O que fazer em Sydney: 15+ passeios imperdíveis

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O que fazer em Sydney

Saiba o que fazer em Sydney, um guia completo com as principais atrações turísticas da cidade com direito a muitas dicas de passeios para fazer de graça e os melhores passeios pagos. Prepare-se para se apaixonar pela Harbour Bridge, tirar fotos incríveis da Opera House e curtir as melhores praias de Sydney. Vamos nessa?

O que fazer em Sydney: 15+ passeios imperdíveis

Sydney, uma das minhas cidades preferidas do mundo, combina praias deliciosas com um clima cosmopolita imbatível: comida boa, gente simpática e muitos passeios incríveis. A cidade amanhece cedo e já por volta das 6h você encontrará praia cheias de gente fazendo ginástica, correndo e pegando uma onda antes de ir para o trabalho, uma vibe envolvente e contagiante.

Aí vai uma lista caprichada com as 16 atrações mais legais de Sydney para um roteiro imperdível. Nessa lista você encontrará as principais atrações turísticas da cidade e dicas menos óbvias que tornarão eu roteiro roteiro incrível.

  1. Circular Quay e Sydney Harbour
  2. Passeio de barco pela baía de Sydney
  3. Harbour Bridge: a ponte de Sydney
  4. Sydney Opera House
  5. Customs House
  6. Sydney Royal Botanic Gardens
  7. The Rocks
  8. Praias de Sydney (Bondi, Coogee e Manly)
  9. Centro de Sydney
  10. Queen Victoria Building
  11. Darling Harbour
  12. Oxford Street
  13. Zoológico de Sydney
  14. Complexo Olímpico de Sydney
  15. Bate e voltas pela região: Blue Mountains + Vinículas do Hunter Valley

No final deste post, você ainda terá um guia de onde se hospedar em Sidney e como escolher o melhor seguro viagem.

1- Circular Quay e Sydney Harbour: o ponto de partida para vários passeios especiais

O Circular Quay conecta os principais meios de transporte de Sydney: linhas de ônibus, estações de trem e ferry (uma das formas mais baratas e deliciosas de passear pela baía de Sydney). Ele também serve de porto para os navios que ancoram na cidade. É um ponto de início para vários passeios incríveis por Sydney e um lugar que você provavelmente visitará mais de uma vez ao longo da sua estadia em Sydney. Para aproveitar o passeio ao máximo, percorra o Sydney Harbour de ponta a ponta caminhando da Opera House até a Ponte de Sydney. Você pode passar embaixo dela e as vistas são especiais.

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Navio ancorado no Porto de Sydney

O Sydney Harbour – ou o porto de Sydney – é o centro da vida turística de Sydney e um cantinho que vai te conquistar desde os primeiros instantes. Um calçadão em formato de ferradura conecta a Sydney Opera House à Harbour Bridge passando pelo animado distrito The Rocks, por um monte de lojinhas, restaurantes e pontos perfeitinhos para fotografar a baía de Sydney.

2- Passeio de barco pela baía de Sydney

Uma das formas mais bonitas de ver a baía de Sydney é de barco e o legal é que dá tanto para optar pelos ferries públicos quanto por passeios organizados. O jeito mais barato de fazer este passeio é pegar um dos ferries públicos que saem de Circular Quay – os barcos são eficientes, bem frequentes e o mais importante: proporcionam oportunidades fotográficas incríveis.

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Baía de Sydney vista do Ferry de Manly

Duas linhas que eu adoro são a linha Double Bay (que conecta o Circular Quay ao Darling Harbour e proporcionam vistas lindas da baía de Sidney do começo ao fim do passeio) e linha Manly (aqui você verá a Opera House de costas e um panorama lindo com ponte e Opera House juntos). Isso sem falar que a região de Manly é deliciosa para passar o dia!

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E olha só a Opera house vista do barco

Faça o passeio de ferry durante o dia para fotografar a cidade com o céu azul e, no finalzinho da tarde, para curtir as vistas do pôr do sol do barco. É mega especial!

Passeios de barco pela baía de Sydney

Existem vários passeios de barco que passam pela baía de Sydney como forma de atração. Um cruzeiro turístico, por exemplo, com duração de 2h custa cerca de U$ 34 por pessoa. Já um tour mais premium, que inclui jantar completo próximo do horário do pôr do sol, sai por volta de U$ 69.

3- Harbour Bridge: a famosa ponte de Sydney

Não dá para falar de Sydney sem falar da Harbour Bridge, a maior ponte de aço do mundo (são 1149 metros de comprimento e 134 metros de altura) e um dos principais cartões postais da cidade. É linda!

Melhores lugares para ver a ponte de Sydney:

Meus lugares preferidos para ver e fotografar a ponte são o ferry que sai de Darling Harbour – prepare a câmera porque o passeio é uma lindeza do começo ao fim – e o calçadão em frente à Opera House.

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Sydney Harbour Bridge

Atravessando a ponte de Sydney

Depois de tirar fotos lindas da ponte, nada como atravessá-la para tirar fotos da baía vista do alto. Existem quatro formas de passar pela ponte: de carro, de trem, de bicicleta ou a pé.

  • De bicicleta ou a pé (pedestres vão pelo lado esquerdo e tem as melhores vistas da Opera House e ciclistas vão pelo lado direito): caminhar pela ponte dá poucas chances de tirar fotos da baía porque o caminho é quase todo fechado por telas de proteção. Eu confesso que fiquei um pouco decepcionada com a caminhada, mas deixo você tirar a sua opinião. Para chegar lá, siga as placas rumo ao Cahill Walk (acesso pela estação de trem Milsons Point ou pelo the Rocks);
  • De carro: o percurso dura pouco mais de 2 km com direito a um pedágio no meio e é bem especial. Eu adorei ver a estrutura da ponte lá de baixo e curtir a sensação de cruzar um dos principais ícones da cidade;
  • De trem: você mal percebe que está na ponte e passa tão rápido que os pequenos pedacinhos de trecho aberto mal dão para o cheiro. Ou seja, se não estiver no seu trajeto normal, nem perca seu tempo porque o desvio não vale a pena;

Ver a cidade do alto da ponte de Sydney

Se a caminhada pela Ponte de Sydney não me chamou a atenção, o mirante Pylon Lookout (aberto todos os dias das 10h às 17h) que fica em uma das colunas da ponte ganhou meu coração.

A entrada custa U$19 e inclui um mini museu com explicações sobre a construção da ponte. Para chegar ao topo, esteja preparado para enfrentar 200 degraus que valem a pena. Já falei que a vista é linda? Cá entre nós, para ter uma vista melhor que essa, só escalando a Ponte de Sydney. O passeio custa U$ 120 e tem duração de 3 horas e meia. Se couber no seu budget, não pense duas vezes, vale mega a pena. Reserve com antecedência pois as vagas são limitadas.

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Sydney Opera House vista do alto do Ferry

4- Sydney Opera House

O edifício mais famoso de Sydney, e também o mais impactante, é uma parada imperdível para quem curte música, arquitetura ou fotografia. A Opera House (Bennelong Point, Sydney) é composta por 3 edifícios formados por 14 conchas e o mais legal é que seu formato muda conforme o ângulo de observação. Segundo arquiteto dinamarquês Jørn Utzon, autor do projeto, a inspiração do projeto foi o ato de descascar uma laranja, pois se encaixarmos as 14 conchas que compõem o telhado, teremos uma esfera perfeita. Legal, né?!

Sydney Opera House

Telhado da Sydney Opera House

A Opera House começou a ser construída em 1959 e só foi concluída em 1973, após inúmeras polêmicas e dramas que fizeram com que Utzon abandonasse o projeto e jamais voltasse à Austrália para vê-lo finalizado. Por essas e outras, a Opera House também é conhecida como Soap Opera House – uma novela.

Vistas de fora da Opera House

Deixando a história de lado, a Opera House é fantástica. Uma parada imperdível para quem deseja conhecer Sydney de verdade. Arrisco dizer que se você tiver que fazer apenas um passeio pago por Sydney, que seja a Opera House.

Para aproveitar bem a visita, suba as escadas, dê uma volta ao redor do prédio e visite a Opera House por dentro.

Como visitar a Sydney Opera House?

Fazer um tour guiado: há várias opções disponíveis e você pode escolher desde o tour mais simples com duração de 1 hora até um tour mais detalhado com refeição inclusa. Na minha primeira viagem à Sydney fiz o tour mais básico e amei passear pelas diferentes salas e aprender detalhes sobre a história do edifício.

Assistir uma sinfonia: assistir uma sinfonia da Opera House foi uma dos momentos mais especiais da viagem para Austrália. Comprei o bilhete alguns dias antes e peguei o desconto especial para menores de 30 anos, custou 32 dólares em um excelente lugar. Se visitar a Opera House em um tour guiado é legal, nada se compara em assistir um espetáculo. Ver a sala cheia de vida, repleta de músicos e de instrumentos é incrível! Recomendo muito a experiência!

Sydney Opera House

Sinfonia na Sydney Opera House

A programação é intensa, ou seja, há muitas opções, mas as boas entradas se esgotam logo, ou seja, comprar pela internet é uma ótima idéia para quem tem poucos dias em Sydney – eu passei o mês inteiro, então foi bem tranquilo. La Boheme, Choir of Man e as famosas árias de Bizet, Puccini, Rossini e Verdi são as mais disputadas.

Outras experiências na Opera House:

Jantando (ou almoçando) na Opera House

O restaurante Guillaume at Bennelong Restaurant serve deliciosos pratos franceses – nada baratos, mas que valem a experiência, poucos lugares do mundo tem uma vista tão especial e um pôr do sol tão bonito quanto a baía de Sydney. Curtir tudo isso de dentro da Opera House, em um restaurante todinho de vidro com a ponte de Sidney de pano de fundo, é sem dúvida um programa bem especial e bem disputado (por isso reserve com antecedência). Nós amamos a experiência e a comida.

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Restaurante Guillaume at Bennelong Restaurant – dentro do prédio da pera House

Música ao vivo e vibe relax no Opera Bar

Para quem quer bebericar algo em um dos lugares mais descolados de Sidney, com direito a música eletrônica ao vivo, muita gente bonita e vista panorâmica da Harbour Bridge, o Opera Bar é uma ótima opção, o lugar fica ao ar livre e costuma encher entre 20h e 21h.

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Opera Bar

5- Customs House: maquete da cidade e vistas lindas de Sydney

Famosa pela maquete de Sydney que fica no seu andar térreo, a Custums House é um cantinho que adoro e faço questão de visitar sempre vou a Sydney. O edifício histórico (repare na fachada caprichada) foi construído em 1845 para abrigar a alfândega de Sydney, em seguida serviu de edifício do governo até 1994, quando foi convertida na sede da biblioteca de Sydney.

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Customs House | Foto: Divulgação

Hoje a Customs House é um espaço cultural despojado que conta com uma sala de leitura bacana com jornais e revistas do mundo todo (infelizmente nada em português), wifi grátis, um calendário caprichado de eventos e o delicioso Café Sydney – um restaurante no terraço com vistas maravilhosas da ponte de Sydney.

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Customs House – Vista do Café Sydney

Os preços dos pratos variam entre 30 e 40 dólares, mas você pode optar por só tomar um drink enquanto desfruta da linda vista ou um pôr do sol da cidade. Reserve com antecedência.

Endereço: 5 Sydney Customs House, 31 Alfred St
Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 12h às 22h e domingo das 12h às 16h

6- Sydney Royal Botanic Gardens: uma caminhada deliciosa e vistas espetaculares de Sydney

Árvores centenáriaa, estufas repletas de orquídeas e vistas espetaculares da baía de Sydney são marcas registradas do Royal Botanic Garden Sydney (o Jardim Botânico de Sydney), um passeio que começa na Opera House e só termina quando você cansar de caminhar. O Jardim funciona todos os dias em horários que variam conforme a estação do ano (no geral, das 07h às 17h). Há caminhadas gratuitas e guiadas que acontecem todos os dias às 10h30 e às 13h. Lá dentro, você encontrará – além de cenários lindinhos – a Art Gallery of NSW (onde você pode ver obras que contam um pouco a história do Estado) e a Government House (casa oficial do governador).

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Government House

Comece explorando os jardins, siga para a Macqueries Chair e, se tiver mais pique, estenda o passeio até o Pool Side Café e o Harry Café de Wheels.

Paradas do passeio:

Macquaries Chair: uma cadeira cravada na pedra para que a esposa do governador Macquarie pudesse observar a chegada dos navios britânicos no porto de Sydney. De lá, você terá uma vista privilegiada do porto de Sydney com a Opera House e a Harbor Bridge no mesmo plano, é especial!

Andrew Boy Chariton Pool: Sydney é famosa pelas piscinas beira-mar, mas pouca gente inclui a Andrew Andrew Boy Chariton Pool na jogada. Aqui você pode dar um break no passeio e nadar em uma das piscinas de água salgada de Sydney (acho o conceito sensacional) ou simplesmente subir ao Pool Side Café – um café gostoso com vista linda da piscinas e para os barcos na Baia de Woolloomooloo.

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Andrew Boy Chariton Pool | Foto: Divulgação

Art Gallery of New South Wales: sempre seguindo a direção da Orla, você passará em frente a Galeria de Arte de NSW, outro passeio bacana para quem curte arte e gratuito. Vale entrar para conhecer o acervo e ver um pouco de arte Australiana (aberto todos os dias das 10h às 17h).

Harry Café de Wheels: termine o passeio no Harry Café de Wheels (esquina da Cowper Wharf Roadway com a Brougham Road), um trailer super iluminado que serve tortas com purê de batata e ervilha – é estranho, mas é gostoso – cachorros quentes hiper recheados. O carro chefe da Casa é a Tiger Pie, uma torta de carne coberta com purês de batata, ervilha e molho gravy

7- The Rocks: vistas espetaculares e muita história

The Rocks, um dos primeiros bairros a serem estabelecidos em Sidney, é um pedacinho vivo e ultra descolado da história da cidade. O bairro que fica coladinho no Circular Quay é uma pedida deliciosa para o final de tarde, especialmente às sextas, sábados e domingos quando rola o The Rocks Market, um mercadinho de rua com várias barracas que vendem de tudo, gente tocando música, comidas gostosas. Um programão!

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Sussanah Place Museum: um dos meus cantinhos preferidos no The Rocks

Calce um sapato confortável, você vai subir e descer bastante, e prepare-se para entrar nas pequenas vielas e explorar cada cantinho deste bairro especial. Minhas paradas preferidas são:

  • The Rocks Discovery Museum (Kendall Ln, The Rocks NSW 2000 | aberto das 10h às 17h): para aprender sobre a história do bairro que é riquíssima.
  • Cadman’s Cotage (110 George St, The Rocks NSW 2000 | aberto das 09h às 17h): a casa mais antiga de Sydney hoje funciona o centro de informações sobre os parques nacionais da baía de Sidney.
  • Museu de Arte Contemporânea de Sydney (140 George St, The Rocks NSW 2000 | aberto das 10h às 17h): arte contemporânea da boa (vale ficar de olho nas exibicões temporárias) em um edifício super moderninho.
  • Cumberland Place: onde você terá a oportunidade de vislumbrar um pedaço real da Sidney antiga. Caminhar entre os degraus dessa ruazinha apertada é como caminhar sobre as páginas de um antigo livro de histórias.
  • Sussanah Place Museum (58/64 Gloucester St, The Rocks NSW 2000 | aberto das 14h às 17h): um dos museus mais interessantes de Sydney e um mergulho pela história da cidade. O Sussanah Place Museum foi construído para mostrar como era a vida de antigamente no The Rocks chegando até os dias atuais. O museu funciona em uma antiga casa que passou por muitas famílias e foi reconstruído com a ajuda de muitas fotos e de muita pesquisa. O tour guiado leva pouco mais de uma hora e vale mega a pena para quem tem um inglês legal e curiosidade sobre a história do local. Eu amei.
  • Millers Point: uma vila fofa repleta de casas coloniais e, para quem gosta muito de casas coloniais, também tem o Colonial House Museum.
  • Foundation Park: fundação de algumas antigas casas de 1870, um lugar mega interessante que foi escavado no início dos anos 90 e nunca mais foi construído. Continue a caminhada até o topo do observatory Hill para ter vistas lindas da Harbour Bridge

8- Praias de Sydney (Bondi, Coogee e Manly )

Nenhuma viagem a Sydney está completo sem visitar pelo menos 1 das praias incríveis da cidade, aí vão 3 praias deliciosas em Sydney

Bondi: a praia mais famosa de Sydney

Bondi vai muito além da praia mais famosa de Sydney (que por sinal é o máximo), é uma região deliciosa que reune locais e turistas e está cheia de cafés fofos (amo o Sebo Café Gertrude & Alice, na 46 Hall St, Bondi Beach), um mercado de rua animado e cheio de comilanças ótimas, o Bondi Market, que acontece todos os domingos das 10:00 às 16:00 na Bondi Beach Public School (em frente a praia); aos sábados rola um mercadinho de produtores no mesmo local; e claro, a praia de Bondi. Um dos principais points de Sydney para surfar – e para aprender a surfar. Alguém aí se anima?

Bondi Beach

Bondi Beach

A Praia de Bondi também é famosa por seu conjunto de piscinas de natação com água salgada – O Bondi Iceberg Club (sim, você pode nadar nelas e a experiência é incrível a entrada custa $7 para adultos e $5 para crianças), há duas piscinas no conjunto uma olímpica e outra semi-olímpica e a vista das piscinas para a praia é especial.

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Bondi Beach e a piscina do Icebergs Club

Como chegar

A forma mais rápida de chegar em Bondi Beach é de ônibus. Partindo do centro de Sydney, vá até a Museum Station, na Elizabeth Street, em frente ao Hyde Park onde tem várias paradas. Pegue o ônibus B 380, em direção a North Bondi – é a opção mais rápida. Siga por 29 paradas, mais ou menos 40 minutos, e você chegará na Bondi Beach. Outros ônibus, como o 389 e o 333 também vão até a Bondi.

Se quiser, veja mais detalhes no site do transporte público de Sydney.

Coogee: minha praia preferida

Se Bondi é a praia mais famosa do pedaço, espere só até conhecer Coogee, na minha opinião a mais bonita. A forma mais gostosa de chegar em Coogee é percorrer a trilha entre Bondi e Coogee (já falo mais dela). Chegando lá, vale caminhar até o finalzinho da praia de Coogee para visitar a Wylies Baths, com bordas de piscina e fundo e oceano, uma dessas combinações que a Austrália faz com perfeição.

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Coogee Beach

Como chegar

Partindo também da Elizabeth Street, pegue o ônibus 373 ou o 374 e desça na parada Coogee.


A caminhada entre Bondi e Coogee

Não deixe de percorrer a trilha entre Bondi e Coogee, uma caminhada de 3,5 Km repleta de vistas interessantes e algumas das piscinas naturais mais lindas de Sydney.

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Trilha entre Bondi Beach e Coogee – Imperdível


Manly: praia linda e vistas da baía

Manly é outro passeio que merece um dia completo e que proporciona vistas maravilhosas da baía de Sydney – há quem diga que o Ferry entre Circular Quay e Manly (F1) é o ferry com as vistas mais lindas  (o trajeto leva cerca de meia hora e oportunidade de foto é o que não falta no caminho).

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Praia de Manly

Chegando em Manly, visite a praia principal (um praião bem gostoso) e com ondas para surfar. Ali do ladinho há um centrinho animado com lojinhas, cafés e restaurantes – é ali que costumo comprar meu piquenique antes de seguir até a Shelly Beach uma praia de águas calmas no melhor estilo piscinão. Leve seu snorkel porque a praia é um lugar excelente para mergulhar. Quem preferir pode contratar um passeio organizado, ainda que você visite a barreira de corais, eu super recomendo um mergulho na região de Manly.

Topa fazer uma caminhada especial? A trilha mais famosa da região conecta Mainly a Slipt Bridge (chegando lá você pode pegar um ônibus de volta para Sydney) e é pura poesia.

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Sydney visto de Manly

Como chegar

A partir de Circular Quay você pode ir de ônibus ou ferry até Manly. A forma mais rápida, com certeza é o ferry. Pegue o Manly Wharf e em 20 minutos você chegará à Manly Beach. Depois que descer no porto, é só caminhar por cerca de 800 metros até a areia.

9- Explorar o centro de Sydney

O Centro de Sydney é uma mistura interessante de elementos e de possibiidades. Não tem tantos atrativos quanto a baía, que fica bem pertinho, mas ainda assim vale a pena conhecer as construções antigas formando contraste com as modernas. Para chegar ao centro você pode pegar o trem, caminhar desde Circular Quay (cerca de 25 minutos) ou pegar o ônibus gratuito que faz o trajeto entre o Circular Quay e a estação de Sydney Central. É aqui que encontra-se, segundo Pierre Cardin, o shopping center mais bonito do mundo, o Queen Victoria Building (que falaremos logo abaixo).

Subir a torre de Sydney

O maior atrativo da região é a Sydney Tower Eye – a torre e ponto mais alto da cidade. É possível subir e ter uma vista incrível lá do alto. O preço do bilhete assusta um pouco, mas a vista vale a pena, especialmente em dias de céu azul. É possível garantir seu ingresso antecipado para subir na torre (e evitar a fila da bilheteria) e até mesmo reservar um almoço especial no alto dela.

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Sydney Tower Eye | Foto: Divulgação

Chinatown de Sydney

Aproveite seu passeio por Downtown Sydney para explorar a Chinatown – bem demarcada por dois portões chinesas em suas extremidades e por uma infinidade de lojinhas e restaurantes. Minha parada preferida na região é a sempre lotada Emperor’s Garden Cakes & Bakery (96-100 Hay St, Haymarket) repleta de pães e bolos lindos. A especialidade da casa é o “Emperor’s Puff”, um bolinho doce recheado com creme que é uma delicia e super baratinho. Compre logo uma meia dúzia e morda pedacinhos do céu.

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Chinatown de Sydney

Paddy’s Market: melhor para comprar lembrancinhas baratas

O Paddy’s Market é o melhor lugar lugar de Sydney para comprar souvenires da Australia e uma infinidade de bugigangas bonitinhas made in China. imagine um lugar que vende Koalas e cangurus de pelúcia a dois dólares (dos pequenos, claro) e camisetas de malha boa e bem estampadas a 7 dólares. Se você pechinchar fica ainda mais barato e tem bastante coisa legal. Leve dinheiro vivo, porque o cartão de crédito quase não é aceito por lá.

10 -Queen Victoria Building

O Queen Victoria Building (QVB), um dos edifícios históricos mais lindos de Sydney, teve sua construção terminada no ano de 1898. Ao longo da história, já serviu como biblioteca, sala de concertos e hoje é um dos shoppings mais elegantes de Sydney e considerado um dos mais bonitos do mundo.

A fachada do edifício e suas estátuas

O passeio começa pelo lado de fora, o shopping fica bem na frente de Town Hall (o prédio da prefeitura de Sydney que também é bem bonito), onde você encontrará um estátua da rainha Victoria – que ficou exposta em frente ao parlamento de Dublin até 1947 quando foi dada de presente para Austrália em 1987. Pertinho da estátua de bronze da rainha, há a estátua de um cachorro conhecida como “Wishing Well” – uma homenagem ao Islay, o cachorro preferido da rainha. Esta estátua de cachorro fala e costuma assustar viajantes desavisados, mas é bem fofinha e vale uma parada. Reparem que na estátua há um lugar para fazer doações ao instituto de surdos e cegos de NSW.

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Fachada do Queen Victoria Building

O Interior do Queen Victoria Building

Deixando a fachada de lado, é hora de entrar no edifício e curtir cada um dos detalhes. Começando pelos mosaicos do chão, os detalhes da escada, a réplica da coroação da rainha exposta no segundo piso e, por último, dois relógios que de hora em hora fazem uma movimentação toda especial com direito a súditos tocando cornetas e a abertura da portinha do relógio mostrando cenas do palácio real.

O edifício também conta com uma cápsula do tempo que guarda uma carta da Rainha Elizabeth II, escrita em 1987, que será aberta no ano de 2085.

Queen Victoria Building
Endereço: 455 George St, Sydney
Horário de funcionamento: de segunda a sábado das 09h às 18h, domingo das 11h às 17h

11- Darling Harbour

O Darling Harbour é um dos lugares mais frequentados de Sydney – uma área portuária que forma um complexo de atrações turísticas, hotéis e restaurantes de frente para o mar bem interessante. Lá estão o Aquário de Sydney e o Wild Life, duas possibilidades de conhecer os animais e peixes exóticos australianos sem ter que ir para muito longe. Pessoalmente, não conheço nenhum dos dois lugares, mas se eu fosse você não sairia da Austrália sem ver alguns coalas e cangurus – caso não dê para encaixar algo do tipo, aproveite que esses já estariam na sua rota (o Wild Life é um zoológico bem pequeno e de com ingresso caro, vale a pena se você tiver algum passe de atrações que inclua a entrada nele).

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Darling Harbour

Por lá, também há o IMAX (um enorme cinema 3D com a maior tela do mundo), um jardim chinês, alguns museus (como o Museu de Energia e o Museu Marítimo), parquinho para as crianças e por aí vaí. Para quem gosta de um show de luzes e cores, espere até o pôr do sol, quando a luz natural dá lugar ao colorido das luzes dos bares e restaurantes – os prédio em volta também se iluminam e a baía de Sydney ganha uma nova coloração. Aos sábados, normalmente, acontece uma linda queima de fogos por volta das 21h15.

Para fechar o programa com chave de ouro, pegue um ferry até o Circular Quai e veja a Sydney Opera House e a Sydney Harbour Bridge iluminadas.

Dar um passeio de Monorail

Esse é um dos programas que fiz na minha última visita por Sydney e, apesar de mega turístico, é bacana porque te dá uma visão aérea da cidade. Eu e meus amigos fizemos dois círculos completos antes de desembarcar em Darling Harbour.

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Monorail de Sydney

 12- Oxford Street

A Oxford Street é a rua principal em Sydney – ela vai da Whitlam Square, no canto sudeste do Hyde Park, no distrito comercial central de Sydney, até Bondi Junction, nos subúrbios orientais. Dar um passeio por lá é sem dúvida uma das experiências mais alternativas de Sydney. A rua é repleta de barzinhos animados, lojas que vendem todo o tipo de coisas, cafés e muita gente. A Oxford Street é uma daquelas ruas que nunca dormem, especialmente no Mardi Gras – a maior festa LGBT da Austrália, que acontece geralmente entre fevereiro e março.

Um ponto bacana de explorar é a Darling Hurst Road, onde há muitas lojas de roupas e sapatos que valem no mínimo uma boa olhada. Mas, de volta a Oxford Street, continue sempre descendo em direção ao Hyde Park e a torre de Sydney, quem quiser dar uma paradinha para tomar uma cerveja, garanto que não vai faltar oportunidade!

Hyde Park

Chegando no Hyde Park, você poderá descansar as perninhas em um dos bancos e curtir um pouco a natureza e o contraste entre prédios e verdes. O parque, considerado o mais antigo da Austrália, é totalmente público e possui 16 hectares – divididos em parte norte e sul. Como fica localizado em uma região bastante urbana da cidade, ele é bem frequentado por trabalhadores na hora do almoço que querem relaxar um pouco.

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Anzac Memorial | Foto: Divulgação

Dentro do parque, está um monumento construído em homenagem aos combatentes australianos na Primeira Guerra Mundial – o Anzac Memorial noo Lake of Reflections. Aproveite para também tirar uma foto na Archibald Fountain, uma fonte construída em 1932.

13 – Zoológico de Sydney: Taronga Zoo

Além da oportunidade de ver animais australianos de perto, o Taronga Zoo vale sua visita pela vista incrível que ele tem. O zoológico está localizado no alto de Mosman e, para chegar até lá, é preciso fazer um trajeto de barco pela baía de Sydney (já proporcionando cenários bem bonitos). Você pode optar por embarcações privativas ou de transporte público. A forma mais rápida é pegar a balsa que sai de Circular Quay em direção ao Taronga Zoo.

Taronga Zoo

Taronga Zoo | Foto: Divulgação

Chegando lá, se você ainda não tiver o ingresso, será orientado a pegar um onibus até a entrada principal onde fica a bilheteria (isso porque a saída do píer fica no final do Zoo e não no início). Daí a importância de ter seu ingresso antecipado. Pelo Get Your Guide você garante essa agilidade além de um bom desconto. Com o ticket em mãos, pegue o teleférido do parque (ou encare a subida íngreme) para começar a sua visita de cima para baixo.

O Taronga conta com mais de 4 mil espécies, entre elas as clássicas australianas como cangurus, coalas e muito mais. Além de poder ver todos esses animais, o Zoo também proporciona uma série de atividades como shows e palestras. Não deixe de conferir o calendário oficial do Taronga para programar a sua visita.

14- Complexo Olímpico de Sydney

Um passeio com pegada bem família é visitar o complexo olímpico de Sydney (construído para os Jogos Olímpicos de 2000) e um pouco afastado do centro. O complexo conta com arenas esportivas variadas, a melhor piscina olímpica que eu já nadei (surreal a tecnologia usada para não deixar marola entre as raias), um parque aquático bem família com toboáguas e vários parquinhos legais. Há alguns cafés e restaurantes por lá, além de um bom bom espaço com área verde para caminhar e relaxar.

Vale ficar de olho no cronograma do complexo e aproveitar as atividade gratuitas que ele oferece – como observação de pássaros, campeonato de Mountain Bike e muito mais.

15 – Bate e voltas pela região: Blue Mountains + Vinícolas do Hunter Valley

Depois de conhecer as principais atrações turísticas de Sydney, que tal desbravar as aforas da cidade e conhecer duas regiões belíssimas, o Vale das Vinícolas de Hunter Valley e as Blue Mountains?

Blue Mountains: um dos destinos mais lindos da Austrália

Cerca de 2 horas de Sydney de trem, as Blue Mountains são um dos meus cantinhos preferidos na Austrália e um passeio que recomendo muito para quem curte natureza. Você pode fazer o passeio por conta própria pegando um trem na estação central de Sydney ou optar pela comodidade de um tour guiado. Seja qual for a sua escolha um passeio pelas montanhas azuis (na real, o nome azul vem do tom azulado dos eucaliptos locais dependendo do horário do dia) vai te surpreender com paisagens espetaculares, passeios de teleférico, cachoeiras e até uma caverna.

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Chegando em Katoomba muita gente opta pelo combo ônibus Hop On Hop Off (ele percorre toda a região e você pode subir e descer quantas vezes quiser) + Scenic World (um conjunto de teleféricos + Trem funicular que tem algumas das vistas mais incríveis da região.

Gosta de caminhar? Vale fazer um trechinho (ou quem sabe a trilha toda) do Federal Pass, uma trilha de 13 Km (só ida) que percorre o trecho mais especial das montanhas de Katoomba passando pelas Three Sisters, é maravilhoso.

Hunter Valley: vinícolas deliciosas pertinho de Sydney

Hunter Valley, o vale dos vinhedos de Sydney, é uma parada especial para quem curte vinhos. Para chegar lá você precisará alugar um carro (lembre-se da licença internacional e da mão inglesa; e não se esqueça de designar um motorista da vez) ou contratar um tour (o que costuma ser um ótimo negócio para quem viaja em casal). Eu fiz o passeio com uma amiga que mora na Austrália e curti cada segundo.

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Onde ficar em Sydney?

O sistema de transporte público de Sydney é composto por ônibus, trens, ferrys e light rail (veículo leve sobre trilhos) e, independente da região que você escolher se hospedar, veja se tem uma estação por perto – isso facilita (e muito) a vida de qualquer turista por lá.

A área central da cidade concentra o centro financeiro e a parte histórica de Sydney e é chamada de CBD (Central Business District). A diferença aqui é que o CBD é gigantesco e se desmembra em diferentes bairros, como como Circular Quay, The Rocks, Darling Harbour, City e City East. Então, qualquer hotel dentro dessa imensa região central que você escolher, será uma boa escolha! Fora o centro, existem também as regiões litorâneas de Sydney – mas lembre-se que por lá você estará a cerca de 30 minutos do centro, então defina o foco da sua viagem antes.

Para facilitar a sua vida, destacamos, então, três regiões: o Circular Quay (principal estação de ferrys e onde estão os maiores hotéis de luxo) e o The Rocks (bairro mais antigo de Sydney e com boas opções de hotéis) no centro. E, se o seu foco for dias nas praias, não tenha duvidas e fique por perto de Bondi e Coogee.

Circular Quay

Dentro do centro, a região do Circular Quay é ótima pois fica entre a Harbour Bridge e a Opera House. Quanto a localização, é a melhor pedida já que é extremamente bem servida pelo transporte público – mas aqui os hotéis são para os bolsos mais caprichados.

  • Sydney Harbour Marriott Hotel at Circular Quay: os quartos são luxuosos e equipados com roupa de cama 300 fios. A localização é excelente e as vistas também deslumbrantes.
  • Pullman Quay Grand Sydney Harbour: a 5 minutos a pé do porto, os apartamentos de luxo possuem banheira de hidromassagem e vista para o mar ou para o jardim botânico.
  • Shangri-La Hotel Sydney: vista espetacular para o Circular Quay é o que este hotel oferece – além de todas as mordominas de uma hospedagem 5 estrelas. Dispõe de spa, academia, piscina e restaurante premiado no local.
  • Russell Hotel In The Rocks: boas e espaçosas opções de quartos com banheiro compartilhado (e preços mais acessíveis). No terraço há um jardim com vista privilegiada para o porto.
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Shangri-La Hotel Sydney | Foto: Divulgação

The Rocks

Em The Rocks é possível encontrar uma variedade maior de hotéis e preços – é o bairro mais antigo de Sydney e fica entre o Circular Quay e a Harbour Bridge. Como está localizado em uma montanha, tem uma das melhores vistas da cidade. Se você não tem o orçamento para escolher o Circular Quay, aqui é o lugar!

  • Holiday Inn Old Sydney: para os amantes da rede, a localização deste hotel é bacana e a vista da piscina incrível. Os quartos são espaçosos, equipados com poucos móveis e carpete no chão.
  • Harbour Bridge View 1 BED APT in The Rocks: estúdio com capacidade para até 4 pessoas, com cozinha compelta. Ótima pedida para famílias ou grupos de amigos.
  • Australian Heritage Hotel: de construção bem antiga (consequentemente, móveis e decoração também), o hotel oferece café da manhã e tem um bom custo benefício.
  • Sydney Harbour Bed and Breakfast: uma opção mais em conta na região é esse B&B localizado em uma mansão colonial. A localização é excelente (5 minutos a pé da Opera House) e o café da manhã está incluso.
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Holiday Inn Old Sydney | Foto: Divulgação

Bondi ou Coogee

Agora, se o seu foco são as praias, vale se afastar do centro (cerca de 30 minutos de ônibus) e ficar por Bondi ou Coogee. As opções aqui são mais descoladas e democráticas.

  • Hotel Bondi: com acomodações para até 6 pessoas, o hotel fica a beira-mar e tem vista incrível para para a Bondi Beach.
  • Adina Apartment Hotel Bondi Beach Sydney: o estúdio tem ambiente super charmoso e fica a 5 minutos da praia de Bondi, além disso oferece piscina, banheira de hidromassagem e academia.
  • Crowne Plaza Coogee Beach: além da vista incrível para a praia de Coogee, o hotel oferece piscina aquecida, 2 restaurantes, 2 bares, quadra de tênis e academia. Uma pedida incrível se a sua escolha for o litoral!
  • Dive Hotel: também na praia de Coogee, este hotel boutique tem quartos modernos e com amplas janelas. O café da manhã está incluso e é servido no jardim do hotel.
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Crowne Plaza Coogee Beach | Foto: Divulgação

Seguro viagem

Os turistas que viajam para a Austrália não são obrigados a ter o seguro viagem contratado, mas a gente reforça que ele é indispensável em qualquer viagem internacional. Um bom seguro viagem cobre malas extraviadas, voos cancelados e, claro, eventualidades médicas que possam acontecer – imprevistos podem existir, né? E, estando do outro lado do mundo, é melhor estar preparado!

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SOBRE O AUTOR

Malu Pinheiro

Apaixonada pelo diálogo e por viagens, levo um pouquinho do lado jornalístico a cada destino que chego. Natureza e praias estão presentes em quase todos meus roteiros - não vivo sem!

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