O que fazer em Kyoto: 30+ dicas imperdíveis

Está indo para Kyoto, antiga capital do Japão, e não faz ideia do que fazer por lá? Separamos neste post dicas infalíveis do que fazer em Kyoto e quais lugares visitar – são 30 paradas incríveis e com informações completa. Pronto para se apaixonar por Kyoto?

principais atrações em kyoto

Tenho uma dificuldade imensa para escrever sobre Kyoto. Eu morei nada cidade durante um ano como intercambista e, desde então, já voltei duas vezes para a cidade – e estou ensaiando para voltar a terceira, quem se anima? Acho Kyoto uma cidade perfeita e cheia de tudo o que amo (história, cultura, comida e pessoas). Então, elaborei uma lista bem grande (desculpe o tamanho, mas realmente vale a pena) com dicas e experiências em Kyoto.

Quer um roteiro pronto pela cidade? Então dê uma olhada neste post que monto o melhor de Kyoto em 2 ou 3 dias.

O que fazer em Kyoto
Rio Kamo em Kyoto

Mas antes, onde ficar em Kyoto?

Kyoto tem uma rede hoteleira excelente com opções de hotéis para todos os bolsos, de quartos em hostels às famosas redes internacionais. Além dos hotéis tradicionais, o Japão tem também os ryokans (tradicionais hotéis japoneses) e os hotéis cápsulas (apenas uma cama em um quadradinho para dormir apenas uma noite).

Neste outro post, fizemos uma seleção de diversos hotéis em Kyoto divididos por bairros e categorias (caprichados, bom custo benefício e econômicos). Uma das melhores pedidas de quem vai à Kyoto pela primeira vez é se hospedar próximo da estação de Kyoto (Kyoto e arredores). Assim, você estará conectado com algumas das principais linhas de transporte da cidade e conseguir acessar o metrô e as linhas de JR com facilidade, além de muita variedade de restaurantes e lojas.

Outra boa opção – e aí sou suspeita para falar pois essa região é a minha preferida – é o bairro de Gion. Nesta região está o Kyomizudera (meu templo preferido na cidade), a região do templo Nanzen-ji que é uma delícia para passear, o distrito das gueixas de Gion e o Yasaka Jinja que fica lindíssimo durante a floração do sakura. Por aqui, boas opções de hotéis são Luxury hotel SOWAKA e Laon Inn Gion Nawate.

Confira nosso guia de bairros de Kyoto completo e faça sua escolha.

Kyoto: lista das experiências mais incríveis da cidade

Para facilitar o seu roteiro, dividi as experiências em três diferentes regiões: sul, centro e norte de Kyoto. Note que cada uma dessas regiões merece pelo menos um dia de viagem, sendo que a parte central merece uns 2 ou 3. Se preferir, clique direto em cima de cada uma das regiões para ir direto ao ponto.

Não sou muito fã de listas longas, mas impossível falar de Kyoto e não citar pelo menos 30 experiências. E e olha que deixei bastante coisa para trás, viu? Pronto para, assim como eu, se apaixonar por Kyoto?

Sul de Kyoto

1. Se perder pelos toris vermelhos do Fushimi Inari

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Fushimi Inari

Esse é um dos meus cantinhos preferidos da cidade (era aqui, morro acima, que eu corria de manhã cedo antes de ir para a aula) e um dos pontos turísticos mais visitado de Kyoto. São 4 Km de toris vermelhos que se estendem montanha acima.

Eu se fosse você subiria pela trilha principal – ao chegar na bifurcação cuidado é que um loop e a chance de você dar voltas e voltas é enorme – e desceria pelo caminho escondido do lado esquerdo da montanha, que é lindo e poucos turistas conhecem. Respire um pouquinho de natureza, se encante com as dezenas de estátuas de raposa espalhadas pelo templo e sinta a energia quase mágica do local.

2. Beber sakê direto da fonte

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Antiga fábrica de Sakê em Kyoto

A região de Fushimi, ao sul de Kyoto, é uma das grandes produtoras de sakê de alta qualidade do Japão e lá você terá a chance de visitar algumas destilarias de sakê (tem também um museu) e provar da bebida direto da fonte. Esse é um programa que eu adoro e super recomendo. Veja detalhes desse passeio nesse post.

3. Ver as cores do Outono no Tofuku-ji

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Cores do outono no templo Tofukuji

Visitando o Japão durante o outono? Então você precisa visitar o Tofuku-ji, um templo repleto de pontes fotogênicas, jardins de pedra e centenas de árvores de Momiji que mudam de cor durante o outono e ficam para lá de bonitas. Durante o outono o templo costuma lotar, chegue cedo! Veja mais detalhes sobre o outono em Kioto nesse post.

4. Dar um rolê em Uji com direito a cerimônia do chá

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Casa de chá Nakamura em Uji

Uji é uma cidadezinha fotogênica ao sul de Kioto famosa por produzir chá verde japonês. Aqui você poderá ver as plantações de chá (organize um passeio com antecedência), visitar casas de chá tradicionais (caso queira participar de uma cerimônia do chá, reserve com antecedência) e conhecer um dos templos mais lindo do sul de Kyoto, o Byodoin, o templo estampado na moeda de 10 Yens.

Uma visita bem feita à Uji demora um dia todo e é uma alternativa legal para quem quer sair do roteiro turistão. Veja detalhes nesse post.

Outra opção para a cerimônia do chá é no Templo Jotoku-ji e você pode comprar antecipadamente por cerca de U$ 26 por pessoa.

5. Ver mais de 1000 budas em um único templo

Gosta de budas dourados? Quer ver 1001 deles juntos?  O Sanjusangendo pode ser uma experiência bacana para você!

Há quem ache o Sanjusangendo assustador, eu acho fascinante: um corredor comprido com 1000 estátuas da deusa Kannon – todas idênticas, com suas 11 cabeças (para entender o sofrimento humano) e 42 braços em dimensões humanas. A verdadeira Kannon teria 1000 braços para lidar e brigar com o sofrimento, mas os 42 já dão uma boa ideia, não dão?

Centro de Kyoto

6. Se encantar com as vistas e beber água sagrada no Kyomizu-dera

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Kyomizu-dera

Se tivesse que escolher apenas um cantinho de Kyoto para visitar, seria o Kyomizu Dera – o templo da água, no alto das montanhas de Higashiyama. A rua do templo é repleta de lojinhas de doces e presentes que merece ser vista com calma, mas o templo é a grande cereja do bolo. Uma construção de madeira impressionante feita sem um único prego e que tem vistas lindas de Kyoto.

O Kyomizu ganha cores vermelhas no outono, cores rosadas na primavera, folhas verdes no verão e árvores peladas no inverno, uma experiência que se transforma a cada estação. A parte alta do templo tem vistas para a cidade de Kyoto (infelizmente quase sempre cobertas por uma neblina espessa) e a parte baixa tem a cachoeira sagrada que originou o templo. São três águas com propriedades diferentes (longevidade, sucesso nos estudos e uma vida amorosa de sucesso), mas beba no máximo duas delas já que reza a lenda que beber as três gera efeitos contrários.

Dica: não deixe de visitar o pequeno templo do amor que fica na parte alta de Kyomizu Dera.

7. Se perder pelas pelas ruas antigas de Higashiyama

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Higashiyama – Kyoto

Saindo do Kyomizu Dera, a graça é se embrenhar e brincar de se perder pelas pequenas ruas e vielas de Higashiyama, um bairro repleto de casinhas antigas, lojinhas interessantes e restaurantes charmosos. Esse é um pedacinho antigo da cidade que mostra como era o Japão há muitos e muitos anos atrás.

Aqui a graça é se aventurar pelos pequenos templos e brincar de descobrir novidades – eu que já visitei a região umas 30 vezes, sempre descubro algo novo e lindo. Vá sem pressa!

8. Fazer um passeio de Rickshaw

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Se você tem vontade de fazer um passeio de Rickshaw (carrinho japonês tradicional puxado por um moço correndo), as ruas apertadas de Higashiya ou a região do Nanzenji temple são dois lugares bem bacanas para fazer esse passeio. Eu já fiz duas vezes e adoro, tanto pela chance de andar no carrinho fofo e hiper tradicional quanto pelas explicações do guia. Se você contratar o tour online tem chances maiores de pegar alguém que fale inglês, eu contratei na rua mesmo e em uma das vezes peguei um japonês que havia morado na Austrália e tinha um inglês impecável. Acho que foi sorte, mas não dá para dizer que não tem, certo?

O passeio mais básico – que já é mais que suficiente – leva 30 minutos e custa cerca de 40 dólares por pessoa reservado online (não sei se os preços na rua são diferentes, mas sei que no Japão não adianta muito pechinchar porque os preços são fixos).

9. Encontrar gueixa de verdade em Gion ou Pontocho

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Maiky caminhando com cliente no Gion

Durante sua visita aos templos mais famosos você certamente encontrará gueixas falsas, isto é, meninas (ou senhoras) fantasiadas de gueixas para fazer fotos em um local tradicional. Não se engane, estas não são gueixas de verdade, as verdadeiras são vistas (sempre de passagem, elas não posam para fotos a menos que você as contrate) entre uma casa de chá e outra nas ruas apertadas do Gyon e de Pontocho.

Aproveite a chance de ver as gueixas trabalhando, mas respeite a cultura local, nada de fotos na cara da menina (as mais novinhas são muito tímidas e se assustam) e nem pense em ligar o flash. No finalzinho da tarde sua chance de ver gueixas e maikos (aprendizes de gueixa) são bem altas. Vale falar que tanto Pontocho quanto Gion são bairros interessantes para passear com muitos restaurantes e casas de chá bacanas. Se puder reserve um lugar em um dos restaurantes de frente para o Rio Kamo (em Pontocho) e tenha uma autêntica experiência de Kioto!

Se preferir, você pode fazer uma caminhada guiada à noite por Gion. É uma excursão a pé pelo bairro, com informações em inglês, que tem início no museu Gion Omoide. Compre antecipadamente esse passeio por cerca de U$12 por pessoa.

10. Assistir a um teatro Kabuki

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Teatro de Kabuki em Kyoto

Kabuki é um teatro japonês apresentado unicamente por homens. Trata-se de uma expressão de arte hiper antiga – e interessante – que até mesmo os japoneses tem dificuldades de entender. Nas sessões menos concorridas, você poderá comprar ingressos para assistir ao primeiro ato na parte mais alta – e portanto menos nobre do teatro – o que já vale pela chance de ver as fantasias e entender o funcionamento do Kabuki.

Ainda que você não tenha tempo e vontade de assistir uma peça, vale a pena fotografar o antigo teatro de Kabuki de Kyoto, que fica nas margens do Rio Kamo, na ponte de Sanjo e é um dos cartões postais da cidade.

11. Ver a parte moderna de Kyoto e o contraste com os templos antigos

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Templo e antiga torre de Kyoto

Se você chegou em Kyoto de trem, se deparou logo de cara com a Kyoto Eki (estação de Kyoto), um prédio hiper moderno e bem diferente do resto da cidade. Vale a pena dar um passeio caprichado pelo prédio – que tem vistas bacanas da cidade, lojas hiper interessantes, duas boas praças de alimentação (uma mais chique na parte alta e outra no subsolo da loja de departamentos Isetan) e um Sky Walk (espécie de passarela que percorre toda a estação pelo alto).

Pertinho da estação de Kyoto estão os templos Honganji (os maiores da cidade) e que apesar de não serem meus preferidos da cidade, rendem fotos interessantes com a estação modernosa no fundo.

Veja minha sugestão de passeio pela Kioto Eki neste post.

12. Comer super bem na praça de alimentações da loja de departamento Isetan

Tenho poucas dicas de restaurantes em Kyoto, sei chegar nos lugares – e conheço vários cantinhos incríveis e super locais – mas não faço a mínima ideia de como eles se chamam, mas posso adiantar que a Estação de trem de Kyoto tem alguns dos meus lugares preferidos da cidade: um restaurante de sushi e uma casa de tempurá incríveis na parte alta da estação e uma churrascaria japonesa gostosa no térreo.

Agora quer uma dica que não tem erro – e com um preço ótimo? O subsolo da Isetan, loja de departamentos da Kyoto Station, tem uma praça de alimentação deliciosa com várias comidinhas rápidas e saborosas. Tem doces e salgados, tudo muito lindo como manda a tradição japonesa.

E fica a dica: lojas de departamento no Japão geralmente tem uma boa praça de alimentações, a da Takashimaya – espalhada por vários cantos do país – é ótima!

13. Se encantar com o supermercado japonês

Nenhuma visita ao Japão estará completa sem que você brinque de se aventurar pelos corredores de um bom supermercado japonês. O supermercado que fica dentro da Isetan (ainda na estação central de Kiot) é excelente. Aproveite para provar coisas estranhas e brincar de adivinhar embalagens.

Eu amo os pães, os iogurtes, os biscoitinhos e os snacks. A graça dos pães é comprar sem saber o que tem dentro – até aprender japonês direito, comprei muito pão de feijão torcendo para que fosse de queijo. Acho que vale a tentativa. Outra coisa legal são as bolinhas de arroz, onigiri, recheados com salmão ou atum cozido. Um lanchinho ótimo e super típico.

14. Ver Kyoto do alto da Kyoto Tower

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Torre de Kyoto

Para quem curte observatórios, a Kyoto Tower é o ponto mais alto da cidade e tem uma vista interessante e bem central. A neblina de Kyoto (aprisionada pelas montanhas que rodeiam a cidade) faz com que a vista não seja das mais nítidas, mas o que eu acho legal é ver a quantidade de templos (são mais de 1000) sempre identificados por seus telhadinhos ou jardins.

Durante meu ano no Japão, e às vezes que voltei, só subi na torre uma vez (e esse foi bem o dia que perdi minha máquina fotográfica). Então, não tenho fotos e confesso que tenho outros lugares para ir antes de subir em uma próxima.

15. Acompanhar o movimento do Nishiki Market

Kyoto tem vários mercados – ruas fechadas repletas de lojinhas – interessantes. Meu preferido é o complexo da Otesuji Street, em Fushimi, mas o mais famoso e possivelmente o mais vivo é o Nishiki Market (entre as pontes Shijo e Sanjo), pertinho de Pontocho. O Nishiki é especializado em comidas (peixes, vegetais, sushis, doces japas e muito mais) e suas travessas se especializam em outros produtos. Essa é uma região divertida para explorar, descobrir, fotografar e, claro, comer!

16. Ver as cerejeiras no Maruyama Park

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Maruyama Park – Kyoto

O Maruyama Koen (parque Maruyama) fica na parte de trás do Yasaka Jinja, o principal templo de região do Gyon (celebrado durante o festival do Gyon, o Gyon Matsuri), um parque super gostoso e que fica realmente lindo durante a floração das cerejeiras.

Durante meus primeiros meses em Kyoto não dei tanta bola para o parque, mas assim que as primeiras flores de cerejeiras apareceram eu mudei de opinião. Fiquei de queixo caído com a beleza do parque – e sua árvore de cerejeira tamanho família – e a forma gostosa como os japoneses celebravam a ocasião, regada a álcool e piqueniques (faça como eles, passe em uma lojinha de conveniência ou supermercado, se abasteça de coisas gostosas e coma em meio às cerejeiras).

17. Ver o show das gueixas dançantes durante a estação do Sakura

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Dança de gueixas em Kyoto

A estação das cerejeiras (Sakura) e as semanas que antecedem esse período é a alta temporada em Kyoto, estação que além de linda, conta com uma série de shows e atrações especiais como a dança das gueixas. São pelo menos três shows diferentes (cada distrito de gueixas faz o seu), sendo o Miyako o Dori (que celebra as gueixas do Gyon) o mais famoso. Se estiver na cidade durante a primavera, compre seus ingressos com antecedência e não deixe de assistir, é lindo e hiper tradicional!

18. Subir as escadas do “O Último Samurai”

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Chio-in escadaria do filme “O último Samurai”

Ao lado do Maruyama Park está um dos templos mais visitados de Kyoto e que ficou especialmente famoso após o filme “O Último Samurai”. As escadarias que aparecem em uma das cenas do filme são as escadarias do templo. Lá em cima você terá acesso a parte central do templo que é gratuita e inclui o acesso a um pavilhão lindo e sino gigante. Se estiver disposto a pagar entrada, poderá visitar os jardins do templo – que são lindos – e pouco visitados.

19. Se encantar com os jardins do Shoren-in

Se você gosta de jardins japoneses tradicionais, anote essa dica. Os jardins do templo Shoren-in são um arraso! Por fora o templo parece pequeno, desses que nem dá vontade de entrar, mas lá dentro… É muito lindo, com direito a lago, jardins de pedra e bonsais.

O Shoren-in foi dica de uma das minha famílias hospedeiras, um desses cantinhos que poucos turistas gringos visitam e que tem uma energia sensacional. Um lugar para ir sem pressa, sentar, relaxar e até meditar.

20. Passear pelo templo Nanzen-ji

O Nanzen-ji é outro complexo de templos bacanas. É amigo, Kyoto é a cidade dos templos, são mais de 1000 e visitar pelo menos uma dúzia deles é inevitável – a região é super bonitinha e também está cheia de construções antigas, incluindo um aqueduto antigão bem fotogênico.

Aqui minhas duas pedidas preferidas são o templo principal (que tem jardins lindos) e o portão de madeira no centro do “parque”. A graça é poder subir pelo portão, algo raro em templos tão velhos.

Dica: se você está pensando em dormir em um Ryokan (hotel típico japonês e algo que eu super recomendo), a região de Nanzen-ji está cheia de inn’s bacanas e bem tradicionais.

21. Se inspirar com o caminho do filósofo

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Philopher’s Path (Tetsugaku no michi)

Esse é outro cantinho especial durante a floração das cerejeiras. O Philosopher’s Path (Tetsugaku No Michi) é um caminho de pedra estreito rodeado por um canal fotogênico e dezenas de árvores de cerejeiras, são 2 km de caminhada – e de cerejeiras – entre os templos Nanzenji e Ginkakuji.

Dica: durante o outono, a dica é visitar o templo Eikan-do, que fica em uma quebradinho do caminho do Filósofo pouco antes de Ginkaku-ji.

22. Descobrir o pavilhão de prata

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Ginkaku-ji, o pavilhão de prata

Ao contrário do Kinkaku-ji (o pavilhão dourado), o Ginkaku-ji não é prateado. Ele ganhou esse nome pois antigamente era coberto de uma camada escura que ganhava a tonalidade cinza quando iluminada pelas noites de lua cheia.

O templo tem um jardim de areia maravilhoso chamado “mar de areias prateadas” e uma coleção de musgos plantados em caixinhas que são uma graça. Vale subir até a parte alta do templo para ter uma visão panorâmica interessante. Esse é um dos templos que eu mais recomendo a visita. Ele é bem diferente e, ainda que super turístico, é especial.

23. Visitar os jardim de Heian

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Patio central do Heian Jingu

O templo Heain é um templo Shintoita gigantesco – e que tem um tori (portal vermelho) muito maior que o normal – dedicado aos primeiros e últimos imperadores que regeram Kyoto. O Heian é um templo avermelhado com detalhes verdes (os telhados são ultra estilosos). O pátio central que é imenso tem duas fontes bem bonitas, um tigre e um dragão.

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Jardins do Heian Jingu – Kyoto

A joia do templo são os jardins (a entrada é paga) que ficam especialmente fotogênicos durante a primavera e tem um lago lindíssimo. Eu adorei conhecer o jardim, mas só recomendo durante a época de flores.

24. Desvendar o Castelo de Nijo

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Nijo-jo em Kyoto

Nijo é o castelo de Kyoto que, ao contrário de outros castelos japoneses, é plano e dividido em vários edifícios diferentes. A porta dourada elegante e as salas internas decoradas com pinturas famosas de tigre são o grande destaque do castelo – que não é o meu preferido no Japão, mas que sob ponto de vista histórico é sem dúvida uma visita diferente.

Norte de Kyoto

25. Descobrir o palácio imperial de Kyoto

Um dos programas bacanas – mas que exige um planejamento prévio – de Kyoto é visitar o Gosho, ou Palácio Imperial. Kyoto foi por mais de 1000 anos a capital do Japão e o palácio, que ainda pertence aos imperadores japoneses, é uma herança desse período.

Muita gente opta por visitar apenas a parte de fora do Palácio, o que eu não recomendo para quem vai para Tóquio e terá a chance de visitar jardins muito mais incríveis no atual palácio imperial do Japão, mas se você se planejar direitinho dá para fazer um tour na parte interna e aí sim vale a pena!

Os tours no Palácio são controlados pela agência da casa imperial do Japão. Para visitá-lo, você precisa se inscrever com até três meses de antecedência nesse site (em inglês) – quanto antes, maiores as suas chances de conseguir uma data bacana. Também dá para tentar na hora, no escritório de turismo pertinho do Palácio, mas é mais difícil. Os tours acontecem de segunda à sábado e são guiados em inglês ou japonês. A parte interna do Palácio é aberta ao público apenas 5 dias por ano. Nesses dias, não precisa de reserva, é só aparecer.

26. Visitar o templo de ouro

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Kinkaku-ji, o templo de ouro de Kyoto, é sem dúvida um dos cantinhos mais fotografados da cidade. Um pouco turístico demais para o meu gosto, mas indiscutivelmente lindo. Para evitar multidões, chegue cedo! Veja todos os detalhes da visita aqui.

27. Meditar nas pedras de um templo

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Jardim Zen do Ryoanji

O templo Ryoan-ji tem o jardim de pedras mais famoso do Japão. A graça é observar o jardim sob diferentes pontos de vistas e ver como as pedras formam desenhos diferentes, uma espécie de meditação. Enquanto a maior parte de nós ocidentais não entendemos bem o conceito dos jardins de pedra, os japoneses amam a simplicidade e como elementos como pedra e musgo são capazes de formar desenhos tão lindos e pontos de vista tão diferentes.

Eu adoro a energia, mas acho que boa parte de vocês vai achar o templo sem graça, assim recomendo que você veja fotos online e decida se quer ou não visitar.

28. Se encantar com o Ninna-ji

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Ninna-ji

O Ninna-ji é para mim um dos templos que melhor sintetizam os elementos de um templo bonito no Japão. Uma templo caprichado, salas japonesas de tatami com pinturas bonitas, um jardim com direito a plantas diversas (sakura na primavera, folhas de mapple no outono o e várias plantas e flores), lagos e pedra. E, quer saber o que eu mais gosto? O Ninna Ji é famoso, mas raramente lota (a semana do Sakura pode ser uma exceção), então dá para curtir os jardins com calma, ler um livro ou simplesmente ficar de papo para o ar.

29. Fazer um passeio de barco pelo rio Hozu

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Passeio de barco pelo rio Hozu

O rio Hozu, ou Hozugawa, liga a pequena cidade de Kameoka à Arashiyama. É um rio raso repleto de pedras e de paisagens lindas. A graça é fazer o passeio de barco de madeira antigo (emburrado pelos barqueiros por paus de madeira) e ir descendo lentamente as águas do rio. O passeio é um pouco caro, cerca de 4100 yens, mas eu gostei bastante e acho que vale a pena.

Horários:

  • De março a novembro de hora em hora: 9:00 – 15:30
  • Dezembro a março a cada 90 minutos: 10:00 – 14:30

Quem preferir pode fazer o trecho de trem panorâmico, o que eu achei bacana, mas não amei não. O barco é mais bonito e muito mais agradável.

30. Se apaixonar por Arashiyama

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Arashiyama – Kyoto

E, para fechar as dicas desse post, a fofíssima Arashiyama – uma região linda de Kyoto com uma ponte de madeira antiga, alguns templos caprichados, um bosque da bambu que faz o maior sucesso e uma rua animada repleta de lojinhas e cafés. Arashiyama fica particularmente bonita durante a floração das cerejeiras e durante o outono, mas vale a pena durante todo o o ano (especialmente se você chegar de barco).

Lembram do Rickshaw? O carrinho que comentei no começo deste texto? Aqui também é uma região bacana para aproveitar e fazer o passeio.

Não esqueça: seguro viagem

Embora o seguro viagem no Japão não ser obrigatório, ninguém quer ter que contar com a própria sorte em uma baita viagem dessas, né? Imagina só depois de uma viagem tão longa chegar no aeroporto e descobrir que suas malas fora extraviadas? Ou então, dar aquele giro pela cidade e comer algo que não cai bem? Em uma emergência hospitalar é o seguro viagem que salva sua pele!

Para economizar tempo de pesquisa de apólices (confesso que essa parte é bem chatinha), sugiro e recomendo que você faça sua cotação de no site da Seguros Promo, uma empresa brasileira que te apresenta um comparativo entre os melhores seguros disponíveis no mercado, juntamente com os valores e tipos de cobertura. Faça uma cotação aqui e escolha a apólice com melhor cobertura e que cubra qualquer tipo de ocorrência no ato, o que sem sombra de dúvidas é um diferencial! Ah, não esqueça de inserir o nosso cupom IDEIASNAMALA5 para ganhar 5% de desconto na compra do seu seguro viagem!

E aí, curtiu nossas dicas de Kyoto?


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Comentários (8)

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[…] se você também vai para Kyoto, deixe o passeio para fazer lá que é bem mais […]

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Bom dia. Quero fazer intercâmbio para Kyoto e estou procurando orçamentos. Mas só achei a maisintercâmbio por enquanto. Indica alguma empresa? Obrigada.

Oi Ana,
Fiz intercâmbio em Kioto e foi tão especial! Eu fui com o Rotary que é uma opção apenas para que faz colegial.
Já tentou a EF?
Abraços

Oi, Mari. Tudo bem? 🙂

Seu post foi selecionado para o #linkódromo, do Viaje na Viagem.
Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com

Até mais,
Bóia – Natalie

Obaaaaa!
Ganhei meu dia!
Obrigada 🙂

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