Ilhas Maurício: Roteiro e dicas imperdíveis

Ilhas mauricio

Tudo o que você precisa saber para visitar as ilhas Maurício, um post completo com roteiro de 4 dias, dicas de onde ficar, o que visitar e muito mais. Pronto para se apaixonar?

Conheça as Ilhas Maurício

Gosta de praias paradisíacas? Está buscando um destino perfeito (e super diverso) para passar a lua de mel? Quer curtir férias com a família em estilo? Ou simplesmente relaxar em praias lindas? As Ilhas Maurício são para você!

Neste post completo explicaremos quais os documentos necessários para entrar no país, que moeda levar, como se locomover pela ilha, principais atrações turísticas de Maurício (incluindo as melhores praias), quais são as principais atividades para fazer por lá e muito mais. Vamos nessa?

Neste post você encontrará:

[Clique no item abaixo para ir direto ao ponto]

Um tiquinho de história e algumas curiosidades das Ilhas Maurício

Maurício foi descoberta pelos portugueses em 1505, colonizada por holandeses, franceses e, em 1814 foi tomada pelos britânicos. Tornou-se um país independente em 1968 e apenas em 1992 passou a ser a república que é hoje. O país é muito rico – tanto na cultura quanto nas paisagens.

Dodô, a ave mítica da Maurício

O país surgiu há 8 milhões de anos após uma massiva erupção vulcânica e acredita-se que cágados tenham sido as primeiras criaturas residentes da ilha. Depois, uma ave que circulava livremente por lá era o dodô – um pássaro de asas curtas que não voava. Depois da chegada dos holandeses, a população de dodôs diminuiu drasticamente até que foi completamente extinta em 1668. A ave tornou-se o símbolo da Ilha de Maurício. Dodô também é lembrado em diversos filmes, como “Alice no País das Maravilhas” e “A Era do Gelo”.

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Pássaro Dodô, nativo da Ilha Maurício, no filme “A Era do Gelo” (Foto: Reprodução)

Quais os idiomas falados em Maurício?

Hoje, a ilha possui 1.3 milhões de habitantes e a sua maioria tem descendência indiana, portanto a cultura hindu é bastante forte. O idioma mais falado em Maurício é o Crioulo, mas o Inglês e o Francês são bem compreendidos (arrisco dizer que, pelo menos onde estive, o francês é ainda maior que o inglês). A economia do país depende muito da cana-de-açúcar (você verá plantações gigantescas em todos os lugares) e do turismo.

Onde ficam as Ilhas Maurício?

Oficialmente chamada de República da Maurícia, o país insular do Oceano Índico pertence ao continente africano. Ilhas Maurício é a maior e principal ilha do arquipelágo que é composto ainda por Rodrigues, Reunião e outras pequenas ilhotas.

Para chegar até ela, apenas avião. De Joanesburgo, saem voos diretos para lá com duração de cerca de 4 horas (voando SAA ou Air Mauritius). Além da África do Sul, também é possível chegar em Maurício através de Seychelles, Amsterdã, Paris, Istambul, Frankfurt e Zurique.

Principais distâncias:

      • Cape Town: 1900 Km
      • Madagáscar: 870 Km
      • Johanesburgo: 3081 Km
      • Seychelles: 1755 Km

Quando ir?

O clima de Maurício é tropical, então a temperatura é quente e agradável durante o ano todo. Atente-se apenas a estação chuvosa, que vai de dezembro a abril, e ao período de ciclones tropicais – que podem atingir a ilha de janeiro a março. Eu evitaria esses três meses para não ter dor de cabeça. Nós estivemos lá em maio e foi uma delícia – deu para curtir o sol e entrar no mar numa boa.

      • Período ideal para visitar Maurício: de maio à novembro
      • Dica: entre novembro e abril é considerado um período de alta temporada na ilha, portanto pontos turísticos mais cheios e preços mais salgados.

Quais são os documentos necessários?

Brasileiros não necessitam de visto ou autorização prévia para desembarcar em Maurício. O direito a entrada é concedido na chegada pelas autoridades de imigração. Basta apresentar o passaporte com data de validade não inferior a 06 meses da data de seu retorno e com pelo menos 2 páginas em branco para o carimbo. Tenha em mãos também a passagem de volta e o comprovante de hospedagem.

O certificado de vacinação contra a febre amarela é obrigatório para a entrada no país (assim como na África do Sul). Não se esqueça de providenciar o CIVP antes de viajar!

Check list de documentos para entrar nas Ilhas Maurício:

      • Passaporte com pelo menos 6 meses de validade (data de saída)
      • Passagem de volta e reservas de hotel
      • Certificado de vacinação contra a febre amarela (CIVP)

Qual moeda levar para as Ilhas Maurício?

A moeda oficial de Maurício é a Rúpia e R$ 1,00 equivale a mais ou menos MUR 9,00. O Euro e o Dólar são aceitos na maioria dos hotéis e restaurantes, cartões de créditos também. Chegamos no aeroporto (Aeroporto Internacional Sir Seewoosagur Ramgoolam) e compramos algumas Rúpias com dólar (para uso em passeios, por exemplo) e, no restante, usamos o cartão de crédito.

Não esqueça do seguro viagem

Apesar de também não ser obrigatório nas Ilhas Maurício, o seguro viagem é indispensável em qualquer viagem. Além de eventualidades médicas – que ninguém espera, mas podem sim acontecer – um bom seguro viagem cobre malas extraviadas, vôos perdidos e qualquer bobeirinha médica que possa atrapalhar a viagem.

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Como se locomover em Maurício?

A extensão total de Maurício é bem grande (cerca de 78 vezes maior que Fernando de Noronha), portanto se deslocar de uma praia a outra pode levar mais de 2h. Se você vai ficar em apenas um resort, vale pegar um táxi do aeroporto, ou até mesmo um transfer particular, até o seu hotel. Para quem quer mais liberdade de ir e vir, alugar um carro é sim uma excelente pedida. No aeroporto há lojas da Hertz, Eurocar e da Sixt e você poe usar o Rentcars.com para checar o melhor preço, fazer o pagamento em Reais, sem IOF e parcelar em até 12 vezes sem juros

Prepare-se para dirigir na mão Inglesa 

Vale falar que as Ilhas Maurício giram na mão Inglesa, mas não se preocupe que você pega o jeito fácil. A dica é investir em um carro automático e focar na estrada. 5 minutos depois e você já fica acostumado.

O que nós fizemos:

Como ficaríamos poucos dias e já tínhamos definido que os passeios seriam com agências, optamos pelo táxi. Os valores dos trechos, principalmente do aeroporto, são pré-definidos. Nosso primeiro deslocamento, que foi de lá até Le Morne, saiu por MUR 2.300 (cerca de R$270) e levou 1h20.

Onde se hospedar nas Ilhas Maurício

Justamente por Maurício ser tão grande é que escolher a hospedagem torna-se parte fundamental da organização do seu roteiro. Para mim, tudo depende de quanto tempo você terá pelo país. Quanto mais dias, mais tempo para se locomover. Quanto menos, mais estratégico tem de ser a sua escolha. Foi o nosso caso.

Tínhamos apenas quatro dias inteiros nas Ilhas Maurício e, para não perdermos tanto tempo em táxis, decidimos dividir a nossa hospedagem em dois e escolhemos as duas praias mais lindas da Ilha para isso (mas que estão em lados opostos): Le Morne e Belle Mare. Vamos falar um pouco sobre as nossas escolhas abaixo.

Le Morne (parte sudoeste da ilha)

Maurício tem uma estrutura de resorts muito boa, então atende bem todos os estilos de viagem: lua de mel, com crianças, para amigos… Le Morne é o cartão postal da Ilha e é considerada Património Mundial da UNESCO. Ficar hospedado lá garante tranquilidade o tempo todo e ainda a montanha como fundo principal.

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Piscina principal do Dinarobin Beachcomber

Onde ficar em Le Morne

Exatamente em Le Morne há apenas três ou quatro resorts, nós decidimos pelo Dinarobin Beachcomber Golf Resort & Spa – e amamos nossa escolha!

O hotel possui uma piscina principal em frente ao mar e diversas outras menores espalhadas entre as acomodações. Os quartos se dispõem em “casas” – nós ficamos na “Suíte Júnior” e amamos o conforto. Além de espaçosa, a suíte tem varanda e sofás para descanso, um cantinho delicioso para relaxar e ouvir o mar e os pássaros (apenas).

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A piscina que ficava ao lado do nosso quarto – aquecida e quase sempre vazia!

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Quarto “Suíte Júnior” do Dinarobin Beachcomber

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Nossa varanda no Dinarobin Beachcomber

O Dinarobin possui quatro restaurantes, incluindo um restaurante à beira-mar e os hóspedes têm acesso livre também ao Beachcomber Paradis (resort da mesma rede que fica ao lado), onde estão as atividades aquáticas inclusas no valor da diária para todos os hóspedes da rede.

Passamos três diárias em Le Morne e foi a melhor decisão que tivemos. Ficar aos pés da montanha cartão-postal de Maurício foi sensacional!

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Praia de Le Morne

Outras opções em Le Morne:

Hotéis caprichados

LUX* Le Morne

Ao lado do Dinarobin, este hotel cinco estrelas fica à beira-mar, com localização privilegiada na praia de Le Morne. Lá, você terá cinco piscinas, três restaurantes e um spa. Os quartos são bastante espaçosos e mobiliados com móveis de madeira escura e área de estar ao ar livre.

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LUX* Le Morne | Foto: Divulgação

The St Regis Mauritius Resort

Também à beira-mar, o cinco estrelas pertence a rede St Regis. A decoração do hotel é elegante e sofisticada. Os quartos são dispostos em vilas e suítes – todos muito espaçosos e com ambiente para descanso.

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The St Regis Mauritius Resort | Foto: Divulgação

Heritage Awali Golf & Spa Resort

Próximo de Le Morne e do Parque Nacional de Black River Gorges, o Heritage Awali fica em Bel Ombre. As diárias também são all-inclusive e até mesmo com bebidas inclusas, inclusive champanhe francês ilimitado.

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Heritage Awali Golf & Spa Resort | Foto: Divulgação

Hotéis com bom custo-benefício

Chalets Chamarel

Se você preferir as montanhas ao mar, pode escolher uma hospedagem no interior da Ilha. Esta, fica no topo da montanha Chamarel e tem vista para a montanha de Le Morne. Café da manhã e jantar podem ser inclusos no valor da diária.

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Chalets Chamarel | Foto: Divulgação

Pingo Studios

Uma opção totalmente diferente dos resorts da Ilha – o apartamento fica a cerca de 5km de Le Morne e possui um valor extremamente mais baixo que os resorts da região. Há uma pequena praia a 300m do studio, que incluem incluem cozinha compacta com micro-ondas, fogão e geladeira.

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Pingo Studios | Foto: Divulgação

Belle Mare (costa leste)

Saindo de Le Morne, levamos cerca de 2h para chegar em Belle Mare, outra praia muito conhecida da Ilha. Nela, optamos por duas diárias no hotel The Residence Mauritius. Por lá, os quartos possuem estilo colonial, assim como todo o resort, e eram espaçosos (demais) e confortáveis.

The Residence Mauritius

The Residence Mauritius, em Belle Mare

The Residence Mauritius

The Residence Mauritius, em Belle Mare

Eles também oferecem uma vasta variedade de atividades aquáticas, espreguiçadeiras na areia e piscina à beira-mar.

Veja aqui todos os detalhes da nossa experiência no The Residence Mauritius.

Outras opções de hospedagem em Belle Mare

Hotéis caprichados

C Mauritius – All Inclusive

Este resort é uma das opções com todas as refeições inclusas em Belle Mare, inclusive bebidas alcoolicas. Ele possui academia, spa e piscina com borda infinita com vista para o mar. A decoração do hotel segue o estilo rústico e sofisticado ao mesmo tempo – típico de Maurício.

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C Mauritius – All Inclusive | Foto: Divulgação

Os quartos são bastante espaçosos e mobiliados de forma simples, tudo para aconchegar e trazer conforto aos hóspedes.

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C Mauritius – All Inclusive | Foto: Divulgação

Constance Prince Maurice

O hotel oferece suítes e vilas luxuosas, seguindo o padrão cinco estrelas do hotel. Nele, você terá acesso a praias isoladas e ao restaurante flutuante exclusivo Le Barachois – além de um spa e centro de bem-estar.

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Constance Prince Maurice | Foto: Divulgação

As vilas possuem vista para o mar e foram foi construídas com um design tradicional. Ar-condicionado, área de estar e persianas de madeira são itens encontrados no quarto. O banheiro possui pias de mármore e banheira.

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Constance Prince Maurice | Foto: Divulgação

Hotéis com bom custo-benefício

SALT of Palmar

O Salt of Palmar está localizado na praia de Palmar, na costa leste da ilha. É uma boa pedida do ladinho de Belle Mare e com um preço bem reduzido. Os quartos são espaçosos e apresentam design moderno com decoração simples. Além das atividades aquáticas, o hotel oferece uma excursão de bicicleta para a aldeia próxima.

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SALT of Palmar | Foto: Divulgação

SeaSense Boutique Hotel

O hotel cinco estrelas tem um valor ótimo quando comparado aos outros resorts da região. Lá, você terá três restaurantes, dois bares, piscina e atividades aquáticas inclusas na diária. Os quartos são decorados com itens feitos em palha, trazendo o clima da praia para dentro das suítes. Há opções de valores que incluem café da manhã e jantar.

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SeaSense Boutique Hotel | Foto: Divulgação

Hotéis bacanas em outras regiões de Maurício:

Hotéis caprichados

  • Shandrani Beachcomber Resort & Spa: Localizado em uma península privativa de Blue Bay (região bem próxima ao aeroporto), o hotel possui acesso direto à Reserva Natural de Blue Bay – melhor área para snorkelling em Maurício. O resort é no esquema all inclusive, o que é bem prático para famílias e casais em Lua de Mel.
  • Shangri-La’s Le Touessrok Resort & Spa: Localizado na na Baía de Trou d’Eau Douce, o grande diferencial deste hotel é a Ilot Mangenie, uma ilha privativa em frente ao hotel. Hóspedes têm acesso gratuito a cada trinta minutos de bote.
  • Shanti Maurice Resort & Spa: Próximo à praia de Bel Ombre, o resort está rodeado por recifes e corais – ótima área para snorkelling. Além disso, todas as vilas têm piscina privativa e espreguiçadeiras. O Shanti é uma das pedidas preferidas de casais Brasileiros para passar a lua de mel, e já foi testado e aprovado por nossos amigos!

Hotéis com bom custo-benefício

  • Chalets Chamarel: Se você preferir as montanhas ao mar, pode escolher uma hospedagem no interior da Ilha. Esta, fica no topo da montanha Chamarel e tem vista para a montanha de Le Morne. Café da manhã e jantar podem ser inclusos no valor da diária.
  • Bon Azur Beachfront Suites & Penthouses by LOV: Os apartamentos ficam no litoral de Trou-aux-Biches, no norte da Ilha, e possuem cozinha completa e varanda. A piscina fica em frente ao mar em um deck de madeira com espreguiçadeiras.
  • Seapoint Boutique Hotel: Também no norte da Ilha, os bangalôs ficam à beira-mar e são ultra charmosos. A decoração é um misto de rústico com luxo na medida certa. O hotel também oferece diversos esportes aquáticos.

Hotéis econômicos

  • The Golden Frog: Opção bem mais em conta é não ficar à beira-mar, é o caso deste hotel em Riambel. A área é famosa para trilhas a pé e ciclismo e a diária inclui café da manhã.
  • Toparadis Guest House: A pousada está localizada em Pereybere, no norte da Ilha, mas não no pé da areia (necessários dez minutos de caminhada). Grand Baie, uma vila famosa e litorânea de Maurício está a 5km.

Como encaixar as Ilhas Maurício no seu roteiro

Sim! E é o melhor a se fazer! Sair do Brasil e ir até as Ilhas Maurício parece ser algo muito difícil e caro, não é mesmo? Mas, se você incluir o destino em algum outro roteiro, vale muito a pena. Para chegar até o arquipélago a melhor rota, se a sua saída for o Brasil, é São Paulo – Joanesburgo e depois Joanesburgo – Maurício. Então, vale fazer a dobradinha África do Sul e Maurício na mesma viagem – seja lua de mel ou não!

Lua de Mel nas Ilhas Maurício

O destino de águas turquesas é perfeito para uma lua de mel inesquecível e totalmente paradisíaca. Ilhas Maurício está entre os cinco roteiros mais vendidos pelas operadoras para este momento tão especial. Isso porque o ambiente por lá é romântico na medida certa – a natureza envolve as praias de beleza indescritível e os resorts proporcionam luxo e conforto para o casal.

Como se todos esses fatores não fossem suficiente, o destino é uma ótima pedida para ser combinado com uma viagem à África do Sul, deixando a lua de mel um pouco mais cosmopolita e selvagem – dependendo do seu estilo. Ah, e claro, Maurício é mais acessível que muitas outras ilhas do Índico, como Maldivas e Seychelles.

Aí vão duas sugestões de roteiro para quem sonha em viver essa experiência:

O que fazer nas Ilhas Maurício

  • Se hospedar em um resort incrível
  • Curtir um dia na praia de Le Morne admirando a famosa montanha
  • Nadar com golfinhos
  • Fazer snorkelling em Belle Mare
  • Ir às compras na capital, Port Louis
  • Conhecer a segunda maior estátua de Shiva do mundo, no Templo Grand Bassin
  • Passar um dia em uma das pequenas ilhotas de Maurício, como a Île aux Cerfs
  • Conhecer a Terra das Sete Cores, no Parque Nacional de Chamarel
  • Fazer parasailing em alguma das praias
  • Curtir as atividades aquáticas oferecidas pelos hotéis

Roteiro resumido: 4 dias nas Ilhas Maurício

Roteiro detalhado: Roteiro de 4 dias nas Ilhas Maurício

Dia 1: Nadar com golfinhos + curtir a praia de Le Morne

Chegamos em Maurício em um domingo à noite (de Joanesburgo até lá são cerca de 2h) e fomos direto para o Dinarobin Beachcomber Golf Resort & Spa. Nossa primeira hospedagem foi em Le Morne e não poderia ter sido mais especial. Apenas jantamos e fomos para o quarto descansar para os próximos dias que viriam.

Nadar com Golfinhos

Para o nosso primeiro dia em Maurício já tínhamos reservado o momento mais especial e esperado por nós: nadar com golfinhos. Antes de sair do Brasil pesquisei muito sobre esse passeio e sobre as agências que o ofereciam. Ao mesmo tempo em que era o meu sonho ver golfinhos de perto, queria fazer isso com responsabilidade e sem agredir a vida marinha. Por isso, escolhi a Dolswin. A agência é focada apenas nesse passeio em Maurício e segue um protocolo de segurança do ministério do turismo – tanto para os turistas quanto para os animais. Além disso, possuem selo de operadora sustentável.

Além do passeio, nós reservamos com eles também o transporte por mais MUR 1.000. Eles nos pegaram no hotel às 06h30, quando fomos para a sede da agência onde foi servido um pequeno café da manhã com croissants, pães com chocolates, frutas, chá e café.

Observação e nado com os golfinhos

      • Como: com a Dolswin (é necessário reserva)
      • Quando: todos os dias mediante reserva
      • Horário: saída às 07h30h da agência (La Jetée Road, Black River, Mauritius)
      • Duração: 2h30
      • Valor: MUR 1.900 por pessoa (cerca de R$200)

A lancha era nova e confortável. Estávamos em cerca de 10 turistas e 2 tripulantes super simpáticos e prestativos. Eles oferecem colete, snorkelling e pé de pato para todos. Navegamos por uns 30 minutos até chegarmos em uma região onde, para o meu espanto, haviam muitos barcos estacionados. Dali, já podíamos avistar os golfinhos nadando em bando. Foi, então, que percebi que fiz a escolha certa com a agência.

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Enquanto a nossa lancha estava parada aguardando o momento certo para entrar no mar, as outras perseguiam os golfinhos sem dó – fiquei muito triste com a cena – e pulavam todos de uma vez na água. Nós esperamos mais uns 20 minutos até que os instrutores começaram a nos organizar. Só era permitido entrar na água duas pessoas por vez (e acompanhada de um deles) e com o colete salva-vidas (além da nossa própria segurança, isso também protege os golfinhos pois impede que a gente afunde e encoste neles). De longe, pensando no lado dos animais, nós estávamos fazendo da maneira mais correta possível. Quem dera todos pensassem assim, né?

Até que chegou a minha vez e a do Bruno. Seguramos na mão do instrutor e pulamos. Meu primeiro pensamento foi: “Puts, será que a água tá gelada?”. E que nada! Estava uma delícia! Como eu não sei nadar muito bem, o moço não soltou a minha mão e me ajudou bastante. Quando relaxei e comecei a observar vi a cena mais linda da minha vida. Os 10 golfinhos que conseguimos ver da superfície, estavam acompanhados de mais uns 30 que ficam no fundo do mar. Eram muitos!

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Relaxamos e nadamos tranquilamente próximos a eles. Dava até para ouvir o barulho que eles fazem para se comunicar. Foi muito especial! O Bruno ficou do meu lado todo tempo e nos olhamos por alguns segundos incrédulos com aquela cena. Foi tão bonito que até perdi a noção do tempo, mas não ficamos ali mais do que cinco minutos.

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Subimos no barco para que um outro casal pudesse descer. Assim que todos que estavam conosco já tinham entrado na água, nossa lancha se retirou e seguiu para a costa. No caminho, eles param em uma região chamada “Aquarium” para snorkelling. É bonito e até que tem alguns peixinhos, mas nada surpreendente.

Voltamos para Le Morne por volta das 11h e seguimos curtindo o na praia. A montanha que leva o mesmo nome da praia é o cartão postal de Maurício. Se você curtir (e tiver mais dias na ilha), é possível fazer uma trilha de cerca de 5km com dificuldade mediana (em alguns trechos é necessário usar as mãos e se arrastar) até o seu topo e ter uma vista privilegiada da região.

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A história de Le Morne não é tão bonita assim. Hoje, a montanha é Patrimônio da Unesco, mas no passado muitos escravos fugiam e subiam até o seu topo para se jogar lá do alto e não serem recapturados. Maurício é repleta de histórias, pare sempre para ouvir o que os nativos têm a dizer sobre lá! É uma baixa experiência!

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A areia da praia é bem clara e fininha, assim como a água que é praticamente transparente – e gelada, viu?! Almoçamos no restaurante do hotel ali mesmo (chamado La Plage) e seguimos relaxando até o pôr do sol. Uma cena também muito especial: ele se pôs bem no mar.

Nesta noite, jantamos no restaurante italiano do hotel, o Il Gusto. E ah, vale lembrar que nos resorts de Maurício, todos os restaurantes necessitam reserva e possuem dress code.

Dia 2: Passeio pela região sul da Ilha

Para o segundo dia em Maurício, decidimos conhecer a região sul da Ilha – aproveitamos que estávamos hospedados em Le Morne, costa sudoeste, e o deslocamento não seria tão grande. O passeio dura o dia todo, mas digo que vale muito a pena para conhecer a história do país e, principalmente, ver de perto que Maurício não se limita a praias. Confesso que ficamos com dó de ficar um dia inteiro fora do resort (que é magnífico), mas tivemos que fazer essa escolha – e não nos arrependemos.

Tomamos café da manhã no hotel e, por volta das 08h30, o táxi chegou ao hotel. Como escolhemos o passeio privado, fomos apenas eu e Bruno no carro.

Tour pela região sul da Ilha

      • Como: com a Belle Mare Tours (táxi privado, até 4 pessoas)
      • Quando: basta reservar o melhor dia disponível para você
      • Horário: saída às 08h30h
      • Duração: 8h
      • Valor: MUR 2.400 (cerca de R$260)

Percorremos uma hora de carro até chegarmos na primeira parada do dia, um vulcão adormecido há muitos anos e coberto por vegetação.

Trou aux Cerfs

Ilhas Maurício tem origem vulcânica e, portanto, possuem diversas crateras que lembram o seu passado. A maior delas é a Trou aux Cerfs, que fica na planície central da ilha, no território de Curepipe. O vulcão está a 605m de altura e impressiona pela profunda vegetação que adquiriu com o passar dos anos. Ah, ele não é considerado extinto, apenas adormecido há séculos (a última erupção foi há 600 mil anos).

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Vulcão Troux Aux Cerfs

A parada é rápida! Dá tempo de tirar algumas fotos da cratera e dar a volta completa no vulcão pelo caminho que o circunda. No ponto mais alto, tem-se uma linda vista da Ilha.

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Vista do Troux Aux Cerfs

Grand Bassin, o Templo Hindu 

Estava super ansiosa para conhecer o Templo Hindu e, no final, foi bastante especial. Grand Bassin (também chamado de Ganga Talao) é outra cratera que recorda a origem vulcânica de Maurício. Ao contrário da Trou aux Cerfs, essa está coberta de água e tornou-se o lago mais popular do país.

O lugar também é a região mais sagrada de Maurício para os adeptos do hinduísmo, pois acredita-se que o lago se comunica por debaixo da terra com o rio Ganges, na Índia. Por lá, diversas estátuas dos deuses hindus e templos – tudo muito colorido e alegre!

Na entrada do templo ficam as estátuas de Shiva (a segunda maior do mundo, a primeira está na Índia) e a outra de Durga – considerada a forma da esposa de Shiva, ambas com 33 metros de altura. A imagem impressiona pela beleza e, principalmente, pela riqueza de detalhes.

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Estátua de Shiva na entrada do Templo

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Estátua de Durga

Robert, o taxista que foi nosso motorista neste passeio, era hindu e foi nos contando os significados de cada símbolo e estátuas que estavam ali. Ele também explicou todas as nossas dúvidas e nos acompanhou pelo templo. Depois, nos deixou livres para tirarmos fotos e conhecermos sozinhos a região. Me surpreendi pela riqueza, pelo colorido e pela alegria que era presente ali. Foi muito especial!

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Entre fevereiro e março acontece o “Maha Shivaratree”, festival hindu em homenagem à Shiva, recebendo 300 mil peregrinos que caminham descalços de suas casas até lá.

Black River Gorges National Park

A terceira parada do dia foi no Parque Nacional de Black River Gorges. A área tem mais de 6.750 hectares e é repleto de cantinhos para fazer piquenique, estradas para caminhar, longas trilhas para quem quer mais aventura e mirantes para observar a linda paisagem. No centro do parque, está o “Piton de la Petite Rivière Noire” – a montanha mais alta da ilha com 828 metros de altura.

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Nós ficamos apenas no mirante da entrada do parque: de lá, víamos uma cachoeira bem alta (a Alexandra Falls) e as montanhas que mais pareciam um plano de fundo do Windows. Por lá, muitos babuínos e cuidado com eles! Não deixe alimentos à mostra e nem chegue muito perto (e, obviamente, não os alimente). Eles são bem espertinhos e adoram roubar uns petiscos. Eu consegui boas fotos da família que estava no mirante.

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Na entrada do parque ficam diversos comerciantes vendendo os souvenirs típicos de Maurício: cangas, estátuas hindus, dodôs, barquinhos, lenços e muito mais. O preço é bom, melhor que nas lojinhas do centro. A maioria ali aceita as Rúpias e Euros, então, vale levar uns trocados e garantir algumas lembranças.

Chamarel (Chamarel Waterfall e 7 Coloured Earth)

Saímos no parque e no caminho para o Chamarel fizemos uma parada para o almoço em um restaurante da estrada (Restaurant Chez M&M: Ste. Anne Road, Chamarel). Foi uma refeição simples, com entrada, prato principal e sobremesa e saiu, para nós dois, MUR 1.550 (cerca de R$170).

A aldeia de Chamarel abriga duas grandes atrações de Maurício: a maior cachoeira da ilha e a Terra das Sete Cores. Para entrar no parque, precisamos desembolsar mais MUR 250 cada um – a taxa de preservação do local que não estava inclusa no passeio (cerca de R$30).

Logo na entrada, temos a Chamarel Waterfall, com 100 metros de queda d’água. Por lá, tem-se dois pontos de observações da cascata, vale a pena subir as escadas à direita para ter a vista superior.

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Depois, seguimos para a Terra das Sete Cores, um lugar dentro de uma propriedade privada onde avistamos um tipo de solo raro e colorido. As cores predominantes são vermelho, marrom, verde, azul, roxo e amarelo e elas são resultado de um fenômeno geológico: a lava que um dia desceu do vulcão Trou aux Cerfs oxidou metais dando cor à terra.

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No parque, além da cachoeira e das dunas das sete cores, também é possível fazer trilhas, avistar tartarugas gigantes, visitar lojinhas para comprar lembranças e tomar um café.

Foi a nossa última parada do dia, era por volta das 16h quando voltamos para o hotel.

Vale lembrar que, por ser um tour privado, você pode ficar livre para pedir para parar em mirantes da estrada e conhecer lugares específicos. Robert, nosso guia, perguntou se queríamos conhecer fábricas de lenços, barquinhos e até uma loja de diamantes. Ah, uma dica bacana caso você esteja se locomovendo apenas de táxi é combinar outras corridas caso goste do motorista. Nós gostamos tanto dele que combinamos dele nos levar para o outro hotel e também para o aeroporto no nosso último dia. Assim, fechamos por um preço melhor do que com um táxi comum.

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Pôr do sol na praia de Le Morne

Voltamos para o hotel a tempo de ainda ver o pôr do sol na praia e relaxar no quarto (saudade só de pensar). Então, jantamos no L’Harmonie, restaurante estilo buffet com muitas opções.

Dia 3: Saída de Le Morne para Belle Mare

No nosso terceiro dia, saímos de Le Morne para irmos para Belle Mare. Como era um dia mais de deslocamento, aproveitamos para curtir os últimos momentos no Dinarobin. Acordamos cedinho, tomamos um belo café da manhã e fomos curtir a praia. Fizemos os últimos registros de Le Morne.

Depois de algumas horas na areia, fomos curtir a piscina do hotel. No Dinarobin, tem-se a piscina principal, que fica próxima à recepção e aos restaurantes e, a cada duas ou três casas de hospedagem, uma piscina menor de água aquecida – e MUITO deliciosa (e praticamente vazia). De um lado podíamos observar os coqueiros da praia e o mar e, do outro, a montanha Le Morne. Realmente, incrível.

roteiro ilhas mauricio

roteiro ilhas mauricio

Fizemos o check-out, aguardamos o Robert e fomos para Belle Mare, onde ficaríamos no The Residence Mauritius. Você pode ver toda a nossa experiência nesse resort aqui!

Chegada no The Residence Mauritius

Fomos muito bem recebidos no hotel, nos instalamos no quarto (que mais parecia um apartamento) e fomos almoçar. Optamos pelo menu executivo do restaurante “The Verandah” (veja aqui) que oferecia uma refeição pra lá de completa e gostosa. Provamos a salada ceaser de entrada, um peixe acompanhado de arroz e legumes super temperados e, no final, uma sobremesa com bolinho de chocolate e sorvete de baunilha. Aqui, estávamos com o serviço de meia pensão (café da manhã e jantar inclusos), portanto almoço era cobrado à parte.

Restaurante The Plantation

Logo que chegamos, garanti minha foto na varanda do The Residence Mauritius

Descansamos um horinha no quarto (e aproveitamos para arrumar um pouco as malas) e depois descemos para a piscina. Bem grande, ela é climatizada e fica no pé da areia. No cantinho direito tem uma jacuzzi de tamanho médio, que foi perfeita para o fim da tarde. O céu estava bem encoberto neste dia e ameaçava chover a qualquer momento.

No jantar, escolhemos o restaurante “The Plantation” (veja aqui), que fornece o jantar no estilo a la carte. Nele, tínhamos um crédito de 1.600 rúpias mauricianas para escolher do cardápio (era possível ter uma entrada, prato principal e sobremesa com esse valor).

The Residence Mauritius

Restaurante The Plantation

Dia 4: Curtir a praia de Belle Mare + atividades do hotel

A maioria dos resorts em Maurício oferecem muitas opções de atividade aquáticas inclusas no valor da diária e, então, escolhemos aproveitar isso no nosso último dia. Como estávamos em um hotel super bacana, preferimos curtir todas as comodidades que ele oferecia. O The Residence Mauritius também tinha uma série de atividades, então fomos tentando conciliar tudo no nosso roteiro.

Começamos o dia com um café da manhã delicioso com vista para o mar e, então, fomos pegar um sol nas espreguiçadeiras que ficam na areia. Os funcionários do hotel, de tempos em tempo, levam água geladinha e algumas frutas para quem está ali tomando sol. Um mimo!

The Residence Mauritius

As espreguiçadeiras eram para todos os gostos: quem quisesse tomar sol na areia, quem quisesse uma sombrinha na areia e até mesmo quem não gosta de areia e prefere o gramado

Parasailing: aventura e vistas maravilhosas

Decidimos sermos mais radicais e fizemos parasailing. Essa atividade não era incluída pois não era o hotel que oferecia, mas ficava bem próximo e arriscamos. E foi demais! Eu tenho muito medo de altura, mas foi uma experiência linda e inesquecível. É uma atividade de kite onde eu e o Bruno estávamos presos a uma asa parecida com um para-quedas e fomos “rebocados” por uma lancha.

roteiro ilhas mauricio

Não sei a quantos metros aquilo subiu, mas subiu muito! Do alto, avistamos o azul do mar que se misturavam com os corais e criava nuances incríveis. A vista do nosso hotel também era belíssima. Enfim, digo que vale a pena! Custou MUR 2.000 para nós dois, cerca de R$ 220, ficamos uns sete, oito minutos “no ar”.

Ilhas mauricio

Olha só a vista que tivemos do The Residence Mauritius lá do alto!

Depois da aventura, uma pausa para o almoço. Fizemos um lanche rápido pois ainda tínhamos atividades aquáticas à tarde, então eu fui em um wrap e o Bruno em uma pizza no The Verandah. Voltamos para a areia e aguardamos o barco sair para o snorkelling. Dentre as atividades, o snorkelling e glass boat são os únicos que necessitam reserva um dia antes, garantindo o espaço no barco.

The Residence Mauritius

Snorkelling em Belle Mare

O barco sai com 7 hóspedes e 2 tripulantes e, até chegarmos no local do mergulho (uns 10 minutos navegando), eles contam um pouco sobre as espécies que poderíamos encontrar, nos orientam sobre a segurança e fornecem máscaras de mergulho e pé de pato. Os tripulantes ficam próximos a todo o momento, mas ficamos livres para nadar ali por perto por meia hora – até que voltamos ao barco e seguimos até o hotel.

A visibilidade é das boas. Pudemos ver muitos peixes, grandes cardumes e corais bem coloridos. Foi bem legal!

The Residence Mauritius

Snorkelling em Belle Mare

The Residence Mauritius

The Sanctuary, centro de SPA e bem-estar do The Residence Mauritius

No fim da tarde, ainda fizemos uma massagem aromática em casal de outro mundo no The Sanctuary SPA. Foram 60 minutos de relaxamento profundo. Antes de entrar na sala, preenchemos uma ficha com algumas especificações de saúde onde gostaríamos que a massagem focasse. Eu escolhi costas e ombro. Sai completamente renovada!

Nossa estadia estava chegando ao fim. Jantamos no “The Dining Room” (veja aqui), restaurante onde é oferecido o serviço de buffet no jantar, com bastante variedade de saladas, legumes e opções de proteína. Três vezes por semana acontece lá um show de dança e tivemos a sorte de assistir naquela noite. O ritmo tradicional do país é chamado de “Sega”, dança formada por movimentos meio latinos e caribenhos.

Nosso voo de volta para Joanesburgo era no dia seguinte às 09h mas, como as distâncias na Ilha são grande, saímos bem cedo do hotel. Eles prepararam um pequeno café da manhã para nós, fizemos o check out e nos despedimos do hotel com um belo nascer do sol.

Foram dias inesquecíveis nas Ilhas Maurício. As praias são realmente as mais lindas que já conheci, mas a natureza no interior da Ilha também é especial. Existem muitos outros pontos turísticos a se conhecer, mas tínhamos pouco tempo para isso. Tudo o que fizemos valeu a pena e tornou nossa passagem por lá uma experiência surreal.

Tem alguma dúvida sobre as Ilhas Maurício? Já foi para a Ilha e fez algo diferente? Conta aqui nos comentários a sua experiência!


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Roteiro


SOBRE O AUTOR

Malu Pinheiro

Apaixonada pelo diálogo e por viagens, levo um pouquinho do lado jornalístico a cada destino que chego. Natureza e praias estão presentes em quase todos meus roteiros - não vivo sem!

10 comments

  1. Wmarlei 4 agosto, 2019 at 23:35 Responder

    Há como aproveitar a praia em barracas, espreguiçadeiras para quem não fica em resorts? Hà espaços públicos ou bares para quem vem de outros hotéis que não estão à beira mar?

    • Malu Pinheiro 5 agosto, 2019 at 17:38 Responder

      Olá, tudo bem?
      Infelizmente não. Não existem barracas para alugar cadeiras ou algo do tipo nas praias, o ideal mesmo é você levar uma esteira ou canga para conseguir curtir tranquilo na areia.
      Você pode acessar qualquer praia a pé, mas também não tem barraquinhas de comidas e drinques (pelo menos não nessas que citei no texto – pelo que li, acredito que na Ile Aux Cerfs tenha).

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