Europa: 5 Erros de quem viaja pela primeira vez ao velho continente

Tá indo para a Europa pela primeira vez e não quer se meter em furadas? Leia este post e aprenda os 5 erros mais frequentes dos marinheiros de primeira viagem.

Europa: 5 Erros de quem viaja pela primeira vez ao velho continente

Tudo começou quando uma amiga do mestrado voltou de férias, era sua primeira vez na Europa e entre um módulo e outro do curso que estávamos fazendo em Londres, ela conseguiu 6 dias de férias. Sem pensar muito ela montou um roteiro caprichado: Portugal, Espanha, França e Holanda (quer dizer, pelo menos foi assim que ela descreveu sua viagem hiper corrida para Lisboa, Madri , Barcelona, Paris, Amsterdam e Zaanse Schanz). Ela fez todos os percursos entre países de avião, optando por vôos bem cedo para aproveitar bem a viagem (e economizar uns trocados já que os vôos cedinho geralmente são mais baratos), e claro que que deu um monte de zebra nesse planejamento.

Inspirada nos erros dessa amiga que mais visitou aeroportos do que cidades (e que promete que na próxima ida a Europa fará tudo com muito mais calma) resolvi escrever este post e dividir com vocês os erros recorrentes de quem viaja a Europa pela primeira vez.

1 – Ver muito e não ver nada: em outras palavras querer conhecer a Europa inteira em um mês!

Esse foi o grande erro da minha amiga, e é o erro mais frequente do Brasileiros. Não canso de ver gente querendo fazer a Italia inteira em 7 dias, ou o combo Paris, Londres, Bruxelas e Amsterdam em dez. Não dá galera, quer dizer, dar até dá, só que não vale a pena, você vai correr para lá e para cá – como fez minha amiga – sem conhecer nada direito.

Claro que tudo é uma questão de objetivos. Se o seu é pisar no maior número de países possível, tirar uma selfie no principal ponto turístico e partir para a próxima, dá para fazer até mais de “4 países” em 6 dias. Esses caras fizeram 19 em 24 horas, e acharam o máximo. Eu pessoalmente não curto e nem recomendo esse estilo de viagem, muito pelo contrário, tenho optado por cada vez mais passar mais tempo em menos cidades e sair do circuíto turístico principal para desvendar lugares menos conhecidos e incrivelmente charmosos.

Viajar para mim é conhecer e interagir com novas culturas, é aprender um pouco sobre a história e costumes locais, é comer comida típica e fazer pequenas descobertas. É experimentar um café ao acaso, é sentar no banco da praça principal e ficar dando bobeira. E cá entre nós com um ou dois dias em cada cidade – e estamos falando de cidades como Londres, Roma e Paris, repleta de coisas para ver e fazer – não dá tempo de fazer nada disso. Pense comigo, em um 1 dia mal dá tempo de fazer check-in no hotel, largar as malas e sair para visitar a cidade (isso sem falar no deslocamento entre aeroporto e cidade, que na grande maiorias das vezes leva muito mais tempo do que gostaríamos).

Viajando sozinha

Então, antes de cair na besteira de querer ver tudo e não conseguir ver nada, seja consciente e reflita: o que é importante para você: (a) Quantidade (número de cidades) ou Qualidade (experiência em cada lugar). Sei que a maior parte das pessoas tem medo de jamais conseguir voltar, ou tem aquela vontade de aproveitar a viagem para… mas no final das contas a correria desvairada não vale a pena.

Primeiro porque a Europa não vai sumir do mapa e nem fechar a porta para o turismo nos próximos anos e segundo porque aposto que com o mesmo número de dias em menos cidades você vai curtir bem mais a viagem, economizar em deslocamentos desnecessários, e aí sim vai poder dizer: “eu conheço BEM Paris.

Alguns mitos que precisamos quebrar:

  • A Europa é minúscula: mentira! Experimente pegar um trem de Lisboa para Munich e ver quantas horas dá. São quase 2500 Km pelo caminho mais curto, o que de carro direto daria pelo menos um dia inteiro de viagem. Se nem no Brasil você faz isso, porque raios vai fazer na Europa?
  • Não confunda: Cidade e país são suas coisas diferentes. França é diferente de Paris, Itália é diferente de Roma e Barcelona é diferente de Espanha. Acredite, pensar em cidades é a forma mais fácil de montar um roteiro que faça sentido e que funcione.

Algumas dicas para montar um roteiro legal e econômico.

  • Compre uma passagem multi destinos e inclua um stop over numa segunda cidade que você queira visitar. Ex. O vôo da Air France para Londres é excelente para quem quer conhecer Paris & Londres.
  • Monte seu roteiro com base em promoções aéreas: Está em dúvida entre Roma e Barcelona? Veja qual dos dois destino sai mais em conta voar e use-o como base da sua viagem. Graças a estas promoções já conheci várias cidades incríveis que não estavam na minha lista mas que hoje estão entre minhas preferidas.
  • Evite ao máximo ficar menos de três noites em uma capital ou grande cidade européia ( e digo mais, muitas delas merecem pelo menos 4 ou 5 noites) e menos de 2 em cidades menores. O troca-troca desvairado de hotel te faz gastar tempo e dinheiro à toa.

Roteiros do Ideias na mala pelas principais cidades da Europa

2- Achar que o trem é o meio de transporte mais barato de todos os tempos

Essa é uma lenda do tempo da vovó. Cresci ouvindo dos meus pais “trem na Europa é baratíssimo”, até que chegou minha vez de embarcar pela primeira vez e perceber que trem barato na Europa quase sempre é um mito, demorei anos para fazer uma viagem internacional pela Europa de trem, e não me arrependo. Nesse meio tempo usei e abusei das companhias aéreas Low Cost (elas tem regrinhas chatas em relação a bagagem, poltronas que não reclinam, aeromoças pouco prestativas, bagunça na hora do embarque, mas são baratas pra caramba.)

Viajando de Low Cost: dicas para se dar bem

O segredo das Low Cost é escolher aeroportos que sirvam como hubby: Milão e Madri por exemplo são ótimas pedidas e comprar as passagens com muita antecedência. Quanto antes você comprar, maiores as chances de conseguir algo ridiculamente barato (e mesmo com o Euro/dólar no espaço um vôo entre Madri e Londres por 20 Euros é muito barato. Não adianta chorar as pitangas que um busão entre São Paulo e Rio sai mais caro que isso). Pra quem não fechou o itinerário e tem flexibilidade para viajar para qualquer canto, essas promoções malucas são uma chance incrível de conhecer um destino que você nunca imaginou por uma bagatela. [Por muitos anos bolei minhas viagens na Europa com base em promoções de Low Cost e só me dei bem!]

Outra questão importante é verificar a distância entre o Centro e o Aeroporto escolhido: Girona é diferente de Barcelona, Luton é bem longe de Londres e assim por diante. Antes de comprar a passagem mais barata, verifique se a economia é válida. Muitas vezes a diferença de passagem para voar direto para Barcelona é de 10 ou 15 euros, o que não vale o tempo que você vai perder para fazer o trajeto cidade-aeroporto longe.

Mas o trem nunca vale a pena?

Muitas vezes vale a pena sim. Desde que comprados com antecedência. O trem costuma valer a pena em trajetos pequenos como por exemplo Londres – Paris, Londres – Bruxelas, Londres – Edimburgo, Viena – Praga, Viena – Munique, e etc…

Raramente o trem é mais barato que um bilhete de avião Low-Cost, mas quando você considera o tempo perdido entre o centro – aeroporto- centro + valor gasto nesse trajeto + tempo de espera no aeroporto um empate ou uma diferença de 5,6 euros pode valer mega a pena. Isso sem falar que as chances do seu trem atrasar ou não partir, são bem menores que avião. De uns anos para cá comecei a cotar o bilhete de trem ao planejar minhas viagens e tive boas surpresas. Na dúvida confira!

O trem também é uma alternativa bem acessível para viagens internas em alguns países como Itália e Espanha e por isso não deve ser descartado de primeira ;).

E existe algo ainda mais barato que viajar de Low Cost.

Sim, existem rotas de ônibus que atravessam os principais países e cidades e que custam bem barato. Nos meus tempos de mochileira fiz vários trajetos de ônibus como a Eurolines e lembro que fiz ótimas economias. O único problema do ônibus na Europa é que por ser um meio de transporte barato, o ônibus é o principal meio de transporte de imigrantes ilegais e volta e meia é parado por policiais mal encarados, mal educados e barulhentos que escolhem as pessoas pela aparência e fazem revistas homéricas nos documentos e bagagens. Nunca presenciei cenas de revista e de questionamento tão pesadas como nos ônibus da Europa, e confesso que depois de umas 5 ou 6 viagens prometi pra mim mesma que nunca mais andaria de ônibus por lá. Pode até ter sido falta de sorte, mas tantas vezes seguidas em tão pouco tempo?! [ E não, nenhum desses questionamento ou revistas aconteceu comigo, mas ver tanto preconceito e tanto mal trato de perto é de mais para mim.]

Minha pior experiência foi num ônibus de Amsterdã a Paris com direito a algumas revistas procurando drogas na França e uma imigração bizarra na entrada da Inglaterra. Foi a primeira e única vez na vida que um policial me pediu para mostrar e contar a quantidade de dinheiro e cartões de crédito que eu tinha na mão, que conferiu a passagem de volta, seguro de saúde e questionou o tamanho da minha mala (será que era pequena demais e o cara achou que eu morava em Londres?) Sei lá. Desde então já voltei pro Reino Unido mais de 10 vezes (de trem e avião) e nunca tive problemas. Em resumo: Já peguei, não gostei e não recomendo os ônibus na Europa, mas pode ser que sua opinião seja diferente da minha ou que fazer uma viagem dessas em grupo seja melhor do que fazer sozinha… Eu passo.

3- Levar muita bagagem

Excesso de bagagem é um erro pra lá de comum e que além de custar caro, vai te dar um trabalhão. E quando falo em excesso de bagagem, não pense que estou falando de uma ou duas malas com mais de 32 Kg. Excesso de bagagem é para mim toda mala que você não consegue carregar por mais de 10 minutos sem reclamar do peso.

Perrengues de viajar com muita bagagem:

Trens & Metros

A não ser que você esteja disposto a fazer os trajetos aeroporto-cidade-aeroporto de carro ou táxi prepare-se para encarar estações de metrô sem elevador ou escada rolante (lembre-se que na Europa muita coisa é antiga, e bota antiga nisso!), trens lotados e sem lugar para sentar/apoiar a mala. E não pense que o trem vai sempre direto… muitas vezes você terá que fazer odiosas trocas de linhas que incluem escadas apertadas e corredores gigantes. Experimente fazer isso com uma ou duas malas de 32 Kg e ver como é gostoso. #JáFizenãoRecomendo

Tube: o metrô de Londres

Low Cost

Todas as companhias Low Cost Europeias são bem exigentes no quesito mala de mão e peso de bagagem. Os tamanhos de bagagem de mão permitidos são pequenos (eles variam de companhia para companhia, verifique antes de voar), e você terá que concentrar todos os seus pertences em um único volume de mão. Os valores de despacho de mala variam entre 20 e 40 euros (as vezes até mais se comprados no Aeroporto) o que é bem alto em relação ao preço do vôo.E não adianta reclamar, ou você se adapta as regras deles ou paga pelo despacho de mala (que antecipado custa metade do preço). O que eu faria se fosse você? Reduziria a bagagem ao máximo e viajaria apenas com mala de mão.

Limite máximo de peso: 20 Kg

E como se não fosse o bastante, o limite de peso tanto das Low Costs como das outras companhias aéreas para vôos locais é de 20 Kg por mala (e não os 32 kg que estamos acostumados no Brasil), e ainda que você esteja disposto a pagar o caríssimo excesso de peso, a maior parte das companhias se recusam a transportar malas mais pesadas que 25 Kg.

E claro, tem o perrengue de ter que abrir e fechar aquele malão a cada parada, a dificuldade de não conseguir levantar a mala sozinho e depender de ajuda para cada passo, e mil e outros pepinos que você pode evitar com uma mala menor.

A solução: viaje leve

Acredite ou não, lavar roupa na Europa é mais fácil, prático e barato do que você imagina. As lavanderias de moeda estão espalhadas por quase todas as cidades e em duas horinhas você terá tudo lavado e pronto para a próxima sujada. Eu aprendi a viajar com roupa para 8 dias e mesmo no inverno viajo somente com a mala de mão. É libertador e muito prático. Experimente!

Viajando leve
Minha mala para três meses de viagem

4- Dar bobeira com a bolsa/ carteira

A Europa é segura quando se trata de roubos, você pode andar com jóias, voltar pra casa a pé tarde da noite, usar o smartphone ou laptop na rua sem medo de ser feliz, mas quando o assunto é batedores de carteira, a Europa é um dos lugares mais fáceis do mundo de ficar sem bolsa, carteira ou celular. Não estou exagerando.

Quando morava na Espanha cansei de ouvir meus amigos Espanhóis brincando que a Praça do Sol em Madri era o lugar com o maior número de batedores de carteira por metro quadrado do mundo, e histórias de gente que volta bêbado no metrô e chega em casa sem carteira ou sem telefone. Ouvi os relatos da Dri Setti que mora em Barcelona há quase dez anos e teve sua carteira roubada não sei quantas vezes. Cansei de ouvir histórias não muito felizes de furto de telefone em Lisboa, e uma bolsa inteira que saiu voando pela janela do Mc Donalds na Alemanha. Seja em Madri, Lisboa, Londres, Barcelona, Amsterdã, ou qualquer cidade turística, sua chance de voltar para casa liso é maior que no Brasil.

Homens, cuidado com a carteira no bolso, e em lugares mais movimentados segure a carteira e o celular. Mulheres, cuidado com bolsas de ziper e bolsinhos. Ande com a sua sempre virada para frente, e num restaurante JAMAIS pendure a bolsa na cadeira ou coloque na cadeira do lado. É pedir para ficar sem!

E sabe aquela história de deixar o telefone em cima da mesa do bar? Esqueça! Basta um espertalhão te perguntar as horas para o outro passar e levar seu celular com uma velocidade de The Flash. E para fechar este tópico, sabe qual o lugar do passaporte? Trancado no cofre do hotel, ou numa daquelas bolsinhas internas de levar dinheiro (e pode me chamar de velha! Graças a minha tenho orgulho de dizer que nunca fui furtada na Europa).

Veja este post da Dri Setti com dicas para evitar os mãos-leve na Europa.

5- Fazer economias porcas.

Tenho vários bons exemplos desse erro, uns cometidos por mim, outros cometidos por amigos próximos. O primeiro e mais comum é comprar uma passagem de avião ultra cedo para aproveitar melhor o dia em outra cidade/ país e de quebra economizar uns trocados. Na teoria, uma belezura, na prática a pior ideia de todos os tempos. Quer um exemplo?

Imagine que seu vôo sai do Aeroporto de Roma (Ou seja, Fiumicino) as 6:00 da manhã. Para estar lá 1:30 o 2:00 antes do vôo que horas você precisa sair de Roma? As 3:30 da manhã. A essa hora a estação de trem estará fechada e você terá que recorrer a um táxi. E era uma vez uma noite e 50 mangos gastos na corrida. Sim você ainda poderá aproveitar bem seu destino final, isto é… se você não estiver caindo de cansado (o que no comecinho da viagem e com o fuso do Brasil nas costas é quase sempre inevitável).

E tem tantos erros…

  • Ficar hospedado numa cidade vizinha/ bairro mais longe para economizar um pouquinho no hotel: Você só esqueceu de computar que aqueles 40/50 minutos para ir e 40 para voltar + o bilhete de trem/ferry/ônibus (no caso de Veneza cuidado que o barato saí BEM caro). Tá duro? Opte por um Hostel ou Couch Surfing.
  • Alugar um carro para um grupo de pessoas porque é mais barato que o trem: Viajar de carro na Europa é o máximo nas cidades pequenas, e uma droga nos grandes centro urbanos. Quer um exemplo clássico? Alugue um carro em Paris e pegue o túnel para Londres. Além da chatice de dirigir – e estacionar – em Paris, você chegará em Londres com um carro Francês para dirigir na mão inglesa. Um perigo e uma aventura. Não, eu não recomendo aluguel de carro em nenhum grande cidade Europeia se não for para sair dela imediatamente após o aluguel ou devolver na chegada.
  • Comprar um trem noturno para economizar a noite de hospedagem no hotel: esse é um truque que funcionava na época dos meus pais quando as cabines de trem eram grandes, confortáveis e acessíveis. Hoje, além de custar bem mais que o combo (hotel + Low Cost de avião) elas são duras e bem pouco confortáveis. Se essa for a sua escolha, prepare-se para uma noite cara e mal dormida.
  • Pegar um trem pinga-pinga para o aeroporto para economizar 2 ou 3 euros (e quase perder o avião): por 2 euros a menos uma hora a mais. Nunca imaginei que três ou quatro paradas pudessem aumentar tanto o tempo de um trem e quase dancei feio, cheguei em cima da hora do vôo e se tivesse que despachar mala teria perdido. #Cuidado
  • Contratar um seguro viagem “meia bomba”: Não brinque com a sua saúde, bem estar e BOLSO! Não é porque a contratação de um seguro viagem é obrigatório para entrar na Europa que você pode pegar qualquer um, pois é como a famosa frase: “o barato sai caro” – e sai mesmo! E nem tem desculpas, afinal hoje em dia temos sites de operadoras de seguros que fazem todo o “trabalho sujo” de buscar todas as opções disponíveis no mercado em termos de apólices, que você não perde nem seu tempo pesquisando. Nossa dica é o site da Seguros Promo, empresa brasileira que faz essa busca para você. E tem mais, clicando aqui e inserindo o nosso código IDEIASNAMALA5 você ganha 5% de desconto na compra do seu seguro viagem. Sem desculpas!

E aí, curtiu as dicas?

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primeira vez na europa

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Comentários (17)

[…] + Veja também as dicas do blog Ideias na Mala sobre Europa pela primeira vez  […]

Olá!!
Estou indo de Lisboa para madrid em fevereiro. Comprei passagem de trem na ida e na volta de avião. Tenho visto de estada temporária em Lisboa, carta convite de onde estou hospedada, seguro saúde, e passagem de volta pro Brasil. Gostaria de saber se não é bem visto na imigração ir e voltar de transportes diferentes, no caso, ir de trem e voltar de avião? Obrigada,
*Primeira viagem internacional

Oi Ana Carolina,
Com todos os documentos carinhos você não deve ter problema.
Abraços

Que post legal!! Parabéns por compartilhar conosco! Eu meu marido é um casal de amigos estamos querendo fazer nossa primeira viajem para Europa ano que vem. Meu marido louco para conhecer Portugal e eu quero muito conhecer a França, não Paris mas as cidades menores, fazendo um roteiro gastronômico e de vinícolas bem rústicas. Meu grande receio é a língua, já que nos 4 não dominamos qualquer outra língua. Neste caso o que vc nos sugere além de Portugal, com Lisboa e outras cidades?

Espanha e Italia! Dois destinos lindos e com língua parecida com a nossa.
As vinícolas da italia são maravilhosas
Beijos

Estou indo para ficar 15 dias na Europa divididos entre Lisboa e depois Berlim, em março do ano que vem. Da cidade alemã estou pensando em dar um ida até a França, de trem e ficar uns 4 dias em Paris. Pensei no transporte ferroviário pra dar uma conferida nas paisagens e curtir a viagem dessa forma. Mas depois de ler seu post fiquei pensativo sobre essa passada em terras francesas. Seria viável ou apenas coisa de gente que quer conhecer um monte de lugares em pouco tempo?

Oi Marcelo,
15 dias é um tempo legal e daria sim para fazer as 3 cidades. Mas, eu se fosse vc, focaria em só dois países para conhecer mais cidades e ganhar uma profundidade maior. Eu passaria 7 dias na Alemanhã e 7 em Portugal 4 em Lisboa, 1 em Sintra, 1 em Cascais e 1 em alguma outra cidade fofa que vc escolher.
Beijos

Oi Mari, tudo bem?
Nossa, cheguei nesse post na melhor hora possível, rs
Estava bolando mil idéias para tentar aproveitar o máximo de cidades possíveis.
Comprei um voo com três paradas (Roma,Paris,Amsterdam), 1 semana em cada cidade. Li em alguns lugares, que sete dias é bastante para Roma e Amsterdã. Você concorda?
Pensei em ficar 4 dias em Roma, e depois ir de carro para Veneza, e na volta trem, mas já vi que é loucura.
Pode me dar uma dica de outra cidade mais perto de Roma que seria legal conhecer?
Mt Obrigada!!!

Oi Florena,
4 dias em Roma é excelente, eu ficaria 3 (e tem um roteiro completinho aqui no site com dicas do que fazer!)
Em seguida passaria dois 2 em Florença (minha cidade preferida) – Vá de trem
E mais 2 em Veneza! Vá de trem tbm!
Deixei um dia livre para os deslocamentos!

Em Amsterdam eu ficaria uns 4. Há cidades lindas nos arredores, eu amei Delft.
Beijos

Parabéns pelo Post Mari, excelente!
Se Deus quiser eu e minha esposa vamos para a Europa em Agosto, poderia me dizer se para uma primeira viagem valeria a pena comprar um circuito?

Oi Edson,
Eu faria por conta própria mesmo! Dá para montra um roteiro do seu jeitinho, e sem ficar na loucura de rotina (e atrasos) de viagem em grupo!
Curtam muito a viagem!
Beijos

amei as dicas, mas MEU DEUS como vc sobrevive com aquela mochilinha por 3 meses??? alguma dica?? eu pensei em ser prática levando uma mala de mão de 8-10kg pra passar 20 dias (na primavera) …mas so uma mochilinha…heheheh

É costume! Você vai desapegando aos poucos e quando menos percebe a mochilinha dá e sobra!

Que post maravilhoso!!! Muito bom mesmo! Estou planejando a minha primeira ida para a Europa e me abriu muito os olhos!! Abraços e parabéns

Obrigada Paula!
Aproveite MUUITO a viagem!

Meu marido não conferiu o combustível do carro alugado. Era benzina e ele colocou Diesel. O carro quebrou, mas para nossa sorte, apenas na frente do apartamento. Deu pra chegar!
Em Praga deixamos o carro num bairro residencial e fomos rebocados. O dono do apto disse q poderíamos deixar lá. Furada!
Outro erro é visitar bairro judeu aos sábados. As sinagogas ficam fechadas. Passei por isso em Praga.
Ante de alugar carro, tem que olhar estado de conservação e ver se pequenos danos estão no contrato. Recentemente, a Sixt nos acusou de danos no carro e foi um estresse. Sorte q depois vimos no contrato anotações sobre danos existentes.

Pouts!!!! Que chata essa história da Benzina!!
No final das contas esses erros nos ensinam a viajar melhor né?! Parece que vcs ficaram craques em aluguel de carro, né?!
Beijos e obrigada pelo comentário

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