Costa dos Corais: um roteiro de carro por Pernambuco e Alagoas

A Costa dos Corais é mais um desses lugares paradisíacos do Brasil (e que pouca gente conhece). Neste post, vamos descrever o nosso roteiro de carro de 14 dias pela região. Um roteiro que começa em Recife e vai descendo pelo litoral, passando por Porto de Galinhas, Carneiros, Magarogi, São Miguel dos Milagres e muito mais. Com direito a praias desertas e cantinhos pouco explorados.

Além da Costa dos Corais, esticamos um pouco mais a viagem e incluímos também o Cânion do Xingó, no Sergipe, o sertão de Pernambuco e o Parque Nacional do Catimbau. Vamos nessa?

Aqui, você encontrará:

O que é a Costa dos Corais

A Costa dos Corais é uma Área de Proteção Ambiental do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) entre os municípios de Tamandaré (PE) e Maceió (AL). A região se caracteriza por vastos coqueirais, praias de areias finas, águas mornas azul turquesa e, claro, uma extensa barreira de corais.

Não existe nenhuma taxa cobrada para a visitação na APA Costa dos Corais (diferente do que acontece em Fernando de Noronha, por exemplo), mas existem duas restrições: os passeios às piscinas naturais em Maragogi que só acontecem em um horário específico da maré e o passeio para avistar peixe boi em Porto de Pedras que tem número limite de pessoas por dia.

Os lugares mais visitados da APA da Costa dos Corais são Tamandaré, Maragogi, Japaratinga, Porto de Pedras, São Miguel dos Milagres e Barra de Santo Antônio. Neste roteiro, incluímos esses principais pontos, além de outros menos turísticos.

Costa dos corais
Calhetas

Roteiro resumido

Foram 14 dias de viagem percorrendo três estados do Brasil: Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Conhecemos também 14 municípios (Cabo de Santo Agostinho, Ipojuca, Sirinhaém, Tamandaré, Maragogi, Porto de Pedras, São Miguel dos Milagres, Barra de São Miguel, Piranhas, Canindé de São Francisco, Poço Redondo, Buíque, Olinda e Recife) e 16 praias diferentes (Enseada dos Corais, Gaibu, Calhetas, Serrambi, Porto de Galinhas, Cupe, Muro Alto, Maracaípe, Carneiros, Maragogi, Antunes, Patacho, Toque, Porto da Rua, Carro Quebrado, Gunga).

Se quiser ir direto para um dia específico, basta clicar nos itens acima.

Fizemos essa viagem sem correria e incluímos bem mais paradas do que as tradicionais, então dá para enxugar e fazer o roteiro da forma que mais te agradar (e no seu tempo disponível).
Costa dos Corais

Roteiro no mapa

Quando ir?

Assim como todo o Nordeste do Brasil, a viagem pode ser feita em qualquer estação do ano. No verão, a probabilidade de chuva é bem menor e você encontrará águas claras e com ótima visibilidade.

Eu fui no contrário de tudo isso e fiz a Costa dos Corais em julho e, embora o período seja de chuva, peguei apenas 2 dias com uma leve garoa (o que não atrapalhou em nada o meu roteiro) e, de bônus, ganhei tarifas bem mais baratas e lugares completamente vazios.

Fique de olho na tábua das marés para curtir as piscinas naturais

O que vale mesmo é ficar sempre de olho na tábua das marés, principalmente nos dias que o plano for visitar piscinas naturais – o período mais indicado para isso é a maré seca. Conciliamos uma das semanas da nossa viagem com a lua cheia, que é quando a maré esta mais baixa, e o resultado foi certeiro!

Como chegar?

A Costa dos Corais fica localizada entre o litoral sul de Pernambuco e litoral norte de Alagoas, entre os municípios de Tamandaré e Maceió. Sendo assim, você pode começar a sua viagem tanto por Pernambuco quanto por Alagoas (veja qual desses dois pontos é mais conveniente para você).

Nós começamos por Pernambuco (saímos de São Paulo e aterrissamos em Recife de avião) e, então, fomos descendo o litoral de carro. Depois de chegarmos em Maceió, esticamos a viagem até Piranhas e voltamos pelo sertão do Alagoas até Recife, de onde voltaríamos para São Paulo.

Roteiro detalhado

Dia 1: Recife – Cabo de Santo Agostinho

Chegamos em Recife com o tempo um pouco nublado. Fomos logo direto retirar o carro que alugamos no próprio aeroporto e, então, já partir para o nosso primeiro destino: Cabo de Santo Agostinho. No caminho, paramos em um shopping para almoçar.

Depois de menos de 40 minutos de carro, chegamos no Hotel Enseada dos Corais e aproveitamos o restante do dia na praia em frente à ele e na piscina (bem bacana). Jantamos no restaurante que tinha ali mesmo.

Dia 2: Cabo de Santo Agostinho – Porto de Galinhas

Acordamos cedo para conhecer alguns lugares antes de fazer o check out no hotel. Depois do café da manhã, fomos caminhando para a Praia de Calhetas, passando pela Praia de Gaibu.

costa dos corais
Calhetas

Depois, fomos para a Vila de Nazaré, onde conhecemos uma das igrejas mais antigas do Brasil, as ruínas do Convento Carmelita e da Casa do Faroleiro. Passamos também pelo mirante do Paraíso (o tempo estava muito bom, calor e céu azul). Todos esses atrativos são bem próximos uns dos outros e dá para fazer tudo a pé.

costa dos corais
Vila de Nazaré
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Ruínas do Convento Carmelita

Voltamos para o hotel, curtimos um pouco a piscina e almoçamos por lá mesmo. Arrumamos as coisas e seguimos para Porto de Galinhas.

Chegada em Porto de galinhas

Ficamos hospedados em Serrambi – uma praia a cerca de 11 Km de Porto de Galinhas – na Pousada Santo Aleixo. Optamos por ficar mais distante do centro porque os valores eram bem mais em conta (e, como tínhamos o carro, podíamos ir e voltar quando quiséssemos).

Nos acomodamos (proprietários muito simpáticos e atenciosos) e logo fomos pesquisar sobre o passeio para a Ilha de Santo Aleixo, mas por conta do tempo, não estavam fazendo naquele mês. Fica a dica para a sua viagem, deve ser bem legal!

Passamos o fim da tarde na pousada e à noite fomos para Porto de Galinhas jantar. Não gostei muito de lá, tudo muito cheio, confuso e até mesmo sujo – o que me fez ter certeza da escolha certa por ficar em Serrambi. Comemos em um restaurante bem legal com música ao vivo (mas bastante demora no prato).

Dia 3: Porto de Galinhas

Acordamos e o tempo não colaborou muito – céu nublado e chuvoso. Fomos almoçar novamente em Porto de Galinhas (em Serrambi as opções são bem escassas) e a chuva continuou.

Optamos por ficar na pousada mesmo e, para jantar, pedimos uma pizza. Agradeci que o dia com chuva foi em Porto de Galinhas que, no final, foi o local da viagem que eu menos gostei (talvez tenha sido por conta do tempo, vai saber). Muita gente ama de paixão o local, mas eu não consegui me apegar. Quem sabe em uma próxima!

Dia 4: Porto de Galinhas

O dia ainda amanheceu nublado, mas decidimos que teríamos que fazer algum passeio. Tínhamos duas opções: mergulho pelas piscinas naturais de Porto de Galinhas ou buggy. Quando chegamos na agência para o passeio de mergulho em Porto de Galinhas, o instrutor foi muito sincero e disse que a visibilidade estava bem ruim, o passeio valia mais pela experiência.

Decidimos então fazer o passeio de buggy e tivemos a sorte de encontrar um bugueiro muito bacana, o Eduardo – paulista que vive em Porto de Galinhas há anos. O passeio durou praticamente o dia inteiro e o sol, para a nossa surpresa, decidiu nos acompanhar.

Costa dos corais
Passeio de buggy em Porto de Galinhas

Passamos por um coqueiral até chegar a praia do Cupe (compramos ração e vimos peixinhos bem de perto), praia de Muro Alto (alugamos um caiaque e nos divertimos bastante) e a praia de Maracaípe (uma praia com ondas bem fortes, ótima para o surf) – onde almoçamos. Na época, o passeio custou R$150 para nós dois e gastamos mais R$25 para alugar o caiaque.

Na volta do passeio, também passamos no Projeto Hippocampus, um projeto para cultivo e conservação de cavalos-marinhos. O local é bem pequeno, possui alguns aquários, um laboratório para pesquisa e espaço onde é exibido um curto vídeo institucional. Como tínhamos tempo livre, valeu a visita.

Projeto Hippocampus

  • Endereço: Rua da Esperança, S/N., Porto de Galinhas/Ipojuca;
  • Horário de funcionamento: diariamente das 9h às 12h50 e das 14h30 às 16h50;
  • Entrada: R$ 20,00 por pessoa (meia entrada para crianças menores que 1,20 m e adultos acima de 60 anos)

Dia 5: Porto de Galinhas – Carneiros – Maragogi

Depois de tomar café, fizemos o check out e continuamos a viagem rumo à Maragogi.

Praia dos Carneiros

No caminho, passamos pela Praia dos Carneiros, onde curtimos a manhã e fizemos um passeio de lancha (conhecemos a Igreja da praia, o manguezal, o banho de argila e os bancos de areia) – ali também vimos bastante peixinhos. O passeio custou R$120 para o casal e foi bem gostoso. Carneiros é realmente muito bonita!

Carneiros
Carneiros
Carneiros
Carneiros

Chegada em Maragogi

Chegamos na Odoiá, nossa hospedagem em Maragogi. Essa foi, de longe, a nossa estadia mais caprichada da viagem – e valeu cada centavo. O quarto era gigantesco, de frente para o mar e com direito a banheira de hidromassagem.

Costa dos Corais
A nossa vista do quarto da Odoiá, em Maragogi

Almoçamos no restaurante na Estalagem que era uma delícia. Fomos pesquisar um pouco sobre os passeios e passamos o resto do dia na praia, a noite comemos um pastel na avenida principal.

Dia 6: Maragogi

A estalagem tem apenas três quartos e o café da manhã é servido exclusivamente para cada quarto no lugar que preferir, uma delícia e um exagero de opções. Depois de comer tanto, fomos para o passeio que já havíamos fechado no dia anterior: piscinas naturais de Maragogi.

Reserve o passeio das piscinas naturais com antecedência

Aqui abro um parêntesis para contar que os passeios pelas piscinas naturais de Maragogi precisam ser fechados com antecedência, principalmente na alta temporada. A Mari fez o bate e volta de Porto de Galinhas na raça e se arrependeu amargamente. Como eu fui em julho, foi tranquilo fechar no dia anterior.

Piscinas naturais de Maragogi

Maragogi possui três piscinas naturais: as Galés (mais famosa), Itaoca e Barra Grande. Fomos para Itaoca de lancha e foi incrível. A visibilidade da água estava bem melhor, dava para ver os corais direitinho, além dos peixes é claro. Até compramos algumas fotos subaquáticas pra registrar o momento. O passeio custou R$130 para duas pessoas e o link com as fotos (eram muitas) R$40.

Maragogi
Maragogi

Praia dos Antunes: Uma das mais lindas da viagem

Voltamos do passeio e já logo fomos para a Praia de Antunes, que tem a água muito linda, clarinha e que com a maré baixa, fica tão rasa que dá pra chegar nos corais andando. Foi um dos pontos altos da viagem (e se tornou uma das minhas praias queridinhas do Brasil).

Costa dos corais
Praia de Antunes

Jantamos no hotel mesmo e finalizamos o dia por ali.

Dia 7: Maragogi – São Miguel dos Milagres

Acordamos razoavelmente cedo porque a intenção era passar em uma praia (Japaratinga) no caminho para São Miguel dos Milagres, mas o tempo fechado e a chuva não deixou que fizemos isso.

Depois de um belo café da manhã, pegamos a estrada rumo à Milagres. Passamos por diversas cidades minúsculas e bem simples até chegarmos no nosso destino final (não muito diferente dessas). Fizemos o check in na Pousada Maresias e o tempo continuou nublado, não fizemos muita coisa por conta disso.

Almoçamos no restaurante do Enildo a beira-mar e jantamos no Ecó, uma pizzaria muito gostosa e aconchegante (e um dos poucos lugares abertos).

Dia 8: São Miguel dos Milagres

A previsão do dia era de muito sol e felizmente isso se cumpriu. Depois de tomarmos café, fomos para Porto de Pedras, cidade vizinha de São Miguel dos Milagre e uma graça.

Porto das Pedras

Visitamos o Farol de Porto de Pedras, local da batalha de Calabar e onde pudemos avistar o encontro do rio Manguape com o mar, o Santuário do Peixe Boi e, então, a praia Patacho. Essa se tornou minha praia preferida do nordeste – totalmente paradisíaca.

Costa dos corais
Farol de Porto de Pedras
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Encontro do rio Manguape com o mar
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A Praia do Patacho se tornou a minha praia favorita do nordeste!

A Associação do peixe-boi trabalha para a educação ambiental nas escolas da região e recebendo turistas. Lá, é possível conhecer o peixe-boi e o manguezal. Para fazer o passeio é necessário agendas. Nós descobrimos o local passando em frente e decidimos parar. Como não tínhamos reservado nada, não pudemos ir para o rio, mas ficamos um par de tempo conversando com os voluntários e aprendendo sobre o peixe-boi.

O passeio de jangada no rio tatuamunha acontece diariamente (com reserva por email ou telefone) das 10h às 17h e tem duração de 1h30. Por dia, acontecem no máximo 10 passeios – totalizando 70 visitantes.

Do Patacho, voltamos para São Miguel, almoçamos pertinho da pousada, curtimos a praia e só saímos para jantar.

Dia 9: São Miguel dos Milagres – Barra de São Miguel

Tomamos café cedinho e já seguimos viagem para Barra de São Miguel, nosso trecho mais longo até agora (cerca de 2h20). No caminho passamos pela praia do Carro Quebrado, lá teríamos que fazer um passeio para conhecer a praia e não tínhamos tempo, então decidimos ir direto (uma pena).

Praia do Gunga

Chegamos e fomos direto para a praia do Gunga – lá tem um mirante e a vista é linda. A praia em si não é tão legal (bem movimentada por ser próxima de Maceió), mas fizemos um passeio de quadriciclo até as falésias passando por paisagens bem lindas. O passeio custou R$100 para duas pessoas.

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Mirante na Praia do Gunga
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O cenário das falésias é surpreendente

Chegando na Pousada Convés, em Barra de São Miguel, o restaurante nos surpreendeu de tão gostoso e barato, almoçamos e jantamos por lá. Foram as melhores refeições da viagem!

Dia 10: Barra de São Miguel – Piranhas

Saímos de Barra de São Miguel com destino à Piranhas, acabamos optando por madrugar para chegar a tempo de já fazer um passeio (nem tomamos café da manhã). Chegamos e lá mesmo combinamos com uma agência. Fizemos a Rota do Cangaço, um passeio de catamarã que nos leva para um parque onde fizemos uma trilha até o local que o Lampião e seu bando foi morto. O passeio custou R$ 100 + R$20 (taxa para a trilha)

rio são francisco
Local de onde partem os catamarãs para o passeio no Rio São Francisco
Rio São Francisco
Vegetação típica da Rota do Cangaço
Rio São Francisco
Grota de Angico, local onde Lampião, Maria Bonita e seu bando foram mortos

A cidade de Piranhas é uma gracinha. Jantamos na pracinha e foi uma delícia. Lá, ficamos hospedados na Pousada Asa Branca, escolhemos pelo valor e pela visão privilegiada do Rio São Francisco, mas a qualidade deixou a desejar (quarto super pequeno e café da manhã extremamente precário).

Dia 11: Piranhas

Canyons do Xingó

Decidimos fazer o passeio para os Canyons do Xingó de lancha, ao invés de catamarã, e foi a escolha mais certeira da viagem.

Rio São Francisco
Rio São Francisco

Conhecemos lugares incríveis, como o vale do mestre e andamos de canoa nas partes bem estreitas dos Canyons, tudo muito mágico. Um visual lindo e que eu nunca tinha visto.

rio são francisco
Uma árvore que nasceu em meio à pedras no Rio São Fransciso. Coisas da natureza!
Rio São Francisco
Vale dos Mestres

Esse passeio mais exclusivo, de lancha, custou R$300 e, fora isso, teve a taxa para a canoa que foi de R$20.

Rio São Francisco
Canoa no Rio São Francisco

À noite, jantamos no mesmo lugar da noite anterior, no centrinho de Piranhas. Uma delícia!

Dia 12: Piranhas – Buíque – Olinda

Acordamos e depois do café, saímos de Piranhas e fomos pra Buíque (cerca de 3h de viagem). Chegamos na cidade e já encontramos o guia que ia nos levar no Vale do Catimbau, o Márcio. Como o Parque é pouco explorado e possui mais de 62 mil hectares, é indicado um guia experiente para isso. Na internet mesmo achamos o contato do Márcio e combinamos com ele por Whatsapp. Foi ótimo!

Parque Nacional do Catimbau

O Parque Nacional do Catimbau é o segundo maior sítio arqueológico do Brasil com pinturas rupestres de pelo menos seis mil anos, possui duas mil cavernas, canyons de até 1300m, preserva uma das últimas áreas da caatinga do país e ainda assim é desconhecido pra muita gente (inclusive era pra mim).

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Pinturas rupestres no Parque Nacional do Catimbau

No Vale (mais de 62 mil hectares), vivem 29 tribos indígenas sem contato externo. Para mim, foi extremamente mágico conhecer esse lugar!

vale do catimbau
Vale do Catimbau
Vale do Catimbau
Vale do Catimbau

A trilha foi incrível, nunca tinha visto algo parecido com aquilo na vida, a sensação foi surreal, não dá pra explicar em palavras. Passeio: R$150 (guia) + 20 (taxa do parque)
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Depois de lá, decidimos ir direto pra Olinda, assim economizaríamos na hospedagem e já terminaríamos com os trechos longos de uma vez. Depois de mais de 4h horas de viagem, chegamos em Olinda e descansamos no hotel (esse fomos sem reservar e optamos por um com um preço bacana na orla – não me recordo o nome).

Dia 13: Olinda

Sem despertador, acordamos quase no horário do fim do café. O tempo não ajudou, céu nublado e garoa o dia inteiro. Fomos conhecer o centro histórico de Olinda e almoçamos por lá. Passamos o resto da tarde no hotel e jantamos por lá também, já nos preparando para entrar no clima de volta.

Olinda
O charme das casas coloridas em Olinda

Dia 14: Olinda – Recife

Acordamos e alinhamos um late check out para às 14h. Depois de um café da manhã reforçado, ficamos descansando no quarto – afinal a partir de agora teríamos um bom caminho pela frente. Arrumamos todas as malas e deixamos no carro.

Instituto Ricardo Brennand

Saímos no hotel e fomos para o Instituto Ricardo Brennand, já em Recife – um dos melhores museus do Brasil e do mundo. Almoçamos em um restaurante maravilhoso que tinha lá e fomos conhecer o museu. A chuva atrapalhou um pouco, já que várias partes eram abertas, mas valeu a pena. Para entrar no Instituto, é cobrado uma taxa de R$32.

Instituto Ricardo Brennand
Instituto Ricardo Brennand

De lá fomos para um shopping, começar a enrolar até o horário do nosso voo, às 4h00 da madrugada. Fomos no cinema e comemos. Enfim, 07h30 da manhã, São Paulo (infelizmente).

Conclusão

A Costa dos Corais nos surpreendeu muito – principalmente na época em que fomos. Não tenho dúvidas de que se tivéssemos ido no verão, a viagem teria sido ainda melhor. Valeu a pena pela economia! No geral, a viagem é barata e fazer tudo de carro é bem fácil no nordeste – as estradas são boas. Indico super a viagem, principalmente unindo pontos os pontos turísticos tradicionais com cantinhos pouco explorados.

Aluguel de carro

Logo que chegamos em Recife, já pegamos no próprio aeroporto o carro que tínhamos alugado previamente. No total foram 1500km rodados e nenhum pedágio (o que me surpreendeu muito). No geral, as estradas são bem boas (tirando o sertão do Alagoas, próximo a Buíque, mas nada desesperador) e com boas opções de paradas.

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E aí, curtiu o nosso roteiro pela Costa dos Corais?
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Comentários (1)

Estava pesquisando sobre possíveis futuros destinos para nossa viagem e aqui tem quase tudo que eu precisava e mais! Piranhas nem estava nos nossos planos e agora já queremos ir!
Obrigada por compartilhar tantas informações!

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