Como visitar o Angkor Wat no Camboja

Conheça o Angkor Wat, no Camboja, um dos complexos de templos mais incríveis do Sudeste Asiático. Um destino cheio de história, repleto de cantinhos incríveis para fotografar e um mundo de possibilidades e experiências. Para te ajudar a descobrir o MELHOR do Angkor Wat (incluindo os principais templos, pontos turísticos mais visitados, e segredinhos que você vai amar descobrir) preparamos um post recheado de boas dicas do complexo e da cidade de Siem Reap. Vamos nessa?

Aqui, você vai encontrar:

Se quiser ir direto ao ponto, basta clicar no menu acima.

A história de Angkor Wat

Angkor Wat
Angkor significa cidade e Wat significa templo. Ou seja, Angkor Wat foi uma cidade reunida em torno do complexo de templos que marcaram o auge e toda a grandiosidade do Império Khmer, no seu apogeu Angkor chegou a ter mais de 500 mil habitantesO complexo é formado por dezenas de templos construídos ao longo dos séculos, e o bacana é reparar na evolução das técnicas e nas histórias contadas ao longo dos templos do complexo.

O início da construção dos templos data de 1100, durante o reinado de Suryavarman II como um templo hindu dedicado ao Deus Vishinu. Cada rei impunha suas vontades e características nos templos. Foi por isso, que com o passar dos anos – mais especificamente com Rei Jayavarman VII – religião predominante migrou do hinduísmo para o budismo. Com os olhos atentos – ou quem sabe a ajuda de um guia – você conseguirá encontrar uma mistura de Vishinus e Budas pelo complexo.

Ninguém sabe dizer ao certo os motivos do declínio do Império Khmer nos séculos XIII e XIV, talvez pelo fortalecimento do reino Tailandês que invadiu o reino. O fato é que 1430, grande parte da população de Angkor migrou para Phnom Penh, atual capital do Camboja. Com o passar dos anos Angkor se tornou uma cidade deserta, e por fim esquecida.

A “descoberta” de Angkor Wat pelo ocidente se deu em 1860, pelo francês Henri Mouhot. Durante o protetorado da França no Camboja foi feito um trabalho de restauração e conservação das ruínas. Porém, durante o Khmer Rouge, período de uma violenta ditadura sob o comando de Pol Pot, o Camboja ficou fechado aos estrangeiros e o Angkor Wat se deteriorou. Pol Pot declarou o fim do budismo na país, executou centenas de monges budistas e decretou que estátuas de budas fossem decapitada em vários cantos do país, curiosamente Angkor Wat se manteve praticamente intocado com algumas marcas de balas geradas pelas disputada; e toda a parte de madeira do templo removida para ser usada como lenha (que tristeza!)

A destruição dos templos foi um fenômeno pós guerra civil; muitos dos tesouros esculturas e até restaurações do templo foram saqueados e contrabandeados para a Tailândia onde foram vendidos como “peças decorativas” ou peças de museu. Em 1992, a UNESCO colocou Angkor Wat como Patrimônio Mundial em risco. Vários países e entidades se uniram para recuperar o complexo e somente em 2004 o espaço foi considerado fora de risco. Ainda hoje, descobertas arqueológicas são feitas na região, o que enriquece ainda mais a história do Império Khmer.

Hoje o Angkor Wat é o destino turistico mais visitado do Camboja e recebe cerca de 2 milhões de visitantes por ano, a importância do templo é tão grande para a economia local que ele está estampado na bandeira do Camboja. Siem Reap, a cidade do Angkor, é um destino hospitaleiro, cheio de vida e de possibilidades para quem quer descobrir mais sobre a vida e a cultura do Camboja, você vai se apaixonar.

Dica de leitura sobre o camboja

Para enriquecer sua visita ao Camboja, e para entender um pouco da herança cultural desta população tão querida e tão sofrida recomendo dois livros que contam pouco da história do genocídio no Camboja – já adianto, você vai chorar litros. Recomendo muito “In the Shadow of the Banyan” the Vaddey Ratner (fiz a leitura via Kinddle) ou o mais famoso “First They Killed my Father” que em 2017 virou filme e está disponível no Netflix.

Onde ficar em Siam Reap

Siem Reap é a base para visitar os templos de Angkor Wat. A oferta hoteleira da cidade é enorme, tem todos os estilos e bolsos. Se puder, opte por um hotel com piscina, o calor é de matar o ano inteiro.

O eOcambo Resort & Spa tem quartos espaçosos com varanda, piscina e um preço bem amigo.

Hotel em siam reap

eOcambo Resort | Foto: Divulgação

O Shinta Mani Shack tem uma localização ótima, pois fica distante o suficiente da parte mais agitada, mas mesmo assim dá para ir andando. Sem falar que tem uma piscina maravilhosa. A marca ainda tem outro hotel em Siem Reap, o Shinta Mani Angkor.

Hotel em siam reap

Shinta Mani Shack | Foto: Divulgação

O Heritage Suites é super charmoso, com piscina e spa. Alguns quartos tem hidromassagem e piscina privativa. Fica a dez minutos de tuk tuk do centro.

Hotel em siam reap

Heritage Suites | Foto: Divulgação

O Villa Um Theara é simples, mas tem boas instalações e é perto da Pub Street, região com bares e restaurantes. Eles ainda preparam café da manhã para quem faz o passeio do nascer do sol em Angkor Wat.

Hotel em siam reap

Villa Um Theara | Foto: Divulgação

Para quem busca mais conforto, o The Aviary é uma boa pedida. Pertinho da Pub Street, o hotel tem até um spa para você relaxar entre um templo e outro.

Onde ficar em siam reap

The Aviary | Foto: Divulgação

Quantos dias são necessários para visitar o Angkor Wat

Se você curte visitar templos e está afim de mergulhar na história do Camboja e descobrir segredinhos de cada um dos lugares, recomendo 3 dias de visita, assim dá para descobrir os templos, passear por Siem Reap e até arriscar uma ida para um templo mais distante no terceiro dia.

Para quem quer ver o melhor de Angkor Wat mas não faz questão de ver tudo, 2 dias é um tempo bem legal.

E com mais tempo?

Se você tiver mais do que três dias, vale incluir outros templos como Koh Ker e Beng Mealea na jogada.

Dá para visitar Angkor Wat em 1 dia?

Dá para ver um pouquinho, numa correria louca. Mas quer saber minha opinião sincera? Dá tanto trabalho chegar em Siem Reap que 1 dia só vale a pena para quem topa cacifar o vôo (que já aviso, não é dos baratos).

Se você tem apenas um dia, foque no circuito mais curto, especialmente nos templos Angkor Wat, Bayon e Ta Prohm.

Quanto custa o ingresso para o Angkor Wat

O complexo tem três tipos de ingresso:

  • Ingresso de 1 dia: 37 dólares
  • Ingresso de 3 dias: 62 dólares
  • Ingresso de 7 dias: 72 dólares

Um dia é muito pouco, sete é demais, a não ser que você vá ficar mais tempo em Siem Reap. A melhor opção acaba sendo o ingresso de três dias.

Como comprar os ingressos para Angkor Wat

Os ingressos não são vendidos online e devem ser comprados diretamente na bilheteria do templo – não fica na entrada do templo, mas sim ao lado do Angkor Panorama Museum – cerca de 2km do templo. Anote o endereço: Angkor Enterprise, Street 60, Siem Reap.

Horários de funcionamento da bilheteria:  todos os dias das 04h30 às 17h30. A partir das 17:00 você já consegue comprar o ingresso válido para o dia seguinte.

Os ingressos são nominais, e no momento da compra você será fotografado.

Dica: Se você tem apenas 1 dia no Angkor, compre seu ingresso entre às 17:00 – 17:30 do dia anterior. Você não quer perder tempo na fila no eu único dia por lá.

Como chegar em Angkor Wat

Angkor Wat no Camboja

Templo Preah Khan

Em primeiro lugar, não precisa reservar nada com antecedência. Angkor Wat é a principal atração de Siem Reap. Não faltam agências, guias e tuk tuks para te levar para lá.

Angkor Wat de Tuk Tuk

A maneira mais usada pelos viajantes é o tuk tuk. Tem milhares de tuk tuk espalhados pela cidade prontos para te levar, mas peça uma indicação ao seu hotel/hostel. Eles cobram entre 15 e 25 dólares para passar o dia com você. Só reforçando, eles não são guias, alguns falam um inglês meio difícil de entender. Então se você espera uma explicação maior sobre o templos, não conte com os motoristas de tuk tuk. Gostou do seu motorista? Vale fechar com ele para todos os seus dias no complexo.

Angok Wat de bicicleta

Quem tem disposição e quer fazer tudo por conta própria pode alugar uma bicicleta. Mas tem que ter disposição mesmo, em um dia é possível percorrer 40 km entre os templos. E lembre-se que faz um calor do cão! Ao contrário da maioria das cidades do Sudeste Asiático, é proibido alugar uma scooter em Siem Reap. Você pode até encontrar alguma, mas é melhor não arriscar. Já a bicicleta elétrica pode ser uma opção para cansar menos, mas tem a desvantagem de não poder ir tão longe, pois você corre o risco de ficar sem bateria.

Tour guiado pelo Angkor

Outra maneira mais confortável é pegar um tour guiado. O ideal é fazer um tour com grupo pequeno, ou até mesmo um tour individua ppara aproveitar melhor as explicações. Testamos o Journey Cambodia e aprovamos! Os valores são entre 20 e 40 dólares.

Vale a pena contratar um guia para conhecer o angkor?

Um complexo tão grande e tão rico historicamente como Angkor Wat tem muitos detalhes que acabam passando despercebido se você não tem um guia. Porém, ir com total liberdade e todo o tempo para explorar cada cantinho no seu devido tempo também é ótimo. Uma boa pedida é ir um dia com guia e um dia sem, assim você pode ter uma experiência mais completa.

Outra pedida espetacular para quem quer aprender a história dos tempos é o Angkor National Museum, eu visitei o museu no final do meu primeiro dia e aprendi MUITO.

O que levar e o que vestir

É sempre bom lembrar que você esta entrando em um templo. Assim, suas roupas precisam estar adequadas para esse tipo de lugar, com ombros e joelhos sempre cobertos. E xales e lenços não valem para cobrir os ombros, tem que ser camiseta mesmo. Sapatos confortáveis são imprescindíveis, anda-se muito por lá.

Faz calor o ano inteiro inteiro no Camboja. Protetor solar e água são super importantes. Para comida, é legal ter alguns lanchinhos na bolsa. Existem muitos vendedores ao longo do complexo, mas os preços são um pouco inflacionados.

Aí vai um check list pra você:

  • Roupas leves com ombros e joelhos cobertos
  • Chapéu
  • Sapatos bem confortáveis
  • Protetor Solar
  • Óculos Escuros
  • Água
  • [Opcional] Lanchinhos

Como visitar o Angkor Wat

Angkor Wat é enorme. Por isso, tem milhares de combinações, de templos e de passeios. Os mais usuais são o Circuito Pequeno (que inclui o Angkor Wat propriamente dito) e o Circuito Grande. Lembra que falamos de dois dias como tempo mínimo para conhecer o complexo? Com dois dias você consegue percorrer os dois circuitos (1 dia para cada um deles) sem pressa.

Mapa do Angkor Wat

Mapa do Angkor Wat: Veja o grande e o pequeno circuito desenhados aqui

Circuito pequeno

Se você tem apenas um dia para conhecer o Angkor Wat a dica é fazer o circuito pequeno. Eu se fosse você pularia o nascer do sol no Angkor e seguiria direto para o Bayon, assim você terá o templo absolutamente vazio para tirar fotos espetaculares, dali seguiria para o Ta Prohm – como ainda é cedo, há grandes chances de pegar o templo vazio. E deixaria o Angkor Wat por último. Como grande parte das pessoas vai de manhã cedinho, no final da tarde você terá uma experiência um pouco menos muvucada.

Se você tem dias dias, eu começaria pelo circuito grande, e deixaria o pequeno para o final com direito a nascer do sol. Que é uma loucura, mas rende fotos lindas. E não deixe de ler minhas dicas para o nascer do sol em Angkor Wat.

Principais templos do circuito pequeno:

  • Angkor Wat
  • Bayon
  • Ta Keo
  • Ta Prohm
  • Banteay Kdei
Angkor Wat

Nascer do sol em Angkor Wat | Foto: Joanna Saldanha

O passeio mais clássico de Siem Reap é o circuito pequeno com nascer do sol em Angkor Wat. O ideal é chegar no complexo às 5h para conseguir o seu lugar ao sol. É cheio, nem adianta se estressar com isso, mas é uma experiência incrível. É daquelas memórias de viagem que você guarda para vida toda, você não vai se arrepender.

Mas se você não consegue acordar cedo, não tem problema já que a grandiosidade de Angkor Wat é impressionante em qualquer hora do dia. Até mesmo no fim da tarde, o sol não se põe lá, mas a luz fica linda. Originalmente, o templo foi construído para o deus Vishnu, do hinduísmo, mas com o passar dos anos, o local se tornou um importante ponto de peregrinação dos budistas. Por dentro dos templo, você ainda pode encontrar os monges e receber uma bênção para “Good life, good luck, good health” (boa vida, boa sorte e boa saúde).

Outro templo incrível do circuito pequeno é o Bayon. Construído no final do século XII, o templo se impõe com as suas muitas colunas, tem um estilo mais rebuscado e com mais ornamentações que o Angkor Wat. Se você olhar com atenção, vai reparar que alguns muros mostram o cotidiano da civilização khmer.

Como visitar o Angkor Wat

Templo Bayon | Foto: Joanna Saldanha

Outra parada quase obrigatória é o Ta Prohm, também conhecido como o templo Tomb Raider. No ano 2000, a atriz Angelina Jolie gravou esse filme no Camboja e chamou atenção tantos para as causas humanitárias no país, como também atraiu visitantes para o complexo de Angkor Wat. O Ta Phrom é um templo que foi tomado pela natureza, com aquelas árvores enormes, com raízes que crescem pelos muros. Vale a fama que tem.

Templos de Angkor no Camboja

Templo Ta Prohm | Foto: Joanna Saldanha

Circuito grande

O circuito grande tem mais templos que o circuito pequeno, porém você acaba gastando o mesmo tempo, pois tem algumas construções menores. Como as pessoas ficam mais espalhadas pelo circuito grande, você não tem a sensação de estar em um lugar cheio, como é em Angkor Wat.

Um dos templos mais diferentes é o Neak Peak, que fica em uma pequena ilha e é preciso atravessar uma ponte bem fotogênica para chegar lá. Diz a lenda que a água que cerca o templo tem poderes de cura, mas nem pense em cair, pois é proibido.

Camboja Angkor Wat

Templo Neak Pean | Foto: Joanna Saldanha

O Pre Rup foi consagrado em 961 para a deusa Shiva. O templo tem vários santuários e um terraço com cinco torres, onde é possível subir para curtir o visual. Outro que impressiona é o Preah Kahn, que era uma universidade budista. Ele é tão grande que era considerado uma cidade, na época da sua construção.

O templo de Banteray Srei não fica dentro do complexo de Angkor Wat, porém vale muito a visita. É um pouco mais afastado, cerca de 30 minutos de carro, mas o ingresso do Angkor Wat também vale para o Banteray Srei. O seu nome significa “cidadela da mulher” e ele é um dos mais antigos do Camboja. Esse templo é completamente diferente de todos os outros de Siem Reap, pois foi construído com uma pedra rosada, além de ser cheio de detalhes talhados nas paredes. É bem surpreendente!

Camboja Angkor Wat

Banteay Srei | Foto: Joanna Saldanha

Fuja das multidões

Depois de dois dias em Angkor Wat entendi como visitar o MELHOR dos templos evitando a muvuca. Todos os dias de manhã, 90% dos visitantes se reune em frente ao Angkor Wat para capturar fotos do nascer do sol – que é um super perrengue, mas que realmente rende fotos especiais.

O que eu faria se fosse você? Deixaria o nascer do sol de lado (o que é mais fácil para quem 2 ou 3 dias e pode fazer as duas coisas) e seguiria direto para o Bayon – que em termos de arquitetura é o templo mais vazio do conjunto; ou para o Ta Prohm que após se tornar o cenário de Tomb Rider disputa com o Angkor o papel de templo mais muvucado de Siem Reap.

Depois disso a dica é rodar no sentido anti-horário, ainda que muita gente tenha a “mesma ideia brilhante”, será menos caótico do que seguir o circuitão.

No meio do dia, por volta das 12:00 o sol fica a pino e os templos voltam a dar uma esvaziada, para quem for mais kamikazi, taí outra boa hora para visitar o templos mais concorridos. É quente pacas!

Curiosidades sobre o Angkor Wat

Templo Banteay Srei em Angkor Wat

  • Angkor tem uma extensão de 200 km²
  • São 45 templos/pontos de visitação (a lista completa você pode conferir aqui)
  • Existem pesquisas que estimam uma população de até 500 mil habitantes em sua época auge, isso seria o maior assentamento pré-industrial do mundo
  • 140 mil pessoas vivem atualmente nas vilas dentro do complexo
  • O complexo recebe cerca de 2,5 milhões de visitantes por ano
  • É considerada a maior estrutura religiosa do mundo

Siem Reap além do Angkor Wat

Siem Reap é uma cidade de uma grande atração, Angkor Wat, mas é uma atração que vale qualquer deslocamento. Como vocês viram, não são necessários muitos dias para explorar Siem Reap. CA cidade tem um mercado noturno ótimo para pechinchar e comprar lembrancinhas. A agitada Pub Street lembra um pouco a vibe da Khao San Road, em Bangkok, com muitos bares com chopp a $ 0,50.

Seguro viagem

seguro viagem não é obrigatório pela Ásia, porém é indispensável em qualquer viagem. Ainda mais em um lugar com língua, cultura e costumes tão diferentes, melhor evitar algumas dificuldades que podem vir a surgir e, acredite, ter uma apólice contratada de seguro pode salvar a sua pele.

Além de te ajudar com malas extraviadas e voos cancelados, um seguro viagem com boa cobertura vai te salvar em qualquer problema médico que você possa ter.

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Como incluir Siem Reap no seu roteiro pela Ásia

Siem Reap, no Camboja, pode ser combinada com roteiros pela Tailândia, Vietnã, Laos e outros países do Sudeste Asiático. Minha dica na hora de montar o roteiro pelo Sudeste Asiático é não cair na tentação de incluir muitas cidades em poucos dias e ficar num pinga-pinga louco (acredite! Apesar da malha aérea do Camboja ser cada vez melhor, e os voos para Siem Reap cada vez mais acessíveis, as Low Costs no Sudeste Asiático não tem a precisão e nem a pontualidade européia; de 1 dia para o outro você recebe um aviso dizendo que seu vôo mudou para o dia seguinte e não tem o que fazer!) e fazer um circuito que faça sentido.

De avião:

Para quem tem um budget mais flexível e vai voar, há vôos frequentes entre Siem Reap e Bangkok. Também dá para voar a partir de Luang Prabang, mas é bem mais caro. A Joanna voou entre Bangkok e Siem Reap.

De ônibus:

Dá para chegar em Siem Reap tanto pelo sul da Tailândia como a partir da capital Phnom Penh. A viagem vai levar uma noite inteira! A Mari fez o trajeto de ônibus e recomenda os ônibus da companhia Giant Ibis, o preço era um pouco mais caro, mas ouvi vários relatos de ônibus que quebram no caminho ou ônibus sem ar condicionado, isso sem falar na segurança. Não faça economia meia boca.

 

E aí? Pronto para conhecer Angkor Wat? Tem alguma outra dica para compartilhar?


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Joanna Saldanha

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