Copa do Mundo 2026 em Nova York: guia completo para quem vai assistir aos jogos do Brasil
A Copa do Mundo de 2026 será a maior da história, com jogos espalhados pelos Estados Unidos, México e Canadá. Entre as sedes mais desejadas está Nova York, que atrai torcedores do mundo inteiro pela facilidade de acesso, infraestrutura e, claro, pela experiência única de visitar uma das cidades mais icônicas do planeta. Apesar do nome, os jogos acontecem oficialmente no MetLife Stadium, em East Rutherford, New Jersey, na região metropolitana, com acesso fácil a partir de Manhattan.
Neste guia completo da Copa do Mundo 2026 em Nova York, você encontra tudo o que precisa para planejar a viagem sem dor de cabeça: onde se hospedar, como chegar ao estádio, transporte a partir dos aeroportos, ingressos, Fan Fest, restaurantes, clima e dicas práticas para aproveitar os jogos e a cidade ao máximo.

Nova York e a Copa do Mundo 2026
Nova York é uma cidade imensa e cheia de atrações, o que faz dela a desculpa perfeita para ficar alguns dias a mais além dos jogos da Copa do Mundo 2026. Entre uma partida e outra, dá para curtir Fan Fest, bares esportivos animados, pontos turísticos icônicos e experiências que vão muito além do futebol.
Além disso, a localização estratégica permite combinar a viagem com outros destinos interessantes da região, como Filadélfia, que também recebe jogos do Mundial, Boston e Washington. Por isso, este guia completo da Copa do Mundo 2026 em Nova York reúne tudo o que você precisa para planejar a viagem com calma e aproveitar tudo que a cidade tem a oferecer.
Nesse post você vai encontrar:
- Quando o Brasil joga em Nova York
- Como chegar em Nova York
- Como ir do aeroporto ao centro
- Como chegar ao estádio para o jogo da Copa do Mundo 2026
- Onde se hospedar em Nova York
- Fan Fest e Ativações da Copa que valem a pena
- O que fazer em Nova York além da Copa
- O que combinar com Nova York
- Dicas práticas para planejar sua viagem
- Seguro viagem

Quando o Brasil joga em Nova York
O MetLife Stadium, em East Rutherford, New Jersey, vai ser palco do primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo. É a casa do New York Giants e New York Jets, com capacidade para mais de 82 mil pessoas e fica a uns de 14 km de Manhattan. Apesar de não estar dentro de Nova York, o acesso é fácil, principalmente a partir da região central, e a maioria dos torcedores vai se hospedar na cidade.
Primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo
- Estádio: MetLife Stadium
- Data do jogo: 13 de junho (sábado)
- Adversário: Marrocos
Outros jogos que vão acontecer no estádio:
- 16 de Junho: França x Senegal
- 22 de junho: Noruega x Senegal
- 25 de Junho: Alemanha x Equador
- 27 de Junho: Panamá x Inglaterra
- 30 de Junho: a ser definido
- 5 de Julho: a ser definido
- 19 de Julho: final.
Sorteio para as partidas da Copa do Mundo 2026
Os ingressos da Copa do Mundo são vendidos em diferentes fases oficiais organizadas pela FIFA, que incluem períodos de inscrição e sorteios. O processo começa com um cadastro no site da FIFA, onde você escolhe os jogos ou seleções de interesse e participa do sorteio. Se for selecionado, recebe uma notificação por email para concluir a compra dentro do prazo estipulado, mas recomendo de ficar de olho no site também, como a demanda é alta, é fundamental acompanhar as datas de cada etapa.
A inscrição para o “Sorteio por Seleção Aleatória” é feita apenas no site oficial da FIFA. O primeiro período de inscrições ocorreu em setembro de 2025, e o último sorteio foi realizado em 13 de janeiro, mas não fique desanimado porque quem não conseguiu ingresso nessa fase ainda tem chances.

De acordo com a FIFA, haverá algumas etapas de venda até a final da Copa do Mundo, marcada para domingo, 19 de julho de 2026. A expectativa é que entre março e junho aconteça uma fase final de vendas por ordem de chegada.
Outra dica é procurar ingressos pela plataforma de revenda da FIFA, algumas pessoas vendem seus ingressos por lá. Por fim, existe a opção Hospitality, que combina ingressos com acesso a lounges oficiais nos estádios. É uma alternativa bem cara e os valores variam conforme o tipo de lounge, o momento do campeonato e as seleções envolvidas, mas também é uma alternativa.
Como chegar em Nova York
Nova York conta com três aeroportos principais, o que facilita bastante a vida de quem vem do Brasil ou de outras cidades dos Estados Unidos.
O John F. Kennedy International Airport (JFK) é o principal aeroporto internacional da cidade e por onde a maior parte dos brasileiros chegam. Ele fica a cerca de 28 km de Midtown Manhattan, com deslocamento médio de 40 minutos a 1 hora e meia, dependendo do trânsito, mas se optar pelo metrô esse tempo diminui bastante.
A oferta de voos diretos e conexões é enorme, operados por companhias como Latam, American Airlines, Delta, Aeromexico e Air Canada. O JFK também tem ótima ligação com transporte público, incluindo o AirTrain + metrô.
Outra opção bastante comum é o Newark Liberty International Airport (EWR), em New Jersey, que fica a aproximadamente 26 km de Manhattan e leva de 30 minutos a 1 hora até lá. O aeroporto recebe voos da United, American Airlines, Delta, Latam, Air Canada, JetBlue e outras companhias internacionais e tem conexão fácil com o centro da cidade por trem.
Por fim, há o LaGuardia Airport (LGA), usado principalmente para voos domésticos dentro dos EUA. Ele fica a apenas 13 km de Midtown Manhattan, mas não recebe voos internacionais de longa distância. É uma boa alternativa para quem já está viajando dentro dos Estados Unidos por companhias como American Airlines, Delta, United, JetBlue e Southwest.

Como ir do aeroporto ao centro da cidade
Chegar do aeroporto até Manhattan é simples, mas é bom entender bem as opções de transporte para não perder tempo. Em Nova York, a melhor forma de você se locomover é pelo metrô. As linhas podem parecer um pouco confusas no inicio, mas depois que você pega o jeito, vai ver que é uma beleza, afinal a malha do transporte passa por praticamente todos os bairros, desde os menos visitados até a área central acessando facilmente as atrações turísticas.
Saindo de John F. Kennedy International Airport (JFK)
Começando pelo aeroporto que a maioria dos brasileiros chega, o JFK é muito bem conectado ao transporte público, a forma mais econômica e prática de chegar ao centro da cidade. Porém, se você prioriza o conforto, sempre há a possibilidade de escolher táxi, transporte de aplicativos ou transfer.
Transporte público
Saindo do seu terminal no Aeroporto JFK, pegue o AirTrain e siga até a estação Jamaica Station ou Howard Beach. Descendo na Jamaica Station, você pode optar por duas alternativas: pegar o metrô (linhas E, J ou Z) ou o trem da LIRR (Long Island Rail Road), que é mais rápido.
Se optar pela LIRR, desça na Penn Station – New York ou na Grand Central Madison. O AirTrain custa US$ 8,25, enquanto o ticket do LIRR vária de acordo com o horário, então você deve pagar entre US$7,75 a US$10,75.
Se for de metrô, basta pegar uma das linhas na Jamaica Station que te deixe próximo ao seu hotel. A linha E vai para Penn Station e Times Square, e as linhas J e Z vão para Lower Manhattan/Brooklyn.
Os tickets de transporte você compra nas máquinas do metrô, e vale a pena pensar em comprar logo o MetroCard que US$1 e cada passagem vai custar US$ 2,75. No nosso post Aprenda como usar o metrô em Nova York você pode ver com detalhes como comprar os tickets na máquina e se orientar nas linhas de transporte em Nova York.
Dica de expert Ideias na mala: Vale lembrar que o metrô de Nova York não é nada amigável pra quem viaja com malas grandes ou muitas malas. Não existe catraca específica pra volumes maiores e, em várias estações, o acesso às plataformas é só por escadas. Dá pra encarar? Dá. Mas é perrengue. Nesses casos, Uber, táxi ou transfer costumam valer mais a pena, principalmente depois de um voo longo.

Uber / Lyft ou Táxi
Um jeito muito cômodo de ir do aeroporto ao centro, porém o mais caro. A tarifa fixa do táxi é de US$70 com acréscimo de US$5 em horário de pico, além da gorjeta e pedágios se houver, então prepare-se para pagar de US$80 a US$ 100 dependendo do trajeto.
No caso dos aplicativos, a diferença de preço não é grande, a viagem custará cerca de US$80 também. A vantagem é que com os aplicativos não tem muita surpresa nem tantos acréscimos como pode ter o táxi, mas sugiro combinar certinho com o motorista antes da corrida.
Transfer privativo
O transfer privativo é uma ótima opção para famílias, grupos, para quem carrega malas grandes ou para quem busca o máximo de conforto ao chegar em Nova York. O motorista te espera no desembarque e segue direto para o hotel, sem necessidade de enfrentar filas, trocar de transporte, arrastar malas ou lidar com tarifas dinâmicas que podem disparar nos horários de pico.
Apesar de ser uma alternativa mais cara, o valor costuma compensar quando dividido entre várias pessoas. Durante a Copa do Mundo 2026, o transfer privativo pode ser vantajoso em termos de segurança e tranquilidade, evitando confusão, atrasos e preços abusivos de última hora.
Aluguel de carro
Não recomendamos alugar um carro em Nova York, o trânsito é caótico, estacionar na cidade é quase impossível. Além disso, o metrô supre perfeitamente a grande maioria dos deslocamentos e, em último caso, você sempre pode pegar um táxi.
Saindo de Newark Liberty International Airport (EWR)
O Newark Liberty International Airport (EWR) é um aeroporto muito usado por quem voa para Nova York, especialmente em voos internacionais, e apesar de ficar em New Jersey, o acesso até Manhattan é simples e bem organizado. Assim como no JFK, você pode escolher entre transporte público, táxi, aplicativos ou transfer, dependendo do orçamento e do conforto que você prefere.
Transporte público
A forma mais prática e econômica de sair do Newark usando transporte público é combinando AirTrain + trem da NJ Transit.
Ao desembarcar no aeroporto, siga as placas para o AirTrain Newark, que conecta gratuitamente todos os terminais à estação Newark Liberty Airport Station. De lá, pegue um trem da NJ Transit com destino à Penn Station – New York, no coração de Manhattan. A viagem é direta, rápida e muito usada por moradores e turistas.
O trajeto completo costuma levar entre 30 e 45 minutos, dependendo do horário. O bilhete do NJ Transit custa US$ 15,25 e pode ser comprado nas máquinas da estação ou pelo aplicativo da NJ Transit.
A Penn Station é um excelente ponto de chegada, com fácil acesso a metrô, táxis e a pé para várias regiões de Midtown.
Dica de expert Ideias na mala: Vale lembrar que o metrô de Nova York não é nada amigável pra quem viaja com malas grandes ou muitas malas. Não existe catraca específica pra volumes maiores e, em várias estações, o acesso às plataformas é só por escadas. Dá pra encarar? Dá. Mas é perrengue. Nesses casos, Uber, táxi ou transfer costumam valer mais a pena, principalmente depois de um voo longo.

Uber / Lyft ou Táxi
Ir de táxi ou aplicativo é a opção mais confortável, mas também uma das mais caras. Não existe tarifa fixa como no JFK e o valor final depende do trânsito, do horário e do destino em Manhattan.
Em média, a corrida até o centro de Nova York custa entre US$ 90 e US$ 130, incluindo pedágios. Em horários de pico ou durante grandes eventos, como a Copa do Mundo, esse valor pode subir. A vantagem dos aplicativos é ter o preço estimado antes de confirmar a corrida, evitando surpresas.
Quando falo sobre considerar os pedágios no sentido Nova Jersey → Nova York, considere o pedágio na faixa de US$ 15 a US$ 18, dependendo do trajeto e do horário. Esse valor não costuma estar incluído na estimativa inicial de táxi ou aplicativo e é adicionado ao valor final da corrida.
Transfer privativo
O transfer privativo funciona muito bem para quem chega cansado de um voo longo, viaja em família ou em grupo e quer evitar qualquer tipo de estresse logo na chegada. O motorista te aguarda no desembarque e segue direto para o hotel, sem trocas de transporte ou filas.
Apesar de ser a alternativa mais cara, o custo costuma compensar quando dividido entre várias pessoas. Durante a Copa do Mundo 2026, o transfer também é uma das formas mais seguras e previsíveis. Outro detalhe é que em transfers privativos, o pedágio geralmente já está incluso no preço fechado, mas vale sempre conferir.
Aluguel de carro
Assim como no JFK, não recomendamos alugar carro para se deslocar até Manhattan. O trânsito é intenso, os pedágios são caros e estacionar na cidade é complicado e custoso. Para circular por Nova York, o metrô e os trens são muito mais eficientes, e para trajetos pontuais, táxis e aplicativos resolvem bem.

Como chegar ao MetLife Stadium nos dias de jogo
Apesar de todo mundo chamar de “Copa em Nova York”, os jogos acontecem oficialmente em East Rutherford, New Jersey, no MetLife Stadium, estádio dos times New York Giants e New York Jets. Ele fica a cerca de 24 km de Manhattan, mas o deslocamento exige um pouco de planejamento, especialmente nos dias de jogo, quando o fluxo de torcedores é intenso.
A dica é sair mais cedo, umas duas horas antes do jogo pra garantir, dar tempo de chegar com calma, achar os assentos e aproveitar o clima de Copa.
Tempo médio de deslocamento até o estádio (sem contar trânsito pesado de dia de jogo)
- Midtown Manhattan → MetLife Stadium: ~30 a 50 minutos
- Meatpacking District e Chelsea→ estádio: ~ 30 min a 1 hora
- New Jersey (próximo ao estádio)→ estádio: ~5 a 20 minutos
Fique atento: Em dias de jogo esse tempo pode aumentar bastante por conta do trânsito, bloqueios em vias e filas para estacionar. A sugestão é sair com bastante antecedência ou até pensar em transfers organizados.
Metrô
A maneira mais prática e indicada para chegar ao estádio é usando trem, partindo de Manhattan. Na Penn Station, uma das principais estações da cidade, você deve pegar um trem da NJ Transit com destino à Secaucus Junction, uma estação em New Jersey usada exclusivamente para conexão. De lá, você pega outra linha para Meadowlands Station e chega no estádio.
A Penn Station é grande, mas bem fácil de transitar, é só seguir as placas da NJ Transit, e ficar atento às telas que indicam a plataforma do trem. Compre os bilhetes online ou na bilheteria, custa $6,45 o trecho. Lembre-se que você precisa guardar os tickets para validar na saída ou com os guardas que passam nos vagões.

Na saída do trem você dá de cara com o estacionamento do estádio. O trajeto dura cerca de 30 minutos, mas em eventos grandes como a Copa do Mundo, vale sair com bastante antecedência, porque com certeza vai ser bem movimentado. O trajeto de volta é o mesmo e, provavelmente, um pouco caótico pós jogo!
Táxi, Uber e Lyft
Mesmo que seja possível chegar de táxi ou aplicativos, o trânsito no entorno do estádio vai ficar muito carregado e os preços de aplicativos vão pras alturas por causa da demanda. Além disso, a saída após o jogo também é agitada, com longas filas e tarifas dinâmicas altíssimas.
Outra opção é caminhar um pouco para sair do fluxo próximo às saídas do estádio para tentar chegar aos carros com mais facilidade ou, então, aproveite para comer algo, curtir um pouco o clima pós jogo e esperar o fluxo de pessoas dar uma esvaziada, assim as tarifas diminuem também.
Ônibus
Outra opção para chegar ao estádio é de ônibus, até porque em dias de grandes eventos tem uma linha especial, a 351 Meadowlands Express, que sai da Port Authority Bus Terminal em Manhattan e vai direto para o estádio.
Geralmente, a linha especial começa a funcionar duas horas e meia antes do início do evento e continua até uma hora depois do encerramento. O ponto de embarque/desembarque do ônibus fica no estacionamento K, próximo ao Quest Diagnostics Performance Center, com acesso pela saída do Portão MetLife.
Outro detalhe é que você pode comprar o bilhete online ou no terminal por $18 dólares ida e volta. Ainda não anunciaram se essa linha vai seguir assim nos jogos da Copa ou se terá alguma mudança, então um pouco antes dos jogos vale a pena conferir.
Carro e estacionamento
Não recomendamos ir de carro para o estádio, o trânsito é sempre caótico e a saída então… absurdamente demorada, mas, se mesmo assim, você prefere essa alternativa, a dica é comprar o estacionamento antecipado online. Assim, você garante lugar para estacionar, mas saiba que será preciso um pouco de paciência para retornar ao hotel.
Dica de expert Ideias na mala: procure por opções de estacionamentos remotos (em shoppings, áreas comerciais ou centros logísticos da região) com ônibus shuttle direto para o estádio. Eles são bem mais baratos e ajudam a desafogar o tráfego da boca do estádio.

Regras de bolsas e itens permitidos no estádio
Assistir a um jogo no MetLife Stadium exige atenção às regras de segurança sobre o que você pode ou não levar para dentro do estádio. As normas, Guest Policy, existem para agilizar a entrada do público e garantir a segurança em grandes eventos como a Copa do Mundo.
Itens que você pode levar
- Bolsas transparentes com tamanho máximo de 12” x 6” x 12” (aprox. 30 x 15 x 30 cm) — 1 bolsa por pessoa;
- Bolsas pequenas tipo clutch (carteira de mão), com até 4,5” x 6,5” (aprox. 11 x 16,5 cm) — 1 por pessoa;
- Álcool gel pequeno e lenços desinfetantes;
- comidas embaladas em saco plástico transparente;
- garrafas de água ou refri de até 500ml lacrados de fábrica;
- garrafas reutilizáveis vazias, você pode encher dentro do estádio;
- câmeras fotográficas pequenas;
- eletrônicos de uso pessoal como iPad, Kindle ou laptop, desde que sem capa ou bolsa;
- ventiladores pessoais pequenos, recarregáveis via USB
- jaquetas ou blusas de frio à vista e sujeitos à revista;
- bandeiras nacionais oficiais dos países participantes e a bandeira oficial dos Estados Unidos, permitidas apenas em jogos internacionais. Tamanho máximo: 3’ x 5’ (aprox. 90 x 150 cm), sem mastro.
Não pode levar
- Bolsas maiores, mochilas, pochetes com muitos compartimentos ou bolsas rígidas;
- Garrafas de vidro, coolers, caixas térmicas, térmicas ou ice chests de qualquer tipo;
- Bebidas alcoólicas, independentemente da quantidade;
- Banners, faixas e cartazes de qualquer tamanho;
- Guarda-chuvas;
- ponteiros laser;
- bolas de qualquer tipo.
Vale checar as regras oficiais mais próximo ao jogo para ter certeza que todas as informações seguem sem alteração.
Onde se hospedar em Nova York
Em época de Copa do Mundo em Nova York, a escolha da hospedagem faz toda a diferença pra aproveitar o clima dos jogos na cidade. Não é segredo que se hospedar em Manhattan costuma ser caro — e durante a Copa, isso fica ainda mais evidente —, muitas vezes sem entregar tudo o que o preço promete. Ainda assim, com um pouco de pesquisa, sempre dá pra encontrar uma opção que combine com o seu estilo e com o orçamento da viagem.

Nova York é grande, diversa e cheia de bairros interessantes, mas para quem vai pela primeira vez, ou quer praticidade total durante a Copa do Mundo, Manhattan deve ser sempre o ponto de partida. A ilha concentra a maior parte das atrações, tem a melhor oferta de hotéis e conta com uma rede de metrô eficiente, que permite circular com facilidade entre diferentes regiões.
Inclusive, se você ainda está na dúvida sobre onde ficar em Nova York, vale conferir nosso guia uma seleção de hotéis e dicas que vão ajudar você a encontrar o lugar ideal para se hospedar.
De forma geral, é difícil ficar mal localizado em Manhattan. Alguns pontos da ilha são melhores do que outros, claro, mas praticamente todos são bem conectados. Por isso, se hospedar por lá costuma facilitar o roteiro, reduzir os deslocamentos e deixar mais tempo livre pra curtir a cidade — especialmente em uma viagem que mistura jogos e dias de passeio.
As melhores regiões para se hospedar em Manhattan são: próximo ao Central Park, Times Square e arredores e, por fim, Chelsea e Meatpacking District. Agora, se a ideia for ficar mais perto do estádio, algumas opções em New Jersey também podem fazer sentido.
Central Park e proximidades
Ficar próximo ao Central Park é uma das opções mais versáteis para quem vai à Copa do Mundo 2026 em Nova York. A região combina localização central, fácil acesso ao metrô e proximidade de atrações icônicas como museus, Fifth Avenue e Midtown. Embora não fique perto do MetLife Stadium, o deslocamento até New Jersey é relativamente simples, por isso, a região é ideal para quem quer fazer turismo na cidade além de curtir os jogos.

Entre os hotéis luxuosos, o Mandarin Oriental New York e o The Plaza são as opções mais icônicas, com serviço de alto nível e localizações privilegiadas próximas ao parque. Nessa categoria, ainda tem o The Whitby Hotel, mais intimista com decoração primorosa, estrutura e café da manhã caprichado.
O Park Hyatt New York, o The Pierre e o The Sherry-Netherland seguem a linha de hotéis caprichados, com perfil mais clássico ou contemporâneo, quartos amplos e confortáveis, e excelente reputação. Para quem quer uma opção um pouco mais em conta, se é que isso vai ser possível na época da Copa, o 1 Hotel Central Park, Thompson Central Park New York e o Hilton Club The Quin New York são ótimas opções com academia, restaurante e atendimento amigável, quartos bonitos e confortáveis, e localização maravilhosa.


Midtown e Times Square
Midtown Manhattan é uma das regiões mais práticas para se hospedar em Nova York durante a Copa, pois ela tem várias linhas de metrô, o que facilita o deslocamento tanto para os pontos turísticos quanto para o MetLife Stadium. A Times Square concentra muitos hotéis, restaurantes e lojas, ou seja ótima oferta, porém é muito turística e bem no meio do burburinho, o que pode não agradar todo mundo.
Se essa é a melhor região para o seu roteiro, indico os hotéis LUMA Hotel – Times Square e The Muse New York, dois queridinhos dos brasileiros, e o New York Marriott Marquis, todos caprichados, com quartos super confortáveis, café da manhã ótimo, limpeza, localização e atendimento impecável.

Entre os hotéis com bom custo benefício, que oferecem ótimo serviço e boa infraestrutura sem pesar no bolso, as sugestões são The Westin New York at Times Square, Casablanca Hotel e Broadway Plaza Hotel. Por fim, se a ideia é ficar nessa localização excepcional mas de um jeito mais econômico, a dica são os hotéis Fairfield Inn & Suites by Marriott, The Mayfair Hotel Times Square e Pod Times Square, todos com estrutura mais enxuta sem abrir mão do básico para ficar bem hospedado.


Meatpacking District e Chelsea
Chelsea e Meatpacking District são ótimas opções para quem busca uma experiência mais moderna em Nova York na Copa do Mundo 2026. A região tem restaurantes renomados, bares animados, galerias de arte e acesso ao High Line Park, além da proximidade com o rio Hudson e um clima gostoso à noite

O metrô conecta facilmente o bairro a outras áreas da cidade, mas a oferta de hotéis é um pouco mais limitada se comparado às outras regiões que falamos aqui. Ainda assim, temos boas recomendações, dentre elas, os hotéis caprichados Gansevoort Meatpacking, The Maritime Hotel e Walker Hotel Greenwich Village, todos charmosos e aconchegantes, muito conforto, localização ótima e funcionários super atenciosos.
Na categoria com bom custo benefício tem o Motto by Hilton New York, Hyatt Place New York Chelsea e Moxy NYC Chelsea, hotéis confortáveis, bem localizados, com quartos compactos, mas funcionais. Tem ainda boas opções econômicas como Aloft New York Chelsea, mais completo, e Leo House que tem instalações mais antigas, mas tem o bônus do café da manhã incluso, raridade na cidade.
Distrito Financeiro (Financial District)
Localizado na ponta sul de Manhattan, o Distrito Financeiro é uma excelente opção de hospedagem para quem quer unir a experiência da Copa com passeios clássicos de Nova York. A região fica próxima ao One World Trade Center, ao acesso para a Estátua da Liberdade e à Ponte do Brooklyn, além de contar com várias linhas de metrô que te conectam rapidamente a Midtown, Times Square e outras áreas da cidade.

Por ter um perfil mais corporativo, o FiDi costuma oferecer hotéis com preços mais competitivos, especialmente nos fins de semana, quando a movimentação de negócios diminui. É uma região mais tranquila à noite, ideal para quem prefere descansar depois de um dia agitado, sem abrir mão de uma localização estratégica e bem servida de transporte.
Entre as opções de hospedagem, o Four Seasons Hotel New York Downtown e o exclusivo Casa Cipriani New York atendem quem busca uma experiência mais sofisticada, com alto padrão de conforto e serviços como spa, mais de uma opção de restaurante, quartos luxuosos e atendimento primoroso.
Já na categoria dos caprichados, o The Wall Street Hotel New York City é uma escolha sólida para quem quer um hotel bem estruturado, super acolhedor, quartos charmosos e confortáveis, vista espetacular e localização conveniente.


Para quem procura bom custo x benefício, vale considerar o acolhedor Artezen Hotel, o moderno The Cloud One New York, o clássico The Wall Street Inn, e o Moxy NYC Downtown, funcional e elegante. Entre as opções mais econômicas da região, o Hotel Indigo com localização primorosa e conforto ideal, além do Hilton Garden Inn e o The FIDI Hotel que costumam oferecer tarifas competitivas com estrutura mais enxuta sem abrir mão de conforto e boa localização.
East Rutherford, Secaucus e região próxima ao MetLife Stadium
Ficar em New Jersey é uma opção boa para quem quer ficar perto do MetLife Stadium durante a Copa do Mundo 2026. Essa escolha reduz o tempo de deslocamento nos dias de jogo, mas limita bastante a experiência turística. Assim, é uma opção boa para quem tem foco total na Copa e quer ficar próximo ao estádio.
A vantagem da região é que você consegue hotéis confortáveis com preços mais atrativos no geral. Claro que na Copa os preços sobem muito, mas se a ideia é ficar mais próximo do estádio, os hotéis Harmony Suites Secaucus Meadowlands, Homewood Suites by Hilton East Rutherford, Best Western Plus Meadowlands, Renaissance Meadowlands Hotel são opções ótimas. Se quiser preços ainda mais acessíveis tem o Hampton Inn Carlstadt At The Meadowlands, mais tradicional e colado no estádio.
Vai assistir a mais de um jogo em Nova York? Fan Fest e Ativações da Copa do Mundo que valem a pena
Durante a Copa do Mundo de 2026, Nova York vai ganhar várias vilas para os torcedores acompanharem os jogos, mesmo sem estar no estádio. O principal deles será a Fan Village oficial no coração de Manhattan, no Rockefeller Center.

Entre 4 e 19 de julho de 2026, o Rockefeller Center será transformado no New York New Jersey World Cup 26 & Telemundo Fan Village. A programação inclui Fan Zones e ativações em áreas espalhadas pela praça com experiências culturais, interativas e de marcas parceiras, além de música e alimentação.
Os Channel Gardens serão transformados em Champions’ Garden em homenagem às seleções campeãs e grandes ídolos do Mundial e, principalmente, a icônica pista de patinação do Rockefeller Center (“The Rink”) será o The Pitch, um campo interativo onde serão exibidos os jogos ao vivo. Bem legal, né?
Mas, como eu disse, essa é só uma delas. Em Jersey City no Liberty State Park haverá um grande espaço oficial da FIFA entre 11 de junho a 19 Julho com transmissões em telões gigantes, música ao vivo e estações de alimentação.
Por fim, o Queens também terá uma fan zone no Louis Armstrong Stadium com programação de futebol e transmissões ao vivo entre 17 e 28 de junho. De acordo com o site oficial, ainda teremos atualizações sobre a programação mais próximo aos jogos, então vale a pena ficar de olho.

Restaurantes e bares com clima de Copa do Mundo
Nova York é enorme com muitas opções de restaurantes e bares, sem contar que a cidade tem uma forte cultura de bares e pubs esportivos. A dica aqui é chegar cedo para garantir um bom lugar ou fazer reserva, principalmente se for dia de jogos decisivos. Dito isso, aqui vai uma lista caprichada de opções para assistir as partidas e torcer pelos times favoritos.
- The Football Factory (Endereço: 6 W. 33rd Street): em frente ao Empire State Building, esse é um dos bares esportivos mais famosos da cidade. São três andares com diversos telões, bons petiscos e bebidas, perfeito para acompanhar os jogos num clima amistoso e descontraído. Não é indicado para ir com crianças, afinal só é permitida a entrada a partir de 21 anos.
- Stout NYC (Endereço: 215 West 35th St.): bar com clima de festa super animado, com ótimos petiscos, cerveja boa e drinks caprichados. Se quiser um bom lugar, tem que chegar cedo. São quatro unidades na cidade, sendo uma delas do ladinho da Penn Station.
- Plug Uglies (Endereço: 1495 1st Ave. e 295 3rd Ave.): outro bar animado com boas cervejas, petiscos variados e ótimo clima para torcer junto com a turma. São duas unidades, a primeira e com clima mais local em Gramercy, e a mais recente em Upper East Side, ambas em Manhattan.
- Smithfield Hall (Endereço: 138 W 25th St): pra vibrar bastante e comemorar cada gol, o bar é bem tradicional e até recebe celebridades de vez em quando. Um queridinho dos torcedores do Barcelona, serve bons drinks, chopps e pratos bem americanos.
- Mustang Harry’s (Endereço: 352 7th Av.): estilo pub irlandês, o bar promete menu caprichado de comes, entre petiscos e pratos, drinks bem feitos, cerveja e atendimento eficiente, além de clima amistoso de comemoração. O bar já é tradicional, com 30 anos de história e fica aberto até as 3 da manhã de segunda a sábado.
- Dalton’s bar (Endereço: 611 9th Ave.): mais um sports bar tradicional de Nova York, há 20 anos no coração da cidade na região de Hell’s Kitchen. São diversas opções de cerveja, menu que vai do brunch até jantar para não perder nenhum jogo com clima animado e divertido.
- Rocco’s Sport & Recreation (Endereço: 1W 3rd St): diferente dos anteriores, esse é um bar mais refinado, com coquetéis e petiscos americanos clássicos bem feitos. Um ambiente mais luxuoso, mas que pode ficar agitado dependendo da data.
- Blondie’s Sports (Endereço: 212 West 79th St): um bar esportivo comandado por mulheres e conhecido por ter uma das melhores Chicken Wings da cidade. Clima animado e telões por todos os lados.
- Shaffer’s (Endereço: 151 8th Ave): ótima pedida no Chelsea para ver os jogos. Dá pra ficar dentro do bar perto do burburinho, mas também tem um espaço aberto do lado de fora com mesas e cadeiras se quiser um clima mais tranquilo. O bar promete petiscos americanos, cervejas e chopps gelados e atendimento amistoso.
- Houston Hall NYC (Endereço: 222 West Houston Street): próximo à região da Lower Manhattan, é um dos maiores halls cervejeiros da cidade. Tem um telão grande, boas bebidas e petiscos.
O que fazer em Nova York além dos jogos da Copa do Mundo
Nova York é uma das cidades mais completas do mundo, cheia de lugares icônicos e passeios que agradam a todos os estilos de viajantes, desde quem ama arte e cultura até quem prefere caminhar por parques, bairros históricos ou se perder entre lojas e cafés. Mesmo com a agenda da Copa do Mundo, vale reservar alguns dias para curtir a cidade com calma e aproveitar o que ela tem de melhor.

Caminhar por Manhattan e conhecer os pontos turísticos famosos
Logo que você chegar na ilha, vai perceber que boa parte do encanto de Nova York está em caminhar pelas ruas e se surpreender a cada esquina. Comece por Midtown, onde estão alguns dos cartões-postais mais conhecidos: a famosa Times Square com painéis luminosos e gente por todo lado, a Grand Central Terminal que é um dos edifícios históricos mais marcantes da cidade e ali perto o observatório mais visitado e cobiçado que rende belas fotos, o Summit One Vanderbilt.

Tem ainda o complexo do Rockefeller Center, que vai receber a principal Fan Fest da Copa do Mundo 2026, que além de ser ótimo para fotos tem o observatório Top of the Rock com vista panorâmica da cidade e do Central Park.
Ainda na região visite a Biblioteca Pública, um edifício impressionante que vale a visita e fica próximo ao Bryant Park, um lugar super gostoso que sempre tem coisas acontecendo ao ar livre, feirinhas, música, ensaios de dança e outros. E falando de áreas verdes, a viagem não estará completa sem passar pelo Central Park, o enorme parque urbano no coração de Manhattan, perfeito para um passeio de bicicleta, piquenique ou só relaxar perto dos lagos e jardins.

Outro programa imperdível é assistir um dos shows da Broadway, vale comprar os ingressos com antecedência para não pagar um preço altíssimo ou ficar em um lugar mediano. Os queridinhos são Rei Leão e Aladdin , mas vale a também ver alguns lançamentos como o espetáculo Julliet on Broadway.
Museus e arte
Nova York é um dos maiores polos culturais do mundo, com museus para todos os gostos. O Metropolitan Museum of Art (MET) é, sem dúvida, um dos grandes destaques da cidade e merece algumas boas horas do roteiro. O acervo é gigantesco e super diverso, passando por arte egípcia, grega e romana, pinturas europeias, arte asiática, africana e americana.
Mesmo quem não é fã declarado de museus costuma se impressionar com a grandiosidade do espaço e a variedade das exposições. Outro ponto alto é o terraço do museu, que oferece uma vista linda do Central Park.

Já o Museum of Modern Art (MoMA) é parada obrigatória para quem gosta de arte moderna e contemporânea. Lá estão algumas das obras mais icônicas do mundo, como quadros de Van Gogh, Picasso, Dalí, Monet e Warhol. O museu é mais compacto que o MET e funciona muito bem para quem tem menos tempo disponível, uma excelente opção para encaixar entre outros passeios em Midtown.
Para quem viaja em família ou gosta de exposições mais interativas, o American Museum of Natural History é uma escolha certeira. Famoso pelos esqueletos de dinossauros, os cenários com animais e exposições sobre o espaço. O museu agrada crianças e adultos e costuma render uma visita longa sem ficar cansativa. Ele fica coladinho no Central Park, o que facilita combinar os dois passeios no mesmo dia.

Se quiser algo diferente, o Guggenheim destaca-se tanto pela arquitetura quanto pelas exposições de arte moderna, é uma experiência diferente dos museus tradicionais, já que o percurso é feito de cima para baixo, acompanhando a rampa contínua. O acervo varia bastante conforme as exposições temporárias, mas o prédio em si já vale a visita.
Tem ainda o Whitney Museum of American Art, que oferece uma perspectiva contemporânea da arte americana, sem contar as vistas de tirar o fôlego do rio Hudson e do High Line, que passa logo ao lado. É um passeio que combina muito bem com uma caminhada pelo Meatpacking District e Chelsea.
Por fim, mas não menos importante, a cidade tem o Museu e Memorial do 11 de setembro que mostra uma narrativa histórica sobre os atentados, uma visita muito bonita e emocionante que você pode colocar no seu Roteiro de Nova York.

Outras atrações imperdíveis
É claro que não ia deixar fora da lista o famoso Empire State Building e o High Line Park. O Empire State Building é um dos edifícios mais emblemáticos de Nova York e subir até o observatório é uma experiência clássica, especialmente para quem visita a cidade pela primeira vez.
Além disso, há um museu com exposições interativas sobre a história do prédio, e outros acontecimentos marcantes, celebridades que passaram por lá e até uma sala com os dedos do King Kong que remete à cena memorável do filme.

Já o High Line Park é um dos passeios mais agradáveis para quem gosta de caminhar sem pressa. Construído sobre uma antiga linha férrea elevada, o parque corta parte do lado oeste de Manhattan e oferece vistas interessantes da cidade, do rio Hudson e de bairros como Chelsea e Meatpacking District.
É um passeio delicioso com obras de arte, bancos para descanso e vários pontos de acesso próximos a restaurantes e mercados, o que torna o passeio fácil de combinar com outras atrações do roteiro. Você pode fazer só uma parte do parque se preferir, ou se tiver mais tempo curta sem pressa todo o trajeto.
Outro programa super gostoso é atravessar a ponte do Brooklin, um passeio clássico para fugir um pouco do agito de Manhattan e curtir vistas lindas da cidade. E claro, nessa lista não poderia faltar a visita à Estátua da Liberdade.

O único jeito de ir até lá é com o tour Liberty Cruises, que sai do Battery Park no distrito financeiro de Manhattan e ainda faz uma parada na Elis Island. Para saber todos os detalhes e até dicas espertas sobre esse passeio veja nosso post Descubra o que fazer em Nova York.
Bairros, cultura e gastronomia
Outra forma deliciosa de conhecer Nova York é explorando outros bairros. Em SoHo, Nolita e Little Italy você encontra ruas cheias de boutiques, cafés charmosos e mercados locais, ideais para fazer uma pausa entre um passeio e outro.
O SoHo é conhecido pelas fachadas icônicas e pelas lojas de marcas internacionais, enquanto Nolita tem um clima mais intimista, com restaurantes pequenos e boutiques autorais. Little Italy, embora turística, ainda rende boas paradas para quem gosta de culinária italiana e quer vivenciar um pedacinho da história da imigração na cidade. Já Chinatown oferece uma imersão na cultura asiática com muitos restaurantes e mercadinhos típicos.

Seguindo para o lado oeste da ilha, Chelsea e o Meatpacking District combinam muito bem arte, gastronomia e vida urbana. O Meatpacking District tem restaurantes modernos, bares animados e acesso direto ao High Line.
Enquanto isso, o bairro Chelsea abriga galerias, grafites e o famoso Chelsea Market, outro lugar ótimo para quem ama comida e cultura local. É um mercado gastronômico com várias opções de comidas artesanais e lanches, perfeito para um almoço caprichado ou para provar diferentes lanches, tortas e doces, opção é que não falta.

O que combinar com Nova York
Nova York é um destino que merece tempo. Se você tiver alguns dias extras além dos jogos da Copa do Mundo 2026, vale explorar um pouco mais da Costa Leste dos Estados Unidos e transformar sua viagem numa experiência ainda mais rica.
Cidades como Filadélfia, Boston e Washington DC são destinos clássicos e acessíveis a partir de Nova York, perfeitos para um roteiro estendido com história, cultura e turismo urbano.
Filadélfia e Copa do Mundo
Esse é um combo maravilhoso para fazer uma dobradinha! A Filadélfia receberá cinco jogos da fase de grupos e uma das oitavas de final da Copa do Mundo 2026. A cidade fica a cerca de 1h30 a 2h de trem ou carro saindo de Nova York, e é uma das mais históricas dos Estados Unidos, perfeita para incluir no roteiro.

Para curtir bem a cidade vale a pena ficar um ou dois dias, mas se o tempo estiver curto dá pra fazer um bate e volta de carro, que é a melhor opção.
Para o aluguel de carro, a dica é a Rentcars, um comparador que procura os melhores preços e condições para a sua viagem, sem contar que você paga em Reais e pode parcelar em até 12 vezes sem juros.
Philly, como os locais chamam, é onde fica o Independence National Historical Park, lar da Independence Hall, onde a Declaração da Independência e a Constituição dos EUA foram formuladas, e o Liberty Bell, símbolo icônico da independência americana.
O centro da cidade também é ótimo para caminhar. Você pode ir do Reading Terminal Market, um dos mercados gastronômicos mais legais dos EUA, cheio de opções deliciosas e locais, até a Escadaria do Rocky (lembra do filme?!) e a Art Museum que, além de arte, é famoso por ser cenário do filme Rocky.

No nosso post O que fazer na Filadélfia, você encontra as principais atrações e dicas práticas para explorar a cidade. Filadélfia é um destino que mistura história, museus, cultura local e boa comida — incluindo o clássico Philly cheesesteak — e é perfeita pra quem quer entender melhor a história dos Estados Unidos.
Washington DC — a capital dos EUA
Seguindo um pouco mais ao sul de Nova York, Washington DC é uma excelente opção para quem quer aproveitar a viagem da Copa e conhecer outra cidade icônica dos Estados Unidos. O deslocamento é simples e confortável: o trajeto de trem entre Nova York e Washington costuma levar de 4 a 5 horas, enquanto o ônibus leva pouco menos de 5 horas, com boas estradas e paisagens agradáveis pelo caminho.

Se você não sabe muito bem o que fazer em Washington DC, saiba que a capital americana é praticamente um museu a céu aberto, com muitos de seus principais pontos turísticos concentrados em uma mesma área. O National Mall conecta atrações imperdíveis como o Lincoln Memorial, o Capitólio, a Casa Branca e diversos memoriais, o que facilita muito a visita mesmo para quem tem poucos dias disponíveis.
Outro programa imperdível é conhecer alguns dos museus do Smithsonian Institution. São 17 museus no total, muitos deles com entrada gratuita, incluindo clássicos como o Museu Nacional de História Natural e o Museu Nacional do Ar e Espaço. É um destino excelente para todas as idades e funciona muito bem para quem viaja em família e quer curtir Washington DC com crianças.

Entre um museu e outro, vale aproveitar os espaços ao ar livre que fazem parte do charme de Washington DC. O Tidal Basin, lago artificial cercado por monumentos, rende fotos lindíssimas em qualquer época do ano. Tem ainda o Dupont Circle, o parque central, e o U.S. Botanic Garden que oferecem pausas gostosas no dia com jardins bem cuidados e clima mais relax.
A cidade também surpreende pelos bairros charmosos, como Georgetown, com ruas de paralelepípedos, casas históricas, lojinhas e cafés aconchegantes. Às margens do Rio Potomac, regiões como The Wharf combinam restaurantes à beira-rio, música ao vivo e um clima descontraído, enquanto o Georgetown Waterfront Park é perfeito para uma caminhada com vista.
Dessa forma, se você ficou animado para conhecer a cidade, vale conferir nosso Roteiro de Washington, DC, com dicas práticas para organizar os dias e aproveitar ao máximo essa esticada que complementa muito bem a viagem da Copa.


Boston
Boston é uma cidade histórica, charmosa e muito fácil de combinar com Nova York. A distância entre as duas é curta, o que torna essa dobradinha prática de encaixar no roteiro, especialmente durante a Copa do Mundo.
De Nova York a Boston, a melhor opção costuma ser o trem. A viagem leva entre 3h30 e 4h, dependendo do horário e do tipo de trem, com saídas frequentes ao longo do dia. Também dá pra ir de carro, em cerca de 4h30 a 5h, mas o trânsito na chegada e a dificuldade para estacionar costumam tornar essa escolha mais cansativa.
Boston é uma das cidades mais antigas dos Estados Unidos e respira história por todos os lados. Foi ali que aconteceram eventos importantes da independência americana, e isso fica claro ao percorrer o Freedom Trail, uma rota sinalizada que passa por igrejas, cemitérios, prédios históricos e outros pontos icônicos. Dá pra seguir o trajeto por conta própria ou participar de um tour guiado (compre com antecedência).
Além da parte histórica, Boston tem um clima universitário forte, graças a instituições como Harvard e MIT, que ficam na região de Cambridge — onde é possível, inclusive, fazer um tour pelas universidades. Caminhar às margens do rio Charles, explorar bairros como Back Bay, conhecido pelas suas casas vitorianas, e Beacon Hill, uma área charmosa com casinhas de tijolos que parecem ter parado no tempo, além de curtir parques como o Boston Common, o parque público mais antigo dos EUA, faz parte da experiência. Tudo isso em um ritmo bem mais tranquilo do que Nova York.
Pra aproveitar bem Boston, o ideal é ficar dois ou três dias. É tempo suficiente pra conhecer os principais pontos turísticos, curtir a vibe da cidade e ainda comer bem. Se você quer equilibrar jogos da Copa com passeios culturais e cidades cheias de história, Nova York + Boston é uma combinação certeira.
Dicas práticas para planejar sua viagem
Planejar a viagem para acompanhar a Copa do Mundo em Nova York pede atenção a alguns detalhes que fazem diferença na experiência. Da compra dos ingressos a itens básicos como seguro viagem e chip de internet, deixar tudo organizado com antecedência evita perrengues e ajuda você a aproveitar a cidade e os jogos com mais tranquilidade.

Sorteio para os jogos da Copa
A venda de ingressos da Copa acontece em fases oficiais organizadas pela FIFA, muitas delas no formato de sorteio. Você se cadastra no site, escolhe os jogos ou a seleção que deseja acompanhar e aguarda o resultado. Caso seja selecionado, recebe um aviso por e-mail para finalizar a compra dentro do prazo. Para partidas do Brasil, a concorrência é enorme, então é fundamental acompanhar de perto o calendário de vendas.
Visto americano
Brasileiros precisam do visto de turismo (B2) para entrar nos Estados Unidos. O processo envolve preencher o formulário, pagar a taxa consular e comparecer a uma entrevista. Como a demanda cresce muito em anos de Copa, o ideal é iniciar o processo com, pelo menos, seis meses de antecedência para evitar atrasos ou falta de disponibilidade de datas.
Clima de Nova York em junho
Junho é um mês excelente para visitar Nova York. O clima costuma ser agradável, com temperaturas variando entre 18 °C e 28 °C, dias longos e parques cheios de vida. Ainda assim, leve um casaco leve para a noite e esteja preparado para chuvas imprevisíveis.

Aluguel de carro
Para se locomover dentro de Nova York, o carro não é necessário — o metrô resolve tudo. Mas se você pretende combinar a Copa com destinos como Filadélfia ou Washington DC, alugar um carro pode ser uma ótima ideia.
Nossa recomendação é usar a RentCars, um comparador de locadoras que ajuda a encontrar o melhor preço entre várias empresas. Um grande diferencial é a possibilidade de pagar em reais e parcelar em até 12 vezes sem juros.
Chip Internacional
Chegar a Nova York já conectado faz toda a diferença — seja para usar mapas, pedir transporte ou acessar seus ingressos. Dá para comprar o chip internacional ainda no Brasil e já desembarcar com internet funcionando.
O Meu Chip funciona muito bem nos Estados Unidos e costuma ser mais econômico do que adquirir um plano local. Há opções de plano controle e ilimitado, sendo que o ilimitado permite compartilhar a internet com outros aparelhos, perfeito pra quem viaja acompanhado.
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Seguro viagem
Mesmo não sendo exigido para entrar nos Estados Unidos, o seguro viagem é praticamente indispensável, ainda mais durante um período movimentado como a Copa do Mundo. Ele te protege de imprevistos como atrasos de voos, malas extraviadas e, principalmente, despesas médicas, que em Nova York podem ser altíssimas.
Nossa sugestão é a Seguros Promo, uma empresa brasileira que funciona como um comparador de planos e facilita muito na hora de encontrar a melhor relação custo-benefício para o seu roteiro. Escolha uma cobertura completa antes de viajar que cubra tudo no ato e viaje sem preocupações.
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E aí, gostou das nossas dicas para curtir a Copa do Mundo em Nova York? Ficou alguma dúvida? Deixe nos comentários.
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