecimento turístico.

Como é muito difícil encontrar colón costa-riquenho no Brasil (e, caso isso ocorra, é muito provável que os valores de câmbio sejam pouco atrativos), a minha sugestão é levar dólar e, já na Costa Rica, fazer o câmbio de metade do valor para colones.

Em compras pequenas, mercadinhos e cidades menos turísticas, vale a pena pagar em colones. Mas alguns restaurantes mais caprichados e pontos turísticos, já trazem inclusive a conta em dólar, utilizando uma conversão relativamente padronizada e, de certa forma, próximo do que você encontrará nos bancos.

Aliás, ao contrário do Brasil, as melhores taxas de conversão de dólar x colones estão nos bancos. Vale a pena trocar no máximo 10% do valor no aeroporto, e depois o restante nas próprias cidades.

E ah, considerando que você deverá fazer duas conversões (real x dólar e depois dólar x colones), a utilização do cartão de crédito acaba não sendo tão desvantajosa (mesmo considerando o IOF mais alto em relação as operações em espécie). No final da viagem, eu acabei utilizando bastante o cartão.

Qual é a melhor época para ir para a Costa Rica?

Independente da época escolhida, você vai pegar um pouco de chuva!

A Costa Rica é um país pequeno, tropical, muito úmido e com um clima que muda bastante dependendo da região em que você está. A regiões com maior altitude, por exemplo Monteverde e La Fortuna, as chuvas aparecem com mais frequência – ainda assim elas são passageiras e, no geral, não atrapalham o roteiro.

De modo geral, a Costa Rica tem duas estações: a seca, entre dezembro e abril, e a das chuvas, entre maio e novembro. Mas, vale lembrar que a estação seca engloba a alta temporada (entre dezembro a fevereiro) e por isso os preços sobem bastante. É nesse período também que as temperaturas são bem altas (nosso guia disse que até mesmo os animais ficam mais “escondidos” porque não suportam o calor).

  • Seca: dezembro a abril (alta temporada e temperatura bem elevada)
  • Chuvas: maio a novembro

Talvez um meio termo seja a melhor opção. Eu viajei durante as duas últimas semanas de novembro e, apesar da previsão marcar chuva todos os dias, isso não aconteceu. Peguei algumas pancadas (geralmente no início da tarde), mas nada que atrapalhasse os planos.

Parque Nacional Costa Rica

Playa Blanca, no Parque Nacional Cahuita

Vale a pena alugar carro?

Sim! E sim! Justamente por ser um país pequeno, a Costa Rica te permite conhecer muitos lugares rapidamente. Você está em um vulcão e, duas horas depois, em uma praia espetacular. Para isso, nada melhor que uma viagem de carro para se locomover nos melhores horários.

Agora a maior dúvida é: precisa ser um carro 4×4? Antes de viajar, essa era uma questão que não conseguia encontrar fácil –e muito complicada pois a diferença de preço entre um carro convencional e um 4×4 é gigante! Agora que voltei, vamos lá!

Para os lugares que eu passei (e essa parte é importante, hein? Consigo opinar apenas para esses lugares que conheci e você vai conhecer neste post) um carro 4×4 não é necessário se você seguir o trajeto PADRÃO do Waze. Mas, como assim? Tanto o Waze quanto o Google Maps funcionam bem no país, mas o segundo te mostra algumas opções de rotas “secundárias” e com um tempo muito menor de duração – os clássicos atalhos! Para os atalhos sim, um carro 4×4 é preciso. Nós alugamos um Rav4 (SUV da Toyota e, portanto, um carro alto) e decidimos encarar alguns atalhos quando a diferença de tempo era grande e aí o caminho foi por estradas bem ruins e até mesmo alguns rios (sim, passamos por uns 10 rios e alguns até nos assustaram). Se você não tem problema com as estradas asfaltadas tradicionais, e com um pouco mais de tempo no volante, um carro convencional dá conta tranquilo!

Dicas Costa Rica

Playa Negra, em Puerto Viejo

Para pesquisar valores e alugar um carro, nossa dica é sempre conferir os preços no Rentcars.com, um site que compara os preços das melhores locadoras e te ajuda a escolher o melhor custo-benefício para a sua viagem. Outro diferencial da Rentcars é poder fazer o pagamento em Reais, sem IOF e parcelar em até 12 vezes sem juros.

É seguro viajar pela Costa Rica?

A Costa Rica é perigosa? Não! Muito provavelmente é o país mais seguro da América Central para se viajar. Em duas semanas viajando por lá, eu não senti medo ou insegurança em nenhum momento – pelo contrário. Eu e o Bruno sempre fomos muito bem acolhidos o tempo todo. É claro que isso não significa que não exista perigo, o bom senso é sempre vale, mas no geral, a Costa Rica é um país bastante seguro!

Aliás, a Costa Rica é um dos únicos país do mundo que não possui exército. Em 1949, a Constituição do país proibiu a formação de um exército regular e todo o investimento destinado a esse setor é hoje aplicado na educação. Você vai ver muitas escolas na Costa Rica!

Quanto tempo ficar na Costa Rica?

Se o seu foco for conhecer uma região específica, 7 dias é o suficiente (e diria, com aperto no coração, que 5 é o mínimo). Tem gente que vai para conhecer Santa Teresa e ficar apenas por lá, um dos melhores points para o surf, por exemplo. Outros com o foco em Manuel Antonio por conta do parque nacional.

Agora se o seu objetivo é conhecer um pouco de tudo e rodar bem pelo país eu recomendo duas semanas (e ainda faltou coisa, viu?). Eu fiquei 14 dias inteiros e foi muito legal para conhecer um pouco de tudo – e ainda preparar uma lista de lugares que ficaram faltando e que precisarei ir em uma próxima viagem à Costa Rica!

Parque Nacional Manuel Antonio

Praia do Parque Nacional Manuel Antonio

Internet no celular

Chegando em San José, no próprio aeroporto, comprei um chip de internet em um stand da Claro. Comprei a opção de 5GB por 10.000 colones, cerca de R$90 reais. A internet funcionou muito bem em quase todos os lugares. Utilizei sempre roteando os dados para o Bruno usar também no celular dele e esgotando o pacote exatamente no último dia de viagem (e olha que usamos muito o Waze e Maps, hein?).

Roteiro Costa Rica resumido

Como comentei, foram 14 dias inteiros na Costa Rica. Dividimos nossa viagem e passamos por seis bases – passando pelo Caribe, Pacífico e região central do país. Conhecemos Puerto Viejo, La Fortuna, Tamarindo, Santa Teresa, Manual Antonio e San José.

Roteiro no mapa

Roteiro costa rica detalhado

Chegou a hora de detalhar o nosso roteiro de 14 dias na Costa Rica

Nós aterrisamos na Costa Rica em um sábado pela manhã. Compramos o chip de internet no aeroporto, pegamos o carro e já seguimos viagem rumo à Puerto Viejo, o lado caribenho do país.

Dia 1: Puerto Viejo

O trajeto entre San José e Puerto Viejo foi de quase cinco horas. Nosso voo saiu de São Paulo no início da madrugada de sábado, fizemos escala na Colômbia e chegamos na Costa Rica por volta das 10h. Emendar mais uma pancada foi cansativo, mas achamos que era a melhor opção.

Puerto Viejo é uma cidade litorânea de Talamanca, na província de Limón. Uma graça! Me encantou logo de cara com por sua vibe alto astral. Muita gente de bicicleta, curtindo a praia e, claro, surfando. No maior estilo Pura Vida.

Lá, nos hospedamos na praia ao lado de Puerto Viejo, em Cocles – que eu particularmente achei muito mais bonita. Ficamos no Satta Lodge, um pouco afastado do burburinho, mas muito gostoso (estando de carro, não vimos problema). Deixamos as coisas na pousada e corremos para ver o pôr do sol na Playa Cocles.

Dicas da Costa Rica

Playa Cocles, em Puerto Viejo

Para jantar, escolhemos um restaurante bem em frente a praia, o El Flor del Caribe, que serve pratos típicos caribenhos – foi a primeira patacones das muitas dessa viagem, uma espécie de banana frita.

Dia 2: Puerto Viejo (PLAYA MANZANILLO + PRAIAS DA REGIÃO)

Segundo dia em Puerto Viejo e fomos para a famosa Playa Manzanillo e o parque Refugio Nacional Gandoca-Manzanillo. Era um domingo e a praia em si estava muito cheia, provavelmente de pessoas da região que foram curtir o dia na praia. Já o parque, localizado no final da praia à direita, estava bem tranquilo. Não há valor para entrada, mas é pedido uma doação para a conservação do local.

Roteiro Costa Rica

Playa Manzanillo

Ali já avistamos os primeiros macacos da viagem. Dá para curtir o parque sem pressa e explorar algumas pequenas trilhas e prainhas dele. Nós ficamos um bom tempo sentados em frente a disputada pedra no mar.

Depois de passar a manhã no parque, fomos voltando sentido Puerto Viejo e parando em algumas praias que estavam mais vazias. Punta Uva, por exemplo, estava no nosso roteiro mas também muito lotada de locais curtindo o domingão, então fizemos uma parada rápida.

Fizemos uma parada mais longa na Playa Chiquita, que apesar do nome não é tão pequena assim, e na Playa Chamas, também bem tranquila!

Puerto Viejo na Costa Rica

Playa Chamas, em Puerto Viejo

Para o pôr do sol, escolhemos ir dessa vez para a própria Playa de Puerto Viejo e ficamos em frente a um bar chamado Grow (M65X+98X, Limón, Puerto Viejo de Talamanca) Ali, a visão para o mar é privilegiada e o céu ganha tons de laranja e rosa de impressionar!

Puerto Viejo

Puerto Viejo

Jantamos no Koki Beach (calle principal Av71 y calle 219 caribe sur, Puerto Viejo de Talamanca), um dos melhores restaurantes da região (e vale o título)! Apesar de dizerem que é preciso reservar, nós conseguimos lugar tranquilamente.

Puerto Viejo Costa Rica

Meu prato delicioso no restaurante KOKI, em Puerto Viejo

Eu pedi camarões com vegetais e purê de batata e o Bruno escolheu um peixe ensopado que jura que vai tentar repetir em casa! Ah, boatos que um bicho preguiça vive na árvore central do restaurante e os mais sortudos jantam bem quando ele decide descer, rs!

Dia 3: Puerto Viejo (Parque Nacional Cahuita)

Dia de visitar um dos parques nacionais mais bonitos da Costa Rica, o Parque Nacional Cahuita. O local tem algumas opções de trilhas, sendo a completa com 9 quilômetros (bem tranquilo). Há duas entradas oficiais: a Playa Blanca (já próxima à praia do parque – então muita gente entra por lá com o objetivo de ir direto para a praia) e a Puerto Vargas.

Cahuita Costa Rica

Parque Nacional Cahuita

A nossa sugestão é entrar por Puerto Vargas, deixar o carro estacionado ali, fazer a trilha completa e sair pela Playa Blanca. De lá, pegar um táxi de volta ao local que você deixou o carro. Foi o que fizemos após sugestão da dona da nossa pousada e achamos que é o que mais faz sentido mesmo!

Costa Rica Cahuita

Ponta Cahuita, do Parque Nacional Cahuita, vista do alto

O parque é muito bonito e repleto de animais: muito macacos, guaxinins, aves bonitas e, claro, bicho preguiça – o símbolo nacional do país.

Planeje sua visita (site oficial)

  • Horário de funcionamento: diariamente das 08h às 16h
  • Ingresso: U$ 6

Na volta do parque passamos na Playa Negra, uma praia de areia escura onde demos também a sorte de ver um arco-íris por inteiro. Almoçamos no La Nena, outro restaurante de comida caribenha (muito bem servido e gostoso) que vale a pena conhecer!

Praias Costa Rica

Arco-íris surreal na Playa Negra!

O que comer na Costa Rica

Almoço na La Nena! Era tão bonito que mereceu registro!

O fim de tarde foi novamente na Playa Cocles (ganhou meu coração!) e ainda sobrou espaço para um jantar mais tarde no Bamboocha, um restaurante honesto de comida italiana.

Dia 4: La Fortuna (Catarata La Fortuna)

Deixamos Puerto Viejo (infelizmente, porque eu adorei a vibe desse lugar!) rumo à La Fortuna, principal base para quem quer conhecer o famoso vulcão Arenal. A viagem foi longa e, então, decidimos otimizar e já ir direto para a Catarata La Fortuna, outro ponto turístico famoso da região.

Catarata La Fortuna

Catarata La Fortuna

São 75 metros de queda d’água (e bem gelada, viu?), mas depois de tantos lances de escada, um mergulho naquela água azul cristalina é quase que inegável. A força da água é surpreendente e rende fotos bem especiais. Na base da cachoeira, para o lado esquerdo, também se forma um rio bem mais calmo para quem ficar com receio da grande Catarata. Vale a pena!

Planeje sua visita (site oficial)

  • Horário de funcionamento: diariamente das 7h às 17h
  • Ingresso: U$ 18 (dá para comprar antecipadamente no site oficial)

Depois de curtir a Catarata, seguimos rumo ao nosso hotel de La Fortuna – e já começamos a enxergar o vulcão.

Nós nos hospedamos no Arenal Observatory Lodge & Spa. Escolhemos este porque ele fica bem na base no vulcão Arenal e queríamos ter a experiência de estar sempre olhando para o vulcão. O hotel é muito famoso entre os fãs de observação de aves, o birdwatching, haviam muitos hóspedes com câmeras gigantescas fotografando os pássaros a todo momento. Apesar de toda a estrutura (que, verdade seja dita, é incrível), nós achamos a localização dele ruim – é bem afastado do centro de La Fortuna, cerca de meia hora de carro.

La Fortuna Costa Rica

Vista do Vulcão Arenal do nosso hotel (conseguimos o registro do vulcão por completo às 5h)

Aqui, também já vou abrir um parênteses para dizer que é muito difícil ver o vulcão inteiro. Por lá, nos explicaram que no topo do vulcão existe um micro clima específico, então mesmo que o céu esteja 100% azul, o topo do vulcão estará nublado! É bem difícil de enxergar o topo de vulcão todo “limpo” e, quando acontece, é algo bem rápido.

Nesse dia ainda fizemos duas trilhas dentro do próprio hotel e jantamos por lá mesmo.

Dia 5: La Fortuna (Rio Celeste e Hot Springs)

Dia de conhecer o famoso Rio Celeste, que fica dentro do Parque Nacional Volcán Tenorio. De La Fortuna até ele são quase duas horas e no local não é permitido entrar com nenhum tipo de comida ou alimento na bolsa. A trilha dentro do parque é relativamente tranquila e, para chegar na base da cachoeira (apenas para contemplação) também são diversos degraus de escada.

O que fazer na Costa Rica

Rio Celeste

Também dá para conhecer a nascente do rio e ver onde acontece o fenômeno físico que causa o fenômeno óptico – originando o tom celeste das águas. Planeje uma manhã inteira por ali para conhecer o parque todo com calma.

Planeje sua visita (site oficial)

  • Horário de funcionamento: diariamente das 08h às 14h
  • Ingresso: U$ 12

Almoçamos em um restaurante próximo a saída da parque (o restaurante Garza del Sol) e logo voltamos para o hotel. La Fortuna é conhecida por suas águas termais: águas que brotam da terra já aquecidas. Muitas delas ficam dentro de hotéis privados (considere se hospedar em um deles caso você goste muito dessa atração) e quase todos oferecem um day use para curtir essas águas.

Nós escolhemos conhecer as hot springs mais conhecidas dali, as que ficam dentro do hotel Tabacón Thermal Resort & Spa. Compramos um ingresso que valia para curtir as águas termais das 17h às 22h e ainda incluía o jantar (U$ 70). O preço é salgado, mas no fim achamos que valeu a pena pela experiência e estrutura. Atenção: para esse ingresso de day use é preciso comprar antecipadamente já optando pelo dia e horário que irá visitar.

Costa Rica o que fazer

Uma das piscinas naturais do Tabacón

Conseguimos curtir bastante as águas termais do hotel (são várias piscinas e com muitos cantinhos com intensidades diferentes das cachoeiras), o banheiro tem uma estrutura bacana para tomar banho depois e achamos o jantar bem gostoso.

Dia 6: La Fortuna (Mistical Hanging Bridges + Bogarin Trail)

Nós optamos por não incluir Monteverde no nosso roteiro, uma cidade que é bem famosa por seus parques com pontes suspensas e tirolesa – a achamos que não valia a pena encaixar. Então, em La Fortuna, decidimos conhecer o Mistical Hanging Bridges, que tem a mesma proposta.

Roteiro Costa Rica

Mistical Hanging Bridges

O parque é bem bonito, as pontes são legais e bem altas também. Infelizmente pegamos umas pancadinhas de chuva durante o percurso , mas nada que atrapalhasse o passeio. No final das contas, achei o preço do ingresso muito alto para o que o parque oferece, mas é uma opção para quem quer conhecer pontes suspensas e não vai para Monteverde.

Planeje sua visita (site oficial)

  • Horário de funcionamento: diariamente das 06h às 15h30 (é preciso comprar antecipadamente)
  • Ingresso: U$ 26

Nesse dia ainda fizemos um tour no Bogarin Trail, uma reserva privada para ver bichos preguiças. Achamos uma boa opção para “preencher” mais um dia em La Fortuna – e que vale a pena para quem quer aprender mais sobre os animais e vê-los de perto. O tour dura quase duas horas e custa U$ 55.

Dicas Costa Rica

Uma das preguiças que vimos no Bogarin Trail

Antes de voltar para o hotel, decidimos conhecer as termas gratuitas de La Fortuna. Existe apenas uma na região e é bem fácil de encontrá-las. Na estrada, passando o hotel Tabacón, você verá muita gente estacionando o carro no acostamento e descendo por uma pequena trilha na lateral. As termas são ali, bem abaixo da ponte. De fato, é uma hot springs e uma opção para quem quer conhecer a atração, mas sem pagar. Achei bastante cheio e com um clima meio esquisito (afinal, debaixo de uma ponte, rs).

Dia 7: Tamarindo

De volta à praia, dessa vez do lado pacífico da Costa Rica. De La Fortuna para Tamarindo são cerca de quatro horas, então decidimos otimizar o tempo na estrada e fazer algumas paradas. A primeira delas foi na Catarata Llanos Del Cortés – uma cachoeira bem bonita, pouco turística e tranquila para conhecer.

Depois, fomos para a Playa Calzón de Pobre. Uma praia lindíssima já próxima a Tamarindo. O visual até chegar na praia também é espetacular e vale como um passeio. O trajeto final até a praia em si é feito a pé por cerca de 900 metros. Ao lado da Playa Calzón de Pobre, tem também a Playa Penca. Como tínhamos um tempo apertado, optamos por ficar mais tempo na Calzón e apenas conhecer a Penca. Se encaixar no seu roteiro, vale dedicar uma par de horas para as duas!

Praias na Costa Rica

Playa Calzón de Pobre

Em Tamarindo, nos hospedamos no Selina Tamarindo. Uma rede hotéis bem famosas na Costa Rica, principalmente entre os jovens. Além de quartos compartilhados, existem também opções individuais que são bem charmosas. A localização é bem boa, mas tivemos problemas com o nosso chuveiro.

Curtimos o pôr do sol na Playa Tamarindo e foi um dos mais lindos que vimos na Costa Rica. O céu alaranjado refletia na areia molhada, originando um visual surreal! Muito bonito!

Tamarindo Costa Rica

Pôr do sol na Playa Tamarindo

Tamarindo em si uma região bem mais badalada e é conhecido por todo mundo como “Tamagringo” – e isso se reflete até mesmo nos preços. As praias estavam bem mais lotadas do que havíamos visto em Puerto Viejo e a região é repleta de resorts e hotéis luxuosos. Não faltam opções de restaurantes caprichados (mas também dá para garimpar e escolher alguns mais modestos).

Para jantar, escolhemos uma praça na frente do Selina onde ficam vários foodtrucks com comidas de diferentes lugares do mundo. Uma delícia!

Dia 8: Tamarindo (praias do norte)

Dia de conhecer as praias do norte de Tamarindo. Começamos indo direto para a Playa Conchal, uma praia bem famosa na região (confesso que esperava mais). Depois, fomos para a Playa Minas que aí sim indico sem sombra de dúvidas. Uma praia não tão turística (os que estavam lá, eram locais) e muito bonita!

Do canto esquerdo da Playa Minas, dá para subir em um mirante, o Mirador de Playa Mina, que é espetacular! Não deixe de continuar a trilha e seguir para a Playa Nombre de Jesus, que fica do lado oposto do morro que termina a Minas.

Roteiro Costa Rica

Mirador de Playa Mina

A Playa Nombre de Jesus é uma das mais bonitas que visitamos na Costa Rica. Completamente vazia, o cenário é paradisíaco. Em sua ponta, há um morro em que dá para subir e ver as duas praias. Espetacular!

Praias na Costa Rica

Playa Nombre de Jesus

Voltamos para a Tamarindo e segui para uma atividade que estava louca para fazer: aula de surf. Opções de empresas, agências e surfistas para isso não irá faltar, mas eu escolhi a Surf Spirit Costa Rica e indico de olhos fechados. Foram mais de duas horas de aula de surf por U$ 35. Até consegui ficar em pé e tirar uma onda!

Surf na Costa Rica

Eu vibrando ao conseguir ficar de pé! Baita conquista!

Para o pôr do sol, não deixe de visitar um dia a Playa Langosta, que é a continuação da Playa Tamarindo, mas do outro lado de um morro. Então, o visual do sol descendo o mar é completo e muito bonito!

Jantamos no Shirmo Hole, um restaurante de frutos do mar bem gostoso. O ponto forte são os pratos com camarão, mas preste atenção no nível de pimenta antes de escolher o seu!

Dia 9: Tamarindo (praias do sul)

Como a nossa hospedagem no Selina Tamarindo não incluía café da manhã, decidimos começar o dia no Waffle Monkey, um lugar em frente a praia que vende, como você pode imaginar, waffle. Não é uma opção barata, mas os sabores são bem variados e muito gostosos!

Tamarindo Costa Rica

Waffle Monkey em Tamarindo

Depois, partimos para conhecer uma das praias ao sul mais famosas da região, a San Juanillo. Com uma pequena península que separa a praia em duas faixas de areia, a praia é muito bonita e nos conquistou. Passamos a manhã inteira por lá!

Na volta, fizemos uma parada rápida para conhecer a Playa Junquillal e seguimos rumo à Avellanas, que nos contemplou com o pôr do sol mais lindo da viagem. Avellanas é uma praia bem turística e, se couber no seu roteiro, vale a pena dedicar boas horas para ela. Tivemos a sorte de pegar o céu bem aberto, sem nuvens, e assistir um o sol beijando o mar por completo. Foi lindo!

Playa Avellanas

Playa Avellanas

Tamarindo Costa Rica

Pôr do sol inesquecível na Playa Avellanas

Ainda mais ao sul de Tamarindo fica a região de Nosara. Infelizmente não coube no nosso roteiro ir até lá, mas há quem diga que vale a pena dedicar um dia inteiro (e quem sabe uma noite) pela vila super charmosa. Lá está a Playa Nosara, refúgio com toque hippie e boas ondas para o surf, e a famosa Playa Ostional, um dos locais da Costa Rica em que acontece a tradicional “arribada”, quando centenas de milhares de tartarugas marinhas chegam para pôr os seus ovos na areia.

Para o jantar, optamos em ir ao El Mercadito, outra praça repleta de foodtrucks (esses um pouco mais badalados) – chegue cedo para pegar uma mesa!

Dia 10: Santa Teresa

Deixamos Tamarindo rumo à Santa Teresa. Foi neste trajeto em que pegamos vários atalhos sugeridos pelo Google Maps e acabamos passando por estradas bem ruins e riachos. No final das contas, nem reduzimos tanto assim o tempo de percurso, então valeu mais pela emoção mesmo!

As praias de Santa Teresa são muito conhecidas entre os surfistas. Lá, as ruas são todas de terra, mas nós apostamos que em poucos anos a região vai virar uma “nova Tamarindo”. Escolhemos nos hospedar no Hotel Buenos Aires que possui uma vista privilegiada para o mar. Para ter essa vista, só mesmo estando muito no alto – então se você não estiver de carro, talvez não seja uma boa localização (é uma baita subida íngreme). Também tivemos problemas com o nosso café da manhã, então a indicação não será por completo (mas a vista é de tirar o fôlego)!

Santa Teresa na Costa Rica

Vista do nosso hotel em Santa Teresa

Nossos vizinhos de quarto eram dois alemães que vieram para Costa Rica ficar 10 dias só em Santa Teresa, apenas para surfar! Pense na qualidade das ondas!

Neste dia, estávamos super cansados, então optamos por conhecer as praias mais próximas dali: a Carmen e a Playa Hermosa. Confesso que todas as praias de Santa Teresa são bem parecidas: faixa de areia larga e ondas fortes. Muita gente aluga bicicleta e sai andando para conhecer uma a uma. Ta aí uma boa opção de passeio também!

Antes de ir para a praia, comemos o tradicional casado no restaurante Soda La Carmen, bem próximo a nossa pousada. Aliás, na Costa Rica você vai ver muitos restaurantes com o nome “Soda” e, depois de passar por vários, descobrimos que esses são os que vendem os pratos típicos por preços mais em conta. É o típico restaurante caseiro, sabe? Que vende prato feito? Falando em prato típico o PF do costa-riquenho é muito parecido com o nosso e se chama “casado”. Vem arroz, feijão, salada, uma carne e a patacones. Eles são bem mais baratos e muito gostosos! Sempre pedia o meu com peixe e todos eram deliciosos!

Dia 11: Santa Teresa (Montezuma)

A cerca de 40 minutos de Santa Teresa fica Montezuma, um povoado bem hippie e gostosinho (confesso que eu esperava mais). Dedicamos a manhã inteira para conhecer a região e em poucas horas terminamos o passeio (e todas as lojas estavam fechadas). Fomos direto para a Play Piedras Coloridas que, como o nome sugere, é formada por pedras que são coloridas. Uma graça! Faça a sua torre e peça um desejo.

Montezuma Costa Rica

Play Piedras Coloridas, em Montezuma

Depois, andamos um pouco na Playa Montezuma e fomos parando nas praias em sequência. Conhecemos a Playa Cedro e a Playa Las Manchas também.

A última praia da região é a Playa Cabuya, que fica entre Montezuma e a Reserva Cabo Blanco. Ali, o curioso é o Cementerio Cabuya, isso mesmo: um cemitério. Na maré baixa, é possível ir andando pelas pedras da Playa Cabuya até a ilha onde fica o cemitério, bem pequeno e muito bem cuidado. Nós não fomos, mas havíamos lido que os túmulos são bem trabalhados e alguns até mesmo feito com conchas.

Concluído o passeio por Montezuma, voltamos para Santa Teresa. Aqui sim, existe um atalho que vale muito a pena e que te poupa mais de uma hora de percurso (mas que sim, precisa de um carro 4×4 ou um bem alto).

Fomos direto para a Playa Malpais, bem pertinho de Santa Teresa, e dela fizemos uma pequena trilha até a Playa Cuevas (mais bonita que a Malpais). Vale a pena conhecer!

Dia 12: Manuel Antonio

Dia de saída para Manuel Antonio e se você for fazer também este percurso, atenção: é necessário pegar uma balsa! O ferry faz o trajeto Paquera (cidade mais próxima de Santa Teresa) a Puntarenas (de onde seguiremos para Manuel Antonio), e vice-versa. São cinco horários de travessia por dia, então não deixe de comprar o seu bilhete antecipadamente (neste site) e se programar para não atrasar! Afinal, perder o horário da balsa faria com que você perdesse praticamente um dia inteiro de atividades.

A balsa leva 1h30 de um lado para o outro. E, saindo de Puntarenas, até Manuel Antonio são mais 2h40. Faça uma parada na famosa Crocodile Bridge, uma ponte sob o Río Tárcoles onde vivem muitos crocodilos – e eles são imensos! Vale a foto!

Roteiro Costa Rica

Crocodile Bridge

Em Manuel Antonio ficamos no hotel Shana by the Beach Manuel Antonio, uma opção bem caprichada que nós adoramos! A estrutura do hotel é incrível, com duas piscinas, bar e restaurante. O quarto era super espaçoso e confortável. Do próprio hotel, tem-se uma trilha particular para a Playa Biesanz que nós adoramos!

Praias na Costa Rica

Playa Biesanz, em Manuel Antonio

Em toda a região de Manuel Antonio, e no nosso próprio hotel, os macacos cara branca estão causando! Ao fazer o check-in, a moça nos orientou a deixar todas as janelas fechadas e tomar cuidado com pertences e alimentos. Não deu outra: deixei um biquíni meu secando na varanda e fui roubada! Chegamos de volta da praia e encontramos a cadeira e a mesinha revirada, minha canga estava lá embaixo, mas o biquíni o safado levou embora! Muitos turistas acostumaram a alimentar os bichos e agora eles estão mal acostumados e virando um problema (mesmo) invadindo os locais!

Jantamos no próprio hotel e adoramos!

Dia 13: Manuel Antonio

Aqui fizemos grandes mudanças no que já havíamos planejado. A princípio, a ideia era passar o dia em uma praia chamada Uvita, que fica a uma hora de Manuel Antonio. Acontece que gostamos tanto da Playa Biesanz, que decidimos cancelar as atividades do dia e ficar curtindo a praia ali mesmo. Até então nós não tivemos um longo período para descansar e relaxar na praia, porque sempre ficávamos pulando de uma em uma para conhecer mais opções, e como estávamos chegando no final da viagem, achamos que valia a pena descansar um pouco!

No final das contas, nesse dia pegamos bastante chuva, então achamos que foi uma troca muito justa porque pegamos a manhã de bastante sol na Playa Biesanz e depois curtimos a piscina e toda a estrutura do hotel durante a tarde, quando estava nublado e chovendo de vez em quando.

Se você estiver procurando mais atividades para encaixar nos seus dias em Manuel Antonio, temos algumas. As fotos da Playa Uvita nos chamou bastante atenção pelo grande banco de areia que se forma no mar, então pode ser uma boa incluir. Outra atração é a Cachoeira Nauyaca, pouco turística e super recomendada pelos locais (e a cerca de uma hora dali). Como o tempo estava ruim, o ingresso era caro (10 dólares) e a trilha até ela bastante longa, decidimos pular o passeio também. Em Manuel Antonio também tem a Playa Espadilla do Norte, também dá para passar algumas horas nela.

Dia 14: Manuel Antonio (Parque Nacional)

Já vou logo deixar um aviso: deixe o Parque Nacional Manuel Antonio para o seu dia inteiro na região. O parque é um dos mais famosos da Costa Rica! Apesar de ser o segundo menor do país, é o primeiro mais visitado. Isso porque o local abrange três biomas diferentes: floresta, mangue e praia. Por ser bem turístico, achamos o parque bem cheio comparado aos que já havíamos passado.

Aqui, optamos por contratar um guia para nos acompanhar no passeio. Apesar do preço salgado (U$ 45 por pessoa o guia individual | há guias para grupos coletivos também e com preço mais em conta), gostamos de conversar com locais e ir aprendendo mais sobre a natureza e os animais ali presentes. E fez toda a diferença! A nossa guia foi nos mostrando insetos e pequenos animais que jamais teríamos visto sem o seu olhar (e seu telescópio também).

Até que nos deparamos com algo surreal: oito bichos preguiça em uma mesma árvore, sendo dois machos “brigando” por uma fêmea. O parque inteirou foi à loucura. Nossa guia, que trabalha ali há 14 anos, disse que o máximo que já havia visto foram 4 animais juntos. Dessa vez eram 8 e todos em plena atividade. Ficamos quase uma hora parados só assistindo aquele espetáculo. Foi surpreendente!

Parque Nacional Manuel Antonio

Parque Nacional Manuel Antonio

Ao terminar o passeio, você fica livre para curtir o parque o quanto quiser. E aqui tem o truque de deixar o parque para um dia completo na região. A Playa Manuel Antonio, dentro do parque, é uma delícia e muito bonita. Como nosso check-out no hotel era às 14h, pudemos ficar só uma horinha ali. Vale a pena dedicar mais tempo para ela!

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  • Horário de funcionamento: de terça-feira a domingo, das 7h às 16h
  • Ingresso: U$ 18 (compre antecipado)
Parque Nacional Manuel Antonio

Uma das praias do Parque Nacional Manuel Antonio

Seguimos rumo à San José, nossa última parada na Costa Rica antes de embarcar de volta ao Brasil. De Manuel Antonio até a capital são cerca de 3 horas de estrada. Ali, ficamos hospedados no La Sabana Hotel Suites Apartments, próximo ao parque La Sabana, maior parque urbano do país.

Dia 15: San José (Vulcão Poás + Catarata del Toro)

O Vulcão Poás é um dos vulcões mais próximos de San José para se conhecer. Além dele, há também o Irazú. Sem muito critério além do que achamos mais bonito, decidimos visitar o Poás. Saímos do hotel bem cedinho pois compramos ingresso para o primeiro grupo do parque, às 8h (há número máximo de visitantes por dia). No caminho até ele já começamos a achar que não teríamos uma boa visão.

O local faz muito frio (muito mesmo!), então vá preparado. Quando chegamos, estava chovendo e muito gelado. Assistimos uma apresentação em auditório sobre os protocolo de segurança, recebemos capacete e fomos até a cratera do vulcão. Chegando lá, dito e feito: não vimos absolutamente nada do vulcão. A neblina estava tão grande e espessa que era impossível enxergar algo.

O passeio saiu caro! Mas no ingresso eles avisam que não há como afirmar que as condições meteorológicas serão favoráveis. Espero que você tenha mais sorte que eu!

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Nosso próximo passeio seria a Catarata Del Toro, mas como o tempo estava tão fechado e chuvoso, aproveitamos que não havíamos comprado ingresso antecipado (o site não estava funcionando) e decidimos não ir. Seriam mais duas horas até ela e achamos que não valeria a pena. Mas, vale incluir no seu roteiro e, com tempo bom, ir até ela. É uma das principais atrações turísticas da Costa Rica – são mais de 90 metros de altura!

Roteiro Costa Rica

Vista da Hacienda Alsacia Starbucks Coffee

Café Costa Rica

Café na Hacienda Alsacia Starbucks Coffee

Na volta do Vulcão Poás, passamos pela famosa fazenda de café da Starbucks, a Hacienda Alsacia Starbucks Coffee. Há tour guiados para conhecer a história do local (U$ 30) e isso não estava nos nossos planos, mas como o Vulcão havia sido tão frustrante e o próximo passeio já havíamos desistido, decidimos para parar. E foi uma boa escolha! Tomamos um café muito gostoso com uma vista linda para as montanhas. O lugar é super caprichado e aconchegante. Eu adorei – e se você for fã de café, considere incluir um tour no seu roteiro (não só da Starbucks, diversas fazendas da região oferecem o passeio).

Dia 16: San José (e volta para o Brasil)

Último dia na Costa Rica! Como o nosso voo era apenas às 16h40, aproveitamos para logo cedo ir fazer o exame de Covid-19 para entrar no Brasil. Até então, as autoridades brasileiras exigem um teste de todos os passageiros provenientes de voo internacional. São válidos exames do tipo PCR feitos em até 72h antes do embarque ou antígeno até 24h. Além do exame, também é preciso preencher o formulário da Anvisa. No embarque da Costa Rica nos pediram tanto o exame quanto o formulário (e muita gente não embarcou porque esquecer um deles, viu?).

Fizemos os exames no Laboratório San José, foi onde encontramos o melhor preço (e tinham 10% de desconto para passageiros da Avianca). Fizemos o de antígeno e o resultado saiu em surpreendentes 45 minutos!

Coleta feita, fomos conhecer o Mercado de Artesanías de San José. Confesso que achei todos os souvernirs muito parecidos e nada muito legal – sai praticamente de mãos abanando.

San José tem um trânsito caótico e não nos animou muito explorar o centro da cidade. Logo voltamos para o hotel para arrumar tudo e partir para o aeroporto!

Quanto custa viajar para a Costa Rica?

A Costa Rica é um dos países mais caros da América Central para se viajar e é um destino muito comum para americanos. Até por isso, a economia do país é muito dolarizada e os preços são muito atrelados ao dólar e isso torna para nós, brasileiros, uma viagem cara (principalmente no momento que estamos hoje).

Nós conseguimos uma passagem pela Avianca por um bom preço (R$1.600) e fomos dispostos a conhecer todos os lugares que tínhamos vontade, então não fizemos muitas economias por lá. Só de ingressos nós gastamos cerca de U$ 200 cada, considerando Parques Nacionais e atrações pagas.

Para efeito de comparação, uma refeição simples, um casado em uma soda, por exemplo, sai por cerca de U$ 8. Em um restaurante médio, o prato sai entre U$ 15 a U$ 20 e, em um restaurante caprichado, pelo menos U$ 25.

Mas, vale lembrar que sempre é possível economizar em hospedagens e em refeições, dependendo do seu estilo de viagem. E, claro, um bom planejamento antes da viagem faz toda a diferença!

Seguro viagem

O seguro viagem não é obrigatório da Costa Rica, a não ser que você não tenha as duas doses da vacina da Covid-19. Ainda assim, uma viagem internacional e tão incrível como essa não merece o risco de algum imprevisto aparecer, por isso o seguro é importante sempre!

É ele quem te salva caso você precise de um auxilio médico ou aconteça algo durante o voo, como atraso ou mala extraviada. Por aqui, indicamos a Seguros Promo, uma empresa brasileira que compara os seguros disponíveis no mercado e te apresenta os melhores custo benefícios, mostrando valores e tipos de cobertura!

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Malu Pinheiro
Apaixonada pelo diálogo e por viagens, levo um pouquinho do lado jornalístico a cada destino que chego. Natureza e praias estão presentes em quase todos meus roteiros - não vivo sem!

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Comentários:
Avatar Joe Cordeiro disse:

Pretendo ir à Costa Rica em julho. Seu roteiro foi muito esclarecedor. Ótimas dicas! Muito obrigado.