O que fazer em Budapeste: 18 atrações imperdíveis + dicas para fugir do óbvio

O que fazer em Budapeste vai muito além de riscar pontos turísticos do mapa. A capital da Hungria mistura castelos no alto da colina, cafés históricos que parecem cenário de filme, banhos termais perfeitos para relaxar e bares em ruínas que só fazem sentido quando você entra. É uma cidade compacta, cheia de personalidade e relativamente acessível — perfeita para incluir em um roteiro pelo Leste Europeu, combinando com um roteiro em Praga e Viena.

Neste guia, você vai encontrar as principais atrações de Budapeste, experiências que realmente valem seu tempo e aquelas surpresas que deixam a viagem mais interessante. Do Castelo de Buda ao Parlamento, das termas aos mirantes, dos mercados aos ruin pubs — e ainda dicas práticas de onde ficar em Budapeste para montar uma base estratégica. Vamos nessa?

Parlamento Húgaro a noite em budapeste
Parlamento Húgaro a noite | Imagem: Unsplash

Neste post você vai ver:

O Que Fazer em Budapeste: 18 atrações imperdíveis

Budapeste se tornou um dos destinos mais badalados do Leste Europeu e combina um lado cultural fortíssimo com vida noturna animada e um conjunto de pontes e monumentos que impressiona logo no primeiro dia. A cidade é linda — e muita gente jura que ela é ainda mais bonita que suas “vizinhas” Praga e Viena. Comparações à parte, uma coisa é certa: Budapeste costuma ser mais barata, o que pesa (e muito) no planejamento.

que fazer em Budapeste com crianças
Peste vista do Castelo de Buda | Imagem: Unsplash

Cortada pelo Rio Danúbio, a cidade é dividida entre Buda e Peste, que até 1871 eram cidades separadas. De um lado, Buda, com colinas, construções históricas e ícones como o Castelo de Buda e o imponente Bastião dos Pescadores. Do outro, Peste, mais plana e vibrante, onde estão os grandes edifícios oficiais, como o Parlamento, além de cafés, mercados e boa parte da vida urbana.

Explorar os dois lados, perceber as diferenças e atravessar as pontes que ligam Buda a Peste já faz parte da experiência. E agora que você já entendeu o cenário, vamos ao que interessa: o que fazer em Budapeste? Aqui vão as principais atrações para incluir no seu roteiro.

  1. Visitar o Castelo de Buda
  2. Entrar na Matthias Church e no Bastião dos Pescadores
  3. Passear pelo Parlamento Húngaro
  4. Relaxar em uma terma
  5. Fazer um passeio de barco pelo Rio Danúbio
  6. Fotografar a Ponte das Correntes e as pontes do Rio Danúbio
  7. Se emocionar no Monumento dos Sapatos na Beira do Danúbio
  8. Ver Budapeste do alto da Citadella
  9. Caminhar pelo Bairro Judeu
  10. Tomar um café no New York Cafe
  11. Passear pela Avenida Andrassy
  12. Provar comidas típicas no mercado de Budapeste
  13. Conhecer um ruin pub (bar em ruínas)
  14. Ver a cidade do alto do Elizabeth Lookout
  15. Andar em um trem comandado por crianças
  16. Parque da Cidade e Museu Etnográfico de Budapeste
  17. Roda-gigante de Budapeste
  18. Bate e volta à Visegrad

O que fazer em Budapeste no Mapa:

Veja todas as nossas dicas do que fazer em Budapeste sinalizadas neste mapinha.

1. Visitar o Castelo de Buda

Vou começar nossa lista pelo Castelo de Buda, uma das construções mais emblemáticas da Hungria — e um lugar que merece entrar no seu roteiro nem que seja para explorar a parte externa. A boa notícia: circular pelos pátios, jardins e mirantes é gratuito. Só isso já garante algumas das vistas mais bonitas de Budapeste, especialmente para o lado do Danúbio e do Parlamento.

que fazer em Budapeste
Castelo de Buda | Imagem: Unsplash

Você pode subir caminhando (eu recomendo, porque o caminho é bonito e rende ótimas fotos) ou usar o Budavári Sikló, o funicular histórico que liga a margem do rio ao topo da colina. Lá em cima, muita gente não percebe, mas o castelo é na verdade um grande complexo cultural.

O edifício principal, conhecido como Palácio Real, abriga a Hungarian National Gallery e o Budapest History Museum, ambos com ingresso pago e funcionamento geralmente de terça a domingo (vale sempre conferir horários atualizados).

que fazer em Budapeste
Vista do castelo de Buda | Imagem: Unsplash

Mesmo que você não entre nos museus, caminhe pelo Pátio dos Leões e vá até o Savoyai Terrace — um terraço com vista aberta para a cidade que costuma ser um dos pontos altos da visita.

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Funicular do Castelo de Buda (Budavári Sikló)

  • Endereço: liga a praça Clark Ádám tér (perto da Ponte das Correntes) ao topo de Buda Castle Hill.
  • Horário: todos os dias das 08h às 22h (bilhetes vendidos até ~21h50). Saídas a cada 10 minutos. Em algumas segundas alternadas pode haver manutenção (confira no site oficial) e o serviço fica suspenso.
  • Ingresso:
    • Adulto (ida e volta): HUF 5.500 (aprox. €14)
    • Adulto (somente ida): HUF 4.500 (aprox. €11–12)
    • Crianças de 3 a 14 anos (ida e volta): HUF 3.000 (aprox. €7–8)
    • Crianças de 3 a 14 anos (somente ida): HUF 2.000 (aprox. €5)
    • Gratuito para menores de 3 anos

Hungarian National Gallery

  • Horário: Aberto de terça a domingo das 10h às 18h (última entrada é às 17h30, mas dependendo das condições climáticas, o museu pode fechar às 17h)
  • Ingresso: HUF 5,800 (adultos)
  • Tempo estimado de visita: 1,5 ~3 horas

Budapest History Museum

  • Horário: todos os dias das 10h às 18h (mesmo horário que a maioria das exposições)
  • Ingresso:
    • Adultos: HUF 3,800 HUF
    • Estudantes 6-26 anos: HUF 1900
    • Idosos 65-70 anos: HUF 1900

2. Entrar na Matthias Church e no Bastião dos Pescadores

No alto do Distrito do Castelo — dentro do complexo histórico do Castelo de Buda — ficam dois dos lugares mais bonitos de Budapeste. A Matthias Church é um dos símbolos da cidade. A estrutura atual tem base no século XIV, em estilo predominantemente neogótico, mas há registros de um templo no local desde o século XI. Ao longo dos séculos, coroações reais e momentos decisivos da história húngara aconteceram ali.

vale a pena entrar na Matthias Church?
Matthias Church | Imagem: Unsplash

O telhado colorido de mosaicos chama atenção de longe, mas vale a pena entrar: o interior é todo detalhado. A visita é paga e pode haver restrições durante missas e celebrações religiosas, então convém checar os horários antes.

Bem ao lado está o Bastião dos Pescadores (Fisherman’s Bastion), construído entre 1895 e 1902. Apesar da aparência medieval, ele foi pensado como mirante panorâmico. As sete torres representam as sete tribos magiares que fundaram a Hungria. A parte inferior é gratuita, mas as torres superiores — de onde se tem uma das vistas mais bonitas do Parlamento e do Danúbio — são pagas.

que fazer em Budapeste
Bastião dos Pescadores (Fisherman’s Bastion) | Imagem: Unsplash

Mesmo para quem não sobe nas áreas pagas, o conjunto arquitetônico e a vista já fazem esse ponto ser um dos mais especiais do roteiro.

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Matthias Church

  • Endereço: Szentháromság tér 2
  • Horário: Aberta diariamente. De segunda a sexta das 09 às 17h, aos sábados das 09 às 13h, aos domingos das 13h às 17h (Confira no site oficial os horários)
  • Ingressos: 3400 HUF | Gratuito para menores de 6 anos.

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Bastião dos Pescadores

  • Horário Torres Superiores: de outubro à maio 9h às 19h | de junho à setembro de 9h às 21h
  • Ingressos: a partir de 1.700 HUF adultos | Gratuito para menores de 6 anos.

3. Passear pelo Parlamento Húngaro

O Parlamento Húngaro é o cartão-postal de Budapeste. De frente para o Danúbio, com seu estilo neogótico cheio de detalhes, torres e cúpulas, ele impressiona tanto de perto quanto visto do outro lado do rio. Dá para admirar só por fora? Dá. Mas eu recomendo fortemente entrar.

budapeste fora do óbvio
Parlamento Húngaro | Imagem: Unsplash

A visita por dentro é organizada, dura cerca de 45 minutos e passa pelos salões mais importantes do prédio, incluindo a sala onde fica a Coroa Húngara. Compre seu ingresso com antecedência, com audioguia em português — principalmente na alta temporada — porque os horários esgotam mesmo. Se for escolher um prédio para visitar por dentro em Budapeste, que seja esse.

que fazer em Budapeste
Parlamento Húngaro por dentro | Imagem: Unsplash

Planeje sua visita:

  • Endereço: Kossuth Lajos tér 1-3
  • Horário: Aberto diariamente. De janeiro à março: 8h às 16h | Abril à outubro: 8h às 18h | Novembro à dezembro: 8h às 16h
  • Ingresso: HUF 14000 para adultos não residentes na União Europeia | HUF 7000 para estudantes não residentes na UE (6-24 anos). Gratuito para menores de 6 anos.

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4. Relaxar em uma terma

Você sabia que Budapeste foi construída sobre uma das maiores reservas de água termal do mundo? Pois é. E é exatamente por isso que visitar uma terma por lá não é só um passeio turístico — é quase um ritual local. Além de fazer bem para a pele e relaxar o corpo depois de bater perna pela cidade, é uma das experiências mais divertidas do roteiro.

A Széchenyi Thermal Bath é a mais famosa: enorme, animada e dentro do Parque Municipal, perfeita para combinar com outras atrações. A Gellért Thermal Bath, conhecida pela arquitetura elegante, está em reforma no momento, com previsão de reabertura em 2028.

Como é visitar as principais termas de Budapeste
Banho termal em Széchenyi | Imagem: Unsplash

Se você gosta de vistas bonitas e um clima diferente, a Rudas Thermal Bath abre até mais tarde e tem uma piscina panorâmica com visual incrível da cidade. Já a Lukács Thermal Bath é mais frequentada por moradores, menos turística e com uma vibe bem relaxada, além de ótimo custo-benefício.

Seja qual for sua escolha, reserve pelo menos algumas horas (ou a tarde inteira). Você pode até achar que vai só “dar uma olhadinha”… mas dificilmente vai querer sair tão cedo.

Como é visitar as principais termas de Budapeste e qual escolher

Aqui vamos contar um pouquinho como é visitar as termas mais famosas da cidade.

Széchenyi Thermal Bath

A Széchenyi Thermal Bath é a terma mais famosa de Budapeste e não é por acaso. Inaugurada em 1913, é uma das maiores termas medicinais da Europa e impressiona pelo tamanho. O prédio em estilo palaciano chama atenção logo de cara, mas é lá dentro que você entende a dimensão do lugar: são tantas piscinas e saunas que, quando você acha que acabou, aparece mais uma porta com novas áreas para explorar.

A parte externa, com as piscinas aquecidas cercadas pela construção histórica, é a mais disputada. A atmosfera é animada e turística, ótima para quem gosta de um clima mais social, mas também existem opções de massagens e experiências mais tranquilas.

Como é visitar as principais termas de Budapeste
Banho termal em Széchenyi | Imagem: Unsplash

Por ser a mais popular, é comum ter filas grandes principalmente no verão. Comprar o ingresso antecipado é essencial para conseguir conhecer e também não perder tempo em filas enormes. Ao entrar, você recebe uma pulseira que funciona como chave do armário e também como forma de pagamento lá dentro.

Vale a pena levar sua própria toalha, chinelo e itens de banho, porque alugar tudo sai bem caro. E atenção ao tempo nas águas quentes: o ideal é ficar até 20 minutos por vez e se hidratar bem (há bebedouros espalhados pelo complexo). São detalhes simples, mas que fazem diferença para aproveitar a terma com calma e sem imprevistos.

Atenção: menores de 14 anos não podem entrar!

Planeje sua visita

  • Endereço: H-1146 Budapest, Állatkerti körút 9-11 | Pegue o metrô e desça na estação com o mesmo nome da termas.
  • Horário: Segunda à quinta das 7h às 20h | Sexta: 7h às 22h | Sábado e domingo: 8h às 20h
  • Ingressos: a partir de 10 500 Ft (cerca de €27)

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Rudas Thermal Baths

A Rudas Thermal Bath é uma das termas preferidas dos locais e talvez por isso tenha uma energia diferente. Fica no lado de Buda, às margens do Danúbio, mas é fácil de acessar para quem está hospedado em Peste.

O grande diferencial é o terraço panorâmico, o Rudas Sky Terrace & Spa, com piscina externa e vista aberta para a cidade. À noite, o cenário ganha outro clima: de frente para a Ponte Széchenyi Lánchíd e com o Parlamento Húngaro iluminado ao fundo, a experiência muda completamente.

Budapeste para quem quer sair do comum:
Rudas Thermal Baths | Foto: Divulgação

Na terceira visita a Budapeste, a Aninha escolheu viver o evento noturno “Night above the City”, que acontece às sextas e sábados, das 22h às 3h da manhã. “É a única piscina da cidade que abre à noite. E o diferencial é justamente a área externa com vista linda. Achei um programa incrível e diferente para uma sexta-feira.”

Chegamos pouco antes das 22h, compramos a entrada (cerca de €16 na época) e começamos pela piscina do rooftop. No inverno, sair da água quente para o frio é um teste de coragem, mas faz parte da graça. Ficamos alternando entre as diferentes temperaturas, relaxando sem pressa.

A dica é chegar por volta das 21h45 para garantir a entrada ou então ir no segundo turno, depois da 1h30 (sim, ainda tem gente chegando esse horário). A pulseira que você recebe funciona como chave do armário, e dá para tomar banho lá antes de ir embora — você já sai pronto para dormir.

Atenção: menores de 14 anos não podem entrar!

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  • Endereço: Rudas Gyógyfürdő és Uszoda, H-1013 Budapest, Döbrentei tér 9
  • Horário: Segunda das 6h às 22h | Terça à domingo das 6h às 20h | Night Sky: das 22h às 3h
    • terça é um dia exclusivo para mulheres
    • quarta é um dia exclusivo para homens
  • Ingressos: a partir de 12 000 Ft (~ €31) | Night Sky: 15 000 Ft (~ €38)
  • Dica: O banho noturno é uma experiência bem diferente e especial

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Lukács Thermal Bath

A Lukács Thermal Bath tem uma proposta diferente das termas mais famosas da cidade. Aqui, o foco é saúde, tradição e rotina local. Localizada no lado de Buda, perto da Ilha Margarida, é muito frequentada por moradores — inclusive por húngaros que fazem tratamentos regulares com indicação médica.

A reputação terapêutica vem de séculos: as águas são ricas em minerais e usadas tradicionalmente para problemas articulares e inflamações. Logo na entrada, chama atenção o chamado “Muro da Gratidão”, com placas deixadas por visitantes que relatam melhora após os tratamentos.

qual banho termal escolher em budapeste?
Banho termal no Lukács | Imagem: Unsplash

A estrutura combina piscinas medicinais internas e externas, áreas de natação, saunas e espaços de relaxamento, mas sem o clima festivo de outras termas. O ambiente é mais silencioso, direto ao ponto e menos turístico — ótimo para quem quer uma experiência autêntica e com melhor custo-benefício. Vale reservar com antecedência para garantir a entrada, especialmente nos fins de semana.

Atenção: menores de 14 anos não podem entrar!

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  • Endereço: 1023 Budapest, Frankel Leó út 25-29
  • Horário: Terça das 7h às 22h | Quarta à segunda das 7h às 19h
  • Ingressos: a partir de 7000 Ft (~ €18)

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5. Fazer um passeio de barco pelo Rio Danúbio

O Danúbio não é só o rio que corta Budapeste ao meio, ele organiza a cidade. De um lado Buda, do outro Peste. E é navegando por ele que você entende a grandiosidade da arquitetura, especialmente do Parlamento Húngaro, que fica ainda mais impressionante visto da água.

como é o passeio de barco no rio Danúbio em budapeste
Castelo de Budapeste a noite | Imagem: Unsplash

Para aproveitar melhor, vale fazer um passeio de barco. Dá para usar o barco público (incluído em alguns tickets de transporte diário) ou escolher um cruzeiro panorâmico no fim de tarde para ver as luzes da cidade. A Joanna fez o passeio incluído no ônibus estilo hop on hop off e gostou bastante.

Nossa dica é que você vá no final da tarde para ver Budapeste mudando de cor e as luzes começando a acender, com o Parlamento refletido no rio, uma experiência incrível e única.

6. Fotografar a Ponte das Correntes e as pontes do Rio Danúbio

Se tem uma coisa que você precisa incluir na sua lista de o que fazer em Budapeste é caminhar pelas pontes do Danúbio. É um dos programas mais gostosos de fazer em Budapeste, é grátis e ainda entrega alguns dos ângulos mais bonitos da cidade.

As pontes mais famosas para incluir no seu roteiro são:

  • Széchenyi Chain Bridge (Ponte das Correntes)
  • Liberty Bridge (Ponte da Liberdade)
  • Elisabeth Bridge (Ponte Elisabeth)

Ponte das Correntes (Chain Bridge)

A Ponte das Correntes foi inaugurada em 1849 e teve papel fundamental na unificação de Buda e Peste, que até então eram cidades separadas pelo Danúbio. Ela liga o centro de Peste ao pé do Castelo de Buda e é uma das imagens mais clássicas de Budapeste.

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Ponte das Correntes (Chain Bridge) | Imagem: Unsplash

A estrutura atual é uma reconstrução, já que a ponte original foi destruída no final da Segunda Guerra Mundial — restaram apenas os pilares centrais. Mesmo assim, continua sendo a mais simbólica da cidade. Vale atravessar a pé, tanto de dia quanto à noite, quando fica toda iluminada. Para fotos, rende ótimos ângulos do rio e do Castelo.

Ponte da Liberdade

A Liberty Bridge conecta o Mercado Central às termas de Gellért. É aquela ponte verde com estrutura metálica detalhada e estátuas no topo dos pilares. Menor que a Ponte das Correntes, mas cheia de personalidade. Ótima para fotos mais próximas e para combinar com um passeio pelo mercado ou pelas termas.

que fazer em Budapeste
Ponte da liberdade | Imagem: Unsplash

Ponte Elisabeth

A Elisabeth Bridge é a mais minimalista das três. Recebeu esse nome em homenagem à Imperatriz Elisabeth da Áustria (Sissi). O visual é mais moderno e menos ornamentado, mas a travessia oferece uma vista aberta do Danúbio e da colina de Buda.

que fazer em Budapeste
Ponte Elisabeth | Imagem: Unsplash

Dica extra para suas fotos em Budapeste: a Ilha Margarida fica no meio do Danúbio e oferece uma perspectiva diferente das pontes e do Parlamento. Se você quer variar os ângulos e fugir do óbvio, vale incluir no roteiro.

7. Conhecer o Monumento dos Sapatos na Beira do Danúbio

À beira do Danúbio, a poucos passos do Parlamento Húngaro, está o Monumento dos Sapatos (Shoes on the Danube Bank) — um dos memoriais mais impactantes da cidade. Criado em homenagem às vítimas do regime fascista húngaro durante a Segunda Guerra Mundial, ele marca o local onde, entre 1944 e 1945, milhares de judeus foram executados às margens do rio por membros do partido Arrow Cross. Antes dos disparos, as vítimas eram obrigadas a tirar os sapatos, que tinham valor na época, e deixá-los na beira do cais.

BUdapeste Monumento dos Sapatos
Monumento dos Sapatos | Foto: Joanna Saldanha

O monumento é composto por 60 pares de sapatos de bronze, em tamanhos e estilos diferentes — masculinos, femininos e infantis. A força do lugar está justamente na simplicidade. Não há grandes estruturas ou placas chamativas. Só os sapatos voltados para o rio. Um monumento que pede silêncio e alguns minutos de pausa no roteiro.

  • Endereço: Id. Antall József rkp (bem próximo ao Parlamento)

8. Ver Budapeste do alto da Citadella

Quer ter uma vista privilegiada de Budapeste e ainda fazer um passeio ao ar livre? Então vale subir até a Citadella, no alto da Gellért Hill. A caminhada exige fôlego — é subida mesmo — mas a recompensa vem em forma de uma das panorâmicas mais bonitas da cidade, com o Danúbio cortando Buda e Peste lá embaixo. A fortaleza foi construída em 1854, após a Revolução Húngara, com função militar estratégica.

Budapeste vista do Monte Gellért
Budapeste vista do Monte Gellért | Imagem: Unsplash

Atualmente, a Citadella está fechada para uma grande reforma, com previsão de reabertura na primavera de 2026. O interior da fortaleza segue inacessível, mas a boa notícia é que os mirantes ao redor da colina continuam abertos e já garantem aquela vista clássica de Budapeste. Antes de incluir no roteiro, vale conferir se houve atualização nas obras perto da data da sua viagem.

9. Caminhar pelo Bairro Judeu

No auge da Segunda Guerra, estima-se que mais de 50 mil judeus foram confinados nessa região de Budapeste. O bairro ficou superlotado, depois abandonado, e por anos teve prédios degradados e pouca estrutura. Com o tempo, a área foi se transformando: artistas ocuparam construções antigas, cafés começaram a surgir e, quase sem querer, o bairro virou o epicentro criativo da cidade.

Hoje, o Bairro Judeu concentra boa parte da energia jovem e vibrante de Budapeste. É ali que está a Grande Sinagoga de Budapeste (Dohány Street Synagogue), a maior sinagoga da Europa e a segunda maior do mundo.

que fazer em Budapeste
Grande Sinagoga de Budapeste | Imagem: Unsplash

Ela é aberta à visitação, mas atenção ao calendário: durante o shabat (do pôr do sol de sexta até o anoitecer de sábado) e em feriados judaicos, o acesso turístico pode ser restrito. Eu, por exemplo, fui numa sexta depois do almoço e já estava fechado — então evite deixar para esse dia.

Se você quer realmente entender a história do bairro além das fachadas bonitas e dos bares famosos, vale muito fazer um free tour pelo Bairro Judeu com guia em espanhol (cerca de 2h15 de duração). Você aprende sobre a sinagoga e sua arquitetura, o gueto, a ocupação nazista, a resistência judaica e ainda recebe contexto histórico muito importante para entender a região. No fim, você contribui com o valor que achar justo.

Planeje sua viagem

  • Endereço: Dohány u. 2
  • Horários: Aberta de domingo a sexta. Os horários de visitação variam muito, então dá uma checada no site oficial
  • Ingressos: 14 500 HUF adultos | 12 000 HUF estudantes

10. Tomar um café no New York Café

O New York Café tem fama internacional por ser um dos cafés mais bonitos do mundo e também um ícone da cultura cafeeira de Budapeste. Ele está localizado dentro do luxuoso Anantara New York Palace Budapest Hotel, em um prédio histórico no centro da cidade que já foi sede de intelectuais, artistas e escritores desde a sua inauguração em outubro de 1894. A arquitetura é impressionante, com colunas de mármore, lustres de cristal e tetos decorados, criando um cenário que parece uma galeria de arte.

Vale a pena entrar no New York Café em Budapeste?
New York Café | Imagem: Unsplash

Por causa da sua fama e da beleza do interior, é normal encontrar fila na hora do café da manhã e no almoço, especialmente em alta temporada. Muitos visitantes optam por ir mais no fim da tarde ou depois das 16h para evitar a maior parte da espera. O local não aceita reservas para a parte do café durante o dia, apenas para jantares e grupos grandes.

A experiência não é barata (o menu está disponível no site) — os preços refletem o ambiente sofisticado — mas muitos recomendam ir ao New York Café pelo menos uma vez só para ver o interior e tomar um café ou um chocolate quente enquanto aprecia o espaço.

Dica: mesmo sem consumir, costuma ser possível entrar só para conferir o ambiente e tirar fotos (sem garantia de lugar sentado), então vale a pena passar lá só para olhar se estiver no roteiro.

Planeje sua visita:

  • Endereço: 1073 Budapest Erzsébet krt. 9-11
  • Horário: Segunda à quarta das 7h às 00h | Quinta à domingo das 07h à 1h
  • Reservas no site ou no telefone +36-1-8866-167

11. Passear pela Avenida Andrassy

A Andrássy Avenue é a principal avenida de Budapeste e Patrimônio Mundial da UNESCO. Ela liga o centro da cidade à Heroes’ Square e ao Parque da Cidade (onde ficam as Termas Széchenyi). Caminhar por ali é uma aula de história a céu aberto: palacetes do século XIX, fachadas elegantes e construções que mostram a fase mais próspera do antigo Império Austro-Húngaro.

A avenida começa na Praça Erzsébet, próxima à Basílica de Santo Estêvão, que vale muito a visita. A Basílica tem 96 metros de altura e divide com o Parlamento Húngaro o título de edifício mais alto da cidade (um símbolo do equilíbrio entre Igreja e Estado).

melhores atrações em Budapeste
Basílica de Santo Estêvão | Imagem: Unsplash

Seguindo pela Andrássy, você passa por lojas elegantes, casarões históricos e chega à Casa do Terror, que funciona no antigo prédio usado primeiro pelo partido fascista húngaro Arrow Cross e depois pela polícia secreta comunista. A visita é impactante, mas importante para entender o século XX na Hungria — leia este post da Luiza do 360 meridianos para ver o que te espera)

Mais adiante está a imponente Ópera Estatal Húngara, aberta para visitação com visita guiada em espanhol— e, se você gostar de ópera ou balé, vale conferir a programação. O passeio termina na Praça dos Heróis, um dos cartões-postais de Budapeste, construída para homenagear os líderes das sete tribos magiares fundadoras da Hungria.

vale a pena entrar na ópera de Budapeste
Budapest Opera House | Imagem: Unsplash

Na praça ficam dois museus importantes: o Museu de Belas Artes de Budapeste e o Palácio das Artes (Kunsthalle), voltado para exposições de arte contemporânea. Dali, você já pode seguir direto para o parque e continuar explorando a região.

12. Provar comidas típicas no mercado de Budapeste

Uma das melhores partes de viajar é sentar à mesa e descobrir sabores que você nunca provou antes. Em Budapeste não é diferente. A culinária húngara é marcante, cheia de tradição e começa pelos doces de rua.

kürtőskalács: docinho delicioso

Se você vir alguém andando com um “tubo” de massa dourada na mão, pode saber: é kürtőskalács, o doce mais famoso da Hungria. Trata-se de uma massa enrolada em formato cilíndrico, assada lentamente e finalizada com açúcar caramelizado por fora. Crocante por fora, macio por dentro.

Budapeste para quem quer sair do comum
kürtőskalács – O tradicional doce folheado húngaro

Segundo um amigo húngaro, o melhor lugar para provar é o Molnár’s Kürtőskalács (endereço: Váci utca 31). O doce é tradicionalmente servido em festas como casamentos e celebrações familiares, e a receita costuma passar de geração em geração. Lá você pode escolher a cobertura: açúcar de baunilha, canela, cacau… Nós pedimos com uma bola de sorvete no meio e amamos.

Retro Langos: Para provar o pão frito típico da Hungria

A segunda dica certeira do nosso amigo húngaro foi o Retro Langos (endereço: Budapest, Bajcsy-Zsilinszky út 25). Foi lá que provamos o tradicional lángos, considerado por muitos o melhor da cidade.

Budapeste para quem quer sair do comum
Langos o pão frio húngaro

O lángos é uma massa frita, redonda e achatada, servida bem quente e coberta com o que você escolher: queijo, creme azedo (a versão mais clássica), presunto e outras combinações. Visualmente lembra uma pizza rústica, mas a textura é diferente — mais macia por dentro e levemente crocante por fora. É comida de rua raiz e simples, nada sofisticada, mas é exatamente esse o charme.

Dobos Torte: o bolo clássico da Hungria

A Dobos Torte é um dos bolos mais tradicionais da confeitaria húngara. Criado no século XIX, ele é feito com várias camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de chocolate e finalizado com uma cobertura dura de caramelo por cima, o que é justamente a assinatura do doce.

Budapeste para quem quer sair do comum
Dobos Torte – Bolo típico da Hungria

Você encontra a Dobos Torte em praticamente todas as confeitarias tradicionais de Budapeste. A mãe do nosso amigo comprou uma em uma padaria perto da casa dele e experimentamos por lá mesmo, no esquema mais local possível. Eu, sinceramente, não achei nada extraordinário, mas é aquele tipo de clássico que vale provar.

Pálinka: a bebida típica da Hungria

Tomar um shot de pálinka é quase um ritual na Hungria — tipo ir ao Brasil e experimentar cachaça. É uma bebida destilada feita a partir de frutas (como damasco, ameixa, pera ou cereja) e você vai encontrá-la em bares, restaurantes e até como “boas-vindas” em alguns lugares.

Agora, já aviso: é forte mesmo! O teor alcoólico costuma passar fácil dos 40%. A tradição manda beber pura, em dose pequena, geralmente antes ou depois das refeições. Se for provar, faça isso quando for curtir a noite em Budapeste e vá com calma no primeiro shot.

Tokaji: o vinho mais famoso da Hungria

Se você gosta de vinho, anota esse nome: Tokaji (pronuncia-se “tocai”). Produzido na região de Tokaj, no nordeste da Hungria, ele é o rótulo mais emblemático do país e um verdadeiro orgulho nacional. A versão mais tradicional é o Tokaji Aszú, um vinho doce elaborado com uvas afetadas pela chamada “podridão nobre”, que concentra os açúcares naturais e cria um sabor intenso, equilibrado e elegante.

A fama não é recente. Há registros de que o rei francês Luís XIV se referiu ao Tokaji como o “vinho dos reis e rei dos vinhos”, o que já dá uma pista do prestígio que ele alcançou nas cortes europeias. Até hoje é considerado um dos vinhos de sobremesa mais sofisticados do mundo. Você encontra boas opções em wine bars e restaurantes em Budapeste e, se gostar, vale levar uma garrafa para casa.

Mercado Central de Budapeste (Nagy Vásárcsarnok)

Se você gosta de experimentar a culinária local, vale incluir o Central Market Hall no roteiro. O Nagy Vásárcsarnok é o mercado mais famoso da cidade e funciona em um prédio histórico enorme, com estrutura metálica e telhado colorido, perto do Danúbio.

onde comer em budapeste. Dicas de restaurantes em budapeste
Mercado Central de Budapeste (Nagy Vásárcsarnok) | Imagem: Unsplash

No térreo, você encontra frutas, embutidos, queijos e muita páprica (doce, picante, defumada — dá vontade de trazer todas). No piso superior ficam as barracas mais voltadas para quem quer provar pratos típicos como goulash, lángos e até uma dose de pálinka. Não é o lugar mais barato de Budapeste para comer, mas é prático e concentra vários sabores húngaros em um único endereço. A Ana visitou duas vezes e gostou bastante da experiência.

13. Conhecer um ruin pub (bar em ruínas)

Se você quer viver a vida noturna de Budapeste, precisa entrar em pelo menos um ruin pub. Esses bares surgiram no início dos anos 2000 em prédios abandonados do Bairro Judeu e viraram símbolo da cidade. A proposta é simples: ocupar construções antigas e manter a estética “inacabada”, com decoração caótica, móveis reaproveitados e vários ambientes diferentes dentro do mesmo espaço.

O mais icônico é o Szimpla Kert. Ele foi um dos primeiros ruin pubs da cidade e continua sendo o mais famoso. São vários cômodos, cada um com uma decoração diferente — objetos antigos, grafites, luzes coloridas, peças improváveis espalhadas pelo espaço. Mesmo que você não esteja no clima de festa, vale entrar para conhecer.

Aos domingos de manhã, o Szimpla ainda recebe uma feirinha de produtores locais, mais tranquila e bem diferente da vibe noturna.

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Szimpla Kert | Imagem: Unsplash

Outro gigante da cena é o Instant-Fogas Complex, que mistura ruin pub com balada. São várias pistas de dança, estilos musicais diferentes e um público bem jovem. É maior, mais intenso e mais focado em festa.

Se você só tiver uma noite em Budapeste e quiser escolher um só, vá de Szimpla Kert, é o clássico, o mais autêntico e o que melhor representa o conceito original de ruin pub.

Faça um pub crawl!

Agora, se a ideia for conhecer vários ruin pubs na mesma noite, vale fazer um pub crawl. É um tour que passa por 5 ou 6 bares diferentes, normalmente inclui shots em cada parada e termina em uma balada. Você já vai com grupo, entra sem perder tempo em fila e ainda conhece gente do mundo todo no caminho.

Na opção pub crawl com jogos e 6 doses, por exemplo, está incluída entrada VIP no Instant-Fogas Complex no final da noite — o que facilita bastante, principalmente nos fins de semana, quando a fila costuma ser grande.

14. Ver a cidade do alto do Elizabeth Lookout

O Elizabeth Lookout (Erzsébet-kilátó) fica no topo do János-hegy, o ponto mais alto de Budapeste, nas colinas de Buda. A torre foi inaugurada em 1911 e recebeu esse nome em homenagem à Imperatriz Elisabeth (Sissi). Do alto, a vista é 360° — em dias claros, dá para ver boa parte da cidade, o Danúbio e até regiões além de Budapeste.

Uma das formas mais bonitas de chegar até lá é combinando o passeio com o Zugliget Chairlift, o teleférico que sobe parte da montanha e já transforma o trajeto em programa.

Budapeste para quem quer sair do comum:
Torre do Elizabeth Lookout

Nossa experiência

Nós pegamos o ônibus 291 saindo da região da Nyugati e descemos perto da base do teleférico. O Google Maps ajudou bastante a organizar o trajeto desde o hotel. De lá, embarcamos no Zugliget Chairlift, que sobe lentamente pelas árvores, só esse percurso já faz o passeio valer a pena.

No topo, ainda é preciso caminhar um pouco até o mirante. No nosso dia tinha um pouco de neblina, então a vista não estava totalmente aberta. Mesmo assim, o passeio compensou: o parque ao redor é bonito, tranquilo e bem diferente do circuito mais turístico do centro. Em um dia de céu limpo, deve ser ainda mais impressionante.

O que fazer em Budapeste
Vista do alto do Elizabeth Lookout | Foto: Divulgação

Atualização em fevereiro de 2026

A torre do Elizabeth Lookout está temporariamente fechada após danos causados pelo inverno rigoroso, que comprometeram parte da estrutura externa. Por questões de segurança, não é possível subir na torre no momento.

A boa notícia é que o entorno continua aberto para visitação. Você ainda pode fazer a trilha, circular pela área do parque e aproveitar a vista panorâmica das colinas de Buda — só o acesso à parte interna da torre está interditado.

Até agora, não há previsão oficial de reabertura. Antes de incluir a subida no seu roteiro, vale conferir atualizações mais próximas da data da viagem.

Planeje sua viagem

  • Endereço: János-hegy (colinas de Buda)
  • Horários: A torre costuma ficar aberta diariamente, geralmente das 8h às 20h (horários podem variar conforme a estação)
  • Teleférico Zugliget Chairlift: 1121 Budapest, Zugligeti út 97
  • Ingresso teleférico: somente subida 3000 HUF | ida e volta 4000HUF | Estudantes e crianças (3-14 anos) pagam valores diferenciados.
  • Horários teleférico: consulte o site oficial

15. Andar em um trem comandado por crianças

Sim, é isso mesmo: uma ferrovia operada por crianças desde 1948. Ou, como os húngaros gostam de dizer, “o brinquedo mais divertido do mundo”. A Gyermekvasút tem aproximadamente 11,5 km de extensão, atravessa as colinas de Buda e o trajeto completo entre os terminais leva cerca de 40 a 50 minutos.

Atrações em Budapeste
Gyermekvasút | Foto: Divulgação

Os trens são conduzidos por maquinistas adultos, mas quase todo o restante da operação — venda de bilhetes, sinalização, checagem de passagens e procedimentos na estação — é feito por crianças entre 10 e 14 anos, que participam do programa como parte de uma atividade educativa supervisionada. Você entra no trem e quem te recebe é uma criança uniformizada, cuidando de tudo com a maior responsabilidade.

O bilhete adulto somente ida custa em torno de 1.000 HUF, crianças até 6 anos viajam gratuitamente e, dos 6 aos 18 anos, pagam tarifa reduzida. A ferrovia funciona o ano inteiro — inclusive em feriados — com exceção das segundas-feiras entre setembro e abril. Nós embarcamos na estação de János-hegy (a mesma região do Elizabeth Lookout) e seguimos até o terminal em direção a Hűvösvölgy.

Aviso importante: na maioria das estações o pagamento é aceito apenas em dinheiro (forints húngaros). Cartão é aceito somente nas estações Széchenyihegy, Szépjuhászné e Hűvösvölgy.

16. Parque da Cidade e Museu Etnográfico de Budapeste

Se você quer incluir algo diferente na sua lista de o que fazer em Budapeste, vale combinar natureza com arquitetura moderna do Parque da cidade (Városliget). Esse é o principal parque em Budapeste, onde ficam as Termas Széchenyi, o zoológico de Budapeste, o Castelo Vajdahunyad e a Praça dos Heróis. É uma área ótima para caminhar sem pressa, fazer um piquenique ou simplesmente dar uma pausa do roteiro mais histórico.

Dentro do parque está o impressionante Museu Etnográfico de Budapeste (Museum of Ethnography Budapest), que ganhou um prédio novo e super contemporâneo nos últimos anos. A arquitetura do museu chama atenção: o edifício tem formato curvo e parte da estrutura é coberta por um jardim acessível ao público, com vista para o parque.

o que ver no parque da cidade em Budapeste: Museu Etnográfico de Budapeste
Museu Etnográfico de Budapeste | Imagem: Unsplash

O museu reúne exposições sobre cultura popular húngara e também coleções internacionais. Mesmo que você não seja fã de museus, já vale passar para ver o prédio e subir até o terraço verde para ter uma perspectiva diferente da região.

Planeje sua visita:

  • Endereço: H-1146, Budapest, Dózsa György út 35.
  • Horário: Terça à domingo das 10h às 16h | Fechado as segundas.
  • Ingresso: a partir de 1.700 HUF | Menores de 6 anos não pagam.

Compre seu ingresso aqui

17. Roda-gigante de Budapeste

Se a ideia é ver Budapeste de um ângulo diferente, a Budapest Eye (também conhecida como Ferris Wheel of Budapest) é uma parada rápida e estratégica no centro da cidade. Ela fica na Praça Erzsébet (Praça Elisabeth), pertinho da Basílica de Santo Estêvão e da Avenida Andrássy — ou seja, fácil de encaixar no roteiro.

que fazer em budapeste com crianças
Roda-gigante de Budapeste (Budapest eye) | Imagem: Unsplash

A roda tem cerca de 65 metros de altura e as cabines são fechadas, o que permite aproveitar a vista com conforto em qualquer estação do ano. Lá do alto, você consegue ver o Parlamento, a Basílica, o Castelo de Buda e o Danúbio.

O passeio dura alguns minutos (geralmente três voltas completas) e é uma experiência simples, mas que rende fotos bonitas, principalmente no fim da tarde ou à noite, quando a cidade começa a se iluminar. Não é uma atração essencial, mas é uma forma leve e diferente de observar Budapeste do alto sem precisar subir colinas.

18. Bate e volta à Visegrad

Tem mais tempo na Hungria? Então considere fazer um bate e volta até Visegrád, uma das cidades mais bonitas da Curva do Danúbio. Dá para ir por conta própria, mas a forma mais especial é fazer a excursão de barco saindo de Budapeste.

O passeio parte do cais de Vigadó tér e navega pelo Danúbio por cerca de três horas e meia, passando por colinas verdes e trechos super cênicos do rio, só o trajeto já vale a experiência. Ao chegar, você tem algumas horas livres para explorar a cidade no seu ritmo antes de retornar de barco no fim do dia.

Visegrád foi residência dos reis húngaros na Idade Média e concentra atrações históricas interessantes, como o Visegrád Royal Palace, a Solomon’s Tower e a antiga cidadela Visegrád Citadel (Fellegvár), de onde se tem uma das vistas mais bonitas da Curva do Danúbio — especialmente no pôr do sol.

Bate e volta a partir de Budapeste
Visegrád Tobogã Park | Foto: Divulgação

Nós visitamos o Visegrád Tobogã Park (endereço: Visegrád, Nagyvillám 1) onde andamos em um daqueles trenós olímpicos, o Bobsled, que é divertido e rende boas risadas.

Para fechar o dia, jantar no Renaissance Restaurant Visegrád (endereço: Visegrád, Fő u. 11) é uma experiência à parte: ambiente medieval, louças rústicas e até a chance de vestir trajes de época. É um passeio que combina natureza, história e uma Hungria menos óbvia.

Onde comer em Budapeste
Restaurante Medieval Renaissance | Foto: Divulgação

Onde ficar em Budapeste: melhores regiões e hotéis

Escolher onde se hospedar em Budapeste faz toda diferença na sua experiência, porque a cidade é organizada por distritos com características bem distintas. A maior parte dos visitantes prefere ficar no lado de Peste, que é plano, vibrante e reúne grande parte das atrações, bares e opções de transporte.

Distrito V – Belváros e Lipótváros (Centro)

Esta é, de longe, a região mais popular entre quem visita Budapeste pela primeira vez. Também conhecida como Centro ou Belváros, ela está no coração da cidade, com fácil acesso a pé aos principais pontos turísticos, como a Basílica de Santo Estêvão, a margem do Danúbio e a Ponte das Correntes.

Aqui você encontra muitas opções de hotéis, cafés, restaurantes e estações de metrô, o que torna tudo mais prático para explorar a cidade.

Hotéis caprichados

Four Seasons Hotel

Four Seasons Hotel é um dos hotéis mais icônicos da cidade. Instalado em um palácio em estilo art nouveau à beira do Danúbio, bem em frente à Ponte das Correntes. Todos os quartos e suítes oferecem decoração refinada, vistas para a cidade ou para o rio e banheiros em mármore, além de comodidades modernas como Wi-Fi gratuito e serviço de concierge altamente elogiado.

melhores hoteis em budapeste
Four Seasons Hotel | Imagem: divulgação

O hotel conta com spa completo, piscina interna, restaurante e bar sofisticados, além de opções como um afternoon tea com música ao vivo em porcelanas tradicionais húngaras. Sua localização central no Distrito V também permite chegar caminhando a atrações como a Basílica de Santo Estêvão e os mercados da cidade.

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Áurea Ana Palace

O Áurea Ana Palace está a poucos passos do Parlamento Húngaro e da margem do Danúbio, em uma área elegante, segura e super bem conectada por transporte público.

O hotel funciona em um edifício histórico restaurado e combina fachada clássica com interiores modernos e confortáveis. Os quartos são espaçosos, bem equipados e com aquele padrão quatro estrelas que entrega conforto sem exageros. É uma ótima escolha para quem quer localização estratégica, estrutura de qualidade e fácil acesso aos principais pontos turísticos da cidade.

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Hotéis com bom custo-benefício

H2 Hotel Budapest

O H2 Hotel Budapest fica em uma localização excelente para quem quer explorar a cidade a pé. Está a poucos minutos da Basílica de Santo Estêvão e do Parlamento, além de ter fácil acesso ao metrô e às principais avenidas do centro.

É uma opção moderna, prática e com ótimo custo-benefício para a região. Os quartos seguem um estilo minimalista, funcional e confortável — ideal para quem passa o dia explorando a cidade e quer um hotel bem localizado, sem pagar tarifa de luxo. O café da manhã costuma ser bem avaliado

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Promenade Hotel

O Promenade Hotel fica na Váci utca, uma das ruas mais movimentadas do centro, no Distrito V (Belváros). A localização é o grande destaque: você está a poucos passos do Danúbio, perto da Ponte Erzsébet e com fácil acesso a pé a várias atrações importantes da cidade.

É uma opção três estrelas com perfil mais simples e funcional, ideal para quem prioriza localização acima de luxo. Os quartos são confortáveis, o café da manhã costuma agradar e o entorno é cheio de restaurantes, lojas e estações de transporte público.

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Alta Moda Hotel

O Alta Moda Hotel fica em plena Váci utca, uma das ruas mais centrais e movimentadas de Budapeste. A localização é excelente para quem quer fazer tudo a pé: Mercado Central, Danúbio, restaurantes e estações de metrô estão logo ali.

O hotel é pequeno, moderno e com decoração inspirada no universo da moda, o que dá um charme diferente à estadia. Os quartos são confortáveis, bem equipados e funcionais — uma ótima opção para quem quer ficar no centro

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Hotéis econômicos

Maverick Downtown

O Maverick Downtown fica em plena Ferenciek tere, uma localização estratégica para quem quer fazer quase tudo a pé. Você está a poucos minutos do Danúbio, da Váci utca e com metrô na porta.

É uma opção moderna e econômica, com perfil de hostel estiloso, mas que também oferece quartos privativos além dos dormitórios compartilhados. A estrutura é bem organizada, ambiente jovem e excelente custo-benefício para quem quer ficar no coração da cidade sem pagar valores altos de hotel tradicional.

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ParliamentPenthouse B&B

O ParliamentPenthouse B&B fica em uma das áreas mais valorizadas para se hospedar em Budapeste. Está a poucos passos do Parlamento Húngaro e da margem do Danúbio, em uma região elegante, segura e muito bem conectada por transporte público.

É uma opção menor, em estilo bed & breakfast, ideal para quem prefere uma hospedagem mais intimista e personalizada em vez de um hotel grande. Os quartos são confortáveis, bem avaliados e a localização permite explorar boa parte das atrações do centro a pé.

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Budapest Panorama Central

O Budapest Panorama Central fica em uma localização super estratégica, na região de Astoria. Isso significa metrô na porta, fácil acesso ao aeroporto e várias atrações a poucos minutos de caminhada, como o Bairro Judeu, a Váci utca e o Danúbio.

É uma opção simples e funcional, com perfil mais econômico, ideal para quem quer priorizar localização e praticidade. Os quartos são confortáveis dentro da proposta, e o prédio histórico dá aquele charme europeu. Para quem quer ficar bem no centro, perto de tudo e sem gastar muito, é uma escolha que faz sentido.

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Distrito VII – Erzsébetváros (Bairro Judeu)

Se a sua ideia é estar no centro da vida noturna, Erzsébetváros, o antigo Bairro Judeu, é ideal. É ali que estão os famosos ruin pubs (bares em ruínas), bares animados e uma grande oferta de hospedagens acessíveis e bem localizadas.

Hotéis caprichados

Anantara New York Palace Budapest

O Anantara New York Palace Budapest é um hostel histórico e cheio de personalidade. Instalado em um edifício do fim do século XIX, ele mistura arquitetura clássica italiana com interiores elegantes e bem cuidados. Fica no lado de Peste, próximo ao Bairro Judeu e com fácil acesso ao metrô, o que facilita bastante a locomoção pela cidade.

Os quartos são amplos, confortáveis e seguem uma linha mais clássica, com detalhes sofisticados. O hotel ainda conta com spa, piscina coberta, academia e um dos cafés mais famosos do mundo no térreo: o New York Café.

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Eurostars Danube Budapest

O Eurostars Danube Budapest fica no Distrito VII (Erzsébetváros), mas bem na divisa com o Distrito V — ou seja, localização estratégica para fazer quase tudo a pé. Está a poucos minutos da Basílica de Santo Estêvão, da Avenida Andrássy e do Bairro Judeu, além de ter fácil acesso ao metrô em Deák Ferenc tér.

É um hotel moderno, com quartos confortáveis, decoração contemporânea e ótimo padrão de atendimento.

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Hotéis com bom custo-benefício

D50 Hotel

O D50 Hotel fica em uma área mais residencial e calma, perto do Parque da Cidade e da Avenida Andrássy. É uma boa escolha para quem quer fugir da parte mais agitada do Bairro Judeu, mas ainda estar bem conectado ao centro.

Hoteis com bom custo beneficio em Budapeste
D50 Hotel | Imagem: divulgação

Os quartos são modernos e confortáveis, e a região tende a ser mais silenciosa à noite. Para quem prefere equilíbrio entre localização e tranquilidade, pode ser uma alternativa interessante em Budapeste.

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NH Collection Budapest City Center

O NH Collection Budapest City Center fica em uma área central e bem conectada, próxima ao Bairro Judeu e à estação Blaha Lujza tér. A localização facilita tanto explorar o lado mais turístico quanto usar transporte público para se deslocar pela cidade.

É uma opção com perfil mais executivo, oferecendo estúdios e apartamentos espaçosos, muitos com cozinha compacta — o que é ótimo para quem vai ficar mais dias ou prefere ter mais autonomia. Combina conforto, estrutura completa e localização estratégica

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Budapest Holidays Fashion

O Budapest Holidays Fashion fica no Distrito VII (Erzsébetváros), na região da Deák Ferenc tér, praticamente no coração de Budapeste. A localização é excelente: você consegue ir a pé até a Basílica de Santo Estêvão, o Danúbio, a Avenida Andrássy e o Bairro Judeu.

A hospedagem funciona em estilo apartamento, ideal para quem quer mais independência, com cozinha equipada e mais espaço. É uma ótima escolha para quem prioriza localização central e custo-benefício, especialmente para estadias de alguns dias na cidade.

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Hotéis econômicos

Maverick Budapest Soho

O Maverick Budapest Soho fica no coração do Bairro Judeu. É uma das regiões mais animadas da cidade, cercada por ruin pubs, cafés, restaurantes e com fácil acesso às principais linhas de metrô e ônibus.

O hostel tem perfil moderno, mas com opções de quartos privativos além dos dormitórios compartilhados. A proposta é jovem, prática e econômica para quem quer ficar em uma área central e vibrante.

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MP Hostel Budapest

O MP Hostel Budapest fica em uma localização estratégica entre o Bairro Judeu e a região de Astoria. Isso significa que você está perto dos ruin pubs, restaurantes, transporte público e a uma curta caminhada de várias atrações do centro.

Melhores hostels em Budapeste
MP Hostel Budapest | Imagem: divulgação

É uma opção econômica e simples, ideal para quem quer gastar pouco com hospedagem e investir mais nos passeios. Oferece dormitórios compartilhados e também quartos privativos, com estrutura básica, mas funcional. Para quem prioriza localização e preço, é uma alternativa prática no coração de Budapeste.

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Center Hostel and Guest House

O Center Hostel and Guest House fica no Distrito VII (Bairro Judeu), uma das áreas mais animadas e procuradas por turistas em Budapeste. Está na Dohány utca, perto da Sinagoga, dos ruin pubs e com fácil acesso ao metrô.

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Center Hostel and Guest House | Imagem: divulgação

É uma opção econômica e simples, ideal para quem quer localização central e preço baixo. Oferece quartos privativos e compartilhados, com estrutura básica, mas suficiente para quem passa o dia explorando a cidade e quer apenas um lugar bem localizado para dormir.

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Distrito I – Castelo (Buda)

Do outro lado do Danúbio está o Distrito I (Castelo de Buda), com um clima mais tranquilo, histórico e panorâmico. Esse é o bairro mais sofisticado e luxuoso de Budapeste, perfeito para quem quer paisagens lindas e menos agito urbano, mas ainda assim próximo das atrações.

Hotéis caprichados

Hilton Budapest

O Hilton Budapest fica em uma das localizações mais bonitas da cidade. Ele está dentro do complexo histórico da colina do castelo, ao lado da Igreja de Matias e do Bastião dos Pescadores — ou seja, você acorda literalmente cercado por alguns dos cartões-postais mais famosos de Budapeste.

O hotel combina estrutura moderna com elementos históricos integrados à construção original. Muitos quartos têm vista para o Danúbio e para o Parlamento, o que já transforma a hospedagem em experiência. É uma escolha ideal para quem quer um ambiente mais tranquilo, vistas privilegiadas e um clima mais histórico, diferente do agito do lado de Peste.

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Monastery Boutique Hotel

O Monastery Boutique Hotel fica no Distrito I (Buda), a poucos passos da Ponte das Correntes e na base da Colina do Castelo. A localização é excelente para quem quer se hospedar em uma área mais charmosa e tranquila, mas ainda assim perto do centro e com fácil acesso ao lado de Peste.

Instalado em um antigo mosteiro restaurado, o hotel mistura arquitetura histórica com interiores modernos e elegantes. Os quartos são confortáveis, bem decorados e silenciosos — uma ótima escolha para quem quer fugir da agitação, mas continuar perto dos principais pontos turísticos de Budapeste.

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Hotéis com bom custo-benefício

Mercure Budapest Castle Hill

O Mercure Budapest Castle Hill fica próximo à estação Déli e a poucos minutos de caminhada da Colina do Castelo. É uma localização estratégica para quem quer se hospedar no lado mais tranquilo da cidade, com fácil acesso ao transporte público e perto das atrações históricas.

O hotel segue o padrão da rede Mercure: quartos confortáveis, estrutura moderna e bom custo-benefício para a categoria. Não é um hotel boutique nem tem vista direta para o Danúbio, mas compensa pela praticidade e pela proximidade com o Castelo de Buda. É uma boa opção para quem prefere uma região mais calma sem se afastar do centro.

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ibis Budapest Castle Hill

O ibis Budapest Castle Hill fica ao lado da estação Déli e a poucos minutos da Colina do Castelo. É uma localização prática para quem quer ficar no lado mais tranquilo da cidade, mas com metrô e trem praticamente na porta.

hoteis ibis em Budapeste
ibis Budapest Castle Hill | Imagem: divulgação

O hotel segue o padrão ibis: moderno, funcional e com bom custo-benefício. Os quartos são compactos, mas confortáveis, ideais para quem passa o dia explorando Budapeste e quer uma hospedagem bem conectada e sem surpresas. Para quem busca preço mais acessível na região do Castelo, é uma escolha inteligente.

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Carlton Hotel Buda Castle

O Carlton Hotel Buda Castle é uma boa escolha para quem valoriza conforto depois de um dia inteiro explorando a cidade. Os quartos são espaçosos para o padrão europeu, bem iluminados e com decoração clássica, sem exageros. As camas costumam ser elogiadas pelo conforto, e as janelas com bom isolamento ajudam a garantir noites silenciosas.

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Carlton Hotel Buda Castle | Imagem: divulgação

Os banheiros são funcionais e bem cuidados, e algumas categorias oferecem varanda ou vista para a região do castelo. Não é um hotel de luxo, mas entrega conforto consistente, boa climatização e aquele padrão seguro para quem quer descansar bem e acordar pronto para mais um dia em Budapeste.

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Distrito VI – Terézváros (Avenida Andrássy)

Este bairro é ideal se você curte estar perto de teatros, cafés elegantes e da Avenida Andrássy (a “Champs-Élysées” de Budapeste). Fica perto da Ópera e tem ótimas conexões com o transporte público, mas pode ser um pouco mais caro que outras áreas.

Hotéis caprichados

Stories Boutique Hotel

O Stories Boutique Hotel fica em uma ruazinha paralela à Avenida Andrássy e a poucos passos da Deák Ferenc tér. Ou seja, localização extremamente estratégica: você está no centro, perto do Bairro Judeu, da Basílica de Santo Estêvão e com metrô na porta.

O grande diferencial está nos quartos. Cada unidade tem decoração única, com design moderno, cores marcantes e detalhes criativos. Algumas categorias contam com banheira no quarto, iluminação diferenciada e ambientes mais espaçosos, o que transforma a estadia em experiência.

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Hotel Oktogon Haggenmacher

O Hotel Oktogon Haggenmacher fica no Distrito VI (Terézváros), em plena Avenida Andrássy, na região da Praça Oktogon. A localização é excelente: metrô na porta, fácil acesso ao Bairro Judeu e a poucos minutos da Ópera e do centro.

O hotel funciona em um prédio histórico restaurado e combina arquitetura clássica com interiores modernos. Os quartos são elegantes, bem iluminados e confortáveis, com decoração contemporânea e bom padrão de isolamento acústico — importante para quem se hospeda em avenida movimentada.

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Wonder Budapest

O Wonder Budapest fica próximo à Avenida Andrássy e à região da Oktogon. É uma área central, bem conectada por metrô e com fácil acesso tanto ao Bairro Judeu quanto às principais atrações do centro.

A proposta é de hospedagem moderna e prática, com quartos funcionais, decoração contemporânea e bom aproveitamento de espaço. É uma opção interessante para quem quer localização estratégica e conforto.

Reserve aqui o Wonder Budapest

Hotéis com bom custo-benefício

Ibis Budapest Heroes Square

O Ibis Budapest Heroes Square fica bem em frente à Praça dos Heróis e ao Parque da Cidade (Városliget). É uma localização interessante para quem prefere uma área mais aberta, verde e tranquila, longe da parte mais agitada do centro.

Melhores ibis em budapeste
Ibis Budapest Heroes Square

Os quartos seguem o padrão ibis: compactos, funcionais e confortáveis, ideais para quem passa o dia explorando a cidade e quer um hotel prático para descansar. A estação de metrô Hősök tere fica a poucos passos, o que facilita o acesso rápido ao centro e às demais atrações de Budapeste. É uma boa opção para quem quer custo-benefício em uma região mais calma.

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NEXTO DORMERO Hotel

O NEXTO DORMERO Hotel fica em uma área central e bem conectada, próxima à Avenida Andrássy e à estação Oktogon. É uma localização estratégica para quem quer circular fácil pela cidade e ainda estar a uma curta caminhada do Bairro Judeu e da Ópera.

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NEXTO DORMERO Hotel | Imagem: divulgação

O hotel tem perfil moderno, com design contemporâneo e quartos confortáveis, bem equipados e com decoração minimalista. É uma opção interessante para quem busca algo atual, funcional e com padrão mais executivo.

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Benczur Hotel

O Benczur Hotel fica em uma rua tranquila próxima à Praça dos Heróis e ao Parque da Cidade. É uma área mais residencial e silenciosa, ideal para quem prefere se hospedar longe do agito do Bairro Judeu, mas ainda com fácil acesso ao metrô.

Os quartos seguem um estilo mais clássico e simples, com categorias que variam entre standard e superior. Não é um hotel moderno ou boutique, mas entrega conforto honesto, bom espaço e uma atmosfera mais calma. Para quem busca custo-benefício em uma região verde e organizada de Budapeste, é uma alternativa interessante.

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Adagio Downtown Room

O Adagio Downtown Room fica próximo à Avenida Andrássy e à região da Oktogon. É uma localização prática, com metrô por perto e fácil acesso tanto ao centro histórico quanto ao Bairro Judeu.

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Adagio Downtown Room | Imagem: divulgação

A proposta é simples e funcional, com quartos compactos, bem organizados e ideais para quem quer apenas uma base confortável para dormir e explorar a cidade o dia todo.

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Hotéis econômicos

Avenue Hostel

O Avenue Hostel fica na Avenida Andrássy, com estação de metrô literalmente na porta. A localização é um dos grandes trunfos: você está a poucos minutos do Bairro Judeu, da Ópera e com acesso fácil a praticamente qualquer ponto da cidade.

melhores hostels em budapeste
Avenue Hostel | Imagem: divulgação

Os quartos seguem o padrão hostel, com dormitórios compartilhados e também algumas opções privativas. As camas costumam ter cortinas individuais, luz de leitura e tomada própria, o que garante um pouco mais de privacidade dentro do quarto coletivo.

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Wombat’s City Hostel Budapest

O Wombat’s City Hostel Budapest fica no Distrito VI, na região da Király utca, colado na Deák Ferenc tér — ou seja, uma das localizações mais estratégicas da cidade. Você está entre o Bairro Judeu e o centro histórico, com metrô, bares e restaurantes a poucos passos.

Os quartos seguem o padrão de hostel moderno, com dormitórios compartilhados e também opções privativas. As camas costumam ter divisórias, luz individual e tomadas próprias, o que ajuda bastante na privacidade. A estrutura é maior que a média dos hostels da cidade, com áreas comuns amplas, bar interno e ambiente mais internacional.

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Adagio Hostel Basilica

O Adagio Hostel Basilica fica no comecinho da Avenida Andrássy, praticamente na divisa com o centro histórico. A localização é excelente: você está a poucos metros da Basílica de Santo Estêvão e da Deák Ferenc tér, o principal hub de transporte da cidade.

A proposta é de hostel mais simples e econômico, com dormitórios compartilhados e também quartos privativos. Os ambientes são funcionais e o prédio tem aquele charme de construção antiga do centro europeu.

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Como sair do Aeroporto de Budapeste: todas as opções

O principal aeroporto da cidade é o Budapest Ferenc Liszt International Airport (BUD), localizado a cerca de 16 km do centro. Ele funciona 24h e concentra voos internacionais e domésticos. Abaixo, explico todas as formas de ir do aeroporto até o seu hotel em Budapeste: das opções mais econômicas às mais confortáveis.

1) Transporte público

O aeroporto Budapeste é bem conectado ao centro da cidade por transporte público. Os pontos de ônibus ficam no piso de desembarque do Terminal 2, bem sinalizados — é só sair e seguir as placas.

Ônibus 100E (Airport Express)

O 100E é a forma mais prática de sair do aeroporto e ir direto para o centro. Ele faz o trajeto até a Deák Ferenc tér (principal nó de transporte da cidade) sem precisar de baldeação. O percurso leva em média 35 a 45 minutos, dependendo do trânsito.

Os ônibus funcionam todos os dias, inclusive de madrugada. Durante o dia, passam a cada 6–10 minutos; no início da manhã e à noite, a cada 10–15 minutos; e na madrugada, em intervalos um pouco maiores.

Paradas no centro (sentido cidade):

  • Kálvin tér
  • Astoria
  • Deák Ferenc tér

Atenção: o 100E exige bilhete específico, que custa 2.200 HUF (aproximadamente €5,50–€6). Esse bilhete não está incluído no Budapest Pass nem em outros passes comuns de transporte.

Você pode comprar nas máquinas do aeroporto, pelo app Budapeste Pay&GO ou até pagar direto no ônibus com cartão bancário (sistema contactless).

Vista do Funicular do Castelo de Buda
Vista do Funicular do Castelo de Buda | Imagem: Unsplash

Ônibus 200E + Metrô

Se você quer economizar, a alternativa é pegar o ônibus 200E até a estação Kőbánya-Kispest e, de lá, seguir de metrô (linha M3) até o centro. O 200E opera dia e noite entre o Terminal 2 e Kőbánya-Kispest. Durante a madrugada (das 23h às 4h), o trajeto vai até Határ út, e dali você pode continuar com ônibus noturnos (914, 914A, 950 ou 950A).

Aqui você pode usar bilhete comum de transporte, passes diários e até passes regionais — ou seja, é bem mais econômico que o 100E. O tempo total até o centro costuma variar entre 45 e 60 minutos.

  • Usa bilhete comum
  • Mais barato
  • Ideal para quem não se importa com baldeação

2) Transfer privativo (opção mais confortável)

Se a ideia é sair do aeroporto e ir direto para o hotel sem pensar em bilhete, máquina automática ou câmbio, o transfer privativo resolve tudo. O motorista espera você na área de desembarque com uma placa no seu nome e já segue direto para o endereço informado. O valor é fechado, sem surpresa no final, e costuma compensar bastante para quem viaja em casal, em família ou com mais malas.

Aqui no blog, nós indicamos reservar com antecedência pela Civitatis, nossa parceira. Além de ser uma empresa confiável e bem estabelecida na Europa, ela oferece transfer do aeroporto de Budapeste para o hotel (e vice-versa) com a vantagem de permitir pagamento em reais e opção de parcelamento — o que facilita muito na hora de organizar os custos da viagem.

Reserve seu transfer aqui

3) Shuttle bus oficial (miniBUD)

Outra opção prática para sair do Aeroporto de Budapeste é o shuttle oficial miniBUD. O serviço funciona em esquema compartilhado: você divide o veículo com outros passageiros que vão para a mesma região da cidade.

A miniBUD oferece traslado até o centro de Budapeste por tarifa fixa, a partir de 2.499 HUF por pessoa (cerca de €7–€8). O valor inclui bagagem, Wi-Fi a bordo e cadeirinha infantil, se necessário. O preço final pode variar conforme a distância até o hotel, mas continua sendo uma alternativa intermediária entre o transporte público e o táxi.

É possível reservar com antecedência pelo site oficial ou pelo aplicativo da empresa, o que já garante seu lugar e evita filas na chegada. Segundo a própria miniBUD, costuma sair mais vantajoso comprar ida e volta juntas ou fazer a reserva para duas ou mais pessoas.

4) Táxi oficial (Főtaxi)

Os táxis oficiais do aeroporto são operados pela Főtaxi, empresa credenciada para atender o aeroporto de Budapeste. O ponto funciona logo na saída dos Terminais 2A e 2B. Ao desembarcar, você pode fazer a solicitação nos totens oficiais instalados na área externa e, depois disso, é só seguir para a fila organizada de táxis.

Os carros ficam aguardando passageiros o tempo todo, e o pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartão de crédito. Na Hungria, a tarifa de táxi é regulamentada por lei: há uma tarifa básica inicial, um valor por quilômetro rodado e uma taxa de espera. Na prática, uma corrida até o centro de Budapeste costuma custar em torno de 10.000 a 12.000 HUF (aproximadamente €25–€30), dependendo do trânsito e da localização exata do hotel.

O trajeto leva em média 25 a 35 minutos e é uma opção confortável, especialmente se você estiver com malas ou chegar muito tarde. Só vale um alerta: evite motoristas não credenciados que eventualmente abordam passageiros dentro do terminal. Para evitar problemas, utilize apenas o serviço oficial do aeroporto.

como sair do aeroporto de budapeste para o centro da cidade
Tram em Budapest | Imagem: Unsplash

5) Uber

A Uber voltou a operar em Budapeste e é mais uma alternativa prática para sair do aeroporto direto para o hotel. A dinâmica é simples: você solicita a corrida pelo aplicativo assim que desembarcar e segue as instruções para o ponto de embarque indicado.

No Terminal 2A, o embarque funciona com sistema de PIN. Ao pedir a corrida, você recebe um código de 6 dígitos no app. Basta ir até a área sinalizada como ponto da Uber, informar o código ao motorista e conferir se os dados do carro e do condutor batem com o aplicativo antes de iniciar a viagem.

No Terminal 2B, também há opção de veículos maiores (categoria XL), ideais para famílias, grupos de até seis pessoas ou quem está com muita bagagem.

Em Budapeste, os preços da Uber seguem a regulamentação oficial de táxis da cidade. Isso significa que a tarifa é composta por:

  • taxa base (aproximadamente 1.100 HUF),
  • valor por quilômetro rodado (cerca de 440 HUF/km),
  • valor por minuto (em torno de 110 HUF/minuto).

Na prática, o custo final até o centro costuma ser parecido com o táxi tradicional, variando conforme o trânsito e o endereço exato do hotel. É uma opção conveniente para quem já está acostumado a usar o aplicativo e prefere acompanhar o trajeto e o valor estimado direto no celular.

Seguro Viagem em Budapeste

Além de obrigatório para entrar nos países da União Europeia, o seguro viagem é um grande aliado caso algo não saia conforme o planejado. Um bom seguro cobre desde voo atrasado e bagagem extraviada até situações mais chatas, como uma torção no meio da viagem ou uma emergência médica. Na hora de contratar, escolha uma cobertura que resolva tudo direto, sem você ter que pagar do próprio bolso e depois correr atrás de reembolso. Em viagem internacional, isso pode virar uma dor de cabeça (e uma conta alta).

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Beatriz Arous
Beatriz Arous
Curiosa, sonhadora, trilheira aprendiz, carioca orgulhosa da sua gente, Bia se aventura pelo mundo desde pequena. Apaixonada por museus, vinhos e livros, ela resolveu seguir suas grandes paixões: escrever e viajar. Bia já morou em Belém, no Porto, em Portugal e em Salvador, e cada lugar deixou marcas inesquecíveis no seu coração. Atualmente, ela mora no Rio de Janeiro. Com 15 países e 16 estados brasileiros na bagagem, suas viagens favoritas sempre incluem um toque cultural e gastronômico. Bia é editora assistente do Ideias na Mala, onde compartilha roteiros detalhados e dicas práticas para inspirar os leitores a viajarem mais e melhor.

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Comentários:
Avatar Flavio José disse:

Tudo parece tão lindo ( menos os ruin pubs, eles são só esquisitos para mim), mas vai saber? De repente pode ser divertido.

Avatar Marcia Silva disse:

Adorei seu post. Principalmente pelas opções alternativas e diferentonas. Muito obrigada!

Avatar Eveline Lovatti Fassarella disse:

Olá, adorei o blog, anotei várias dicas!!

Avatar Lilly disse:

Oi. Primeiramente adorei seu Post sobre Budapest. Outra pergunta é quanto a ter um chip , para uso na Europa. Vou para Alemanha, Praga, República Tcheca e Budapest. Vc tem algo referente a chip para usar nesses lugares?
Abraços
Lilly

Malu Pinheiro Malu Pinheiro disse:

Olá Lilly, tudo bem? Para ter internet no celular eu costumo comprar o chip quando chego ao destino em uma operadora local. Funcionam bem melhor (já que a cobertura é local) e são bem mais baratos do que comprar no Brasil! Beijos

Oi, Joanna. Tudo bem? 🙂

Seu post foi selecionado para o #linkódromo, do Viaje na Viagem.
Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com

Até mais,
Bóia – Natalie

mari vidigal mari vidigal disse:

Yaaaay!
Feliz da vida de começar a semana com essa notícia!
Beijos,
Mari